28 de fevereiro de 2011

Peso pluma

Entretanto, na consulta, o pediatra aproveitou para observar o A. da cabeça aos pés e voltámos a chegar à conclusão que ele não engorda.  Em 2 meses, 300 gramas. Mas isto é possível? Faz 14 meses na sexta feira e só tem 8,350!! O médico acha-o óptimo, super desenvolvido, despachado, tudo, mas começa a dizer que se daqui a 2 meses ele se continuar a afastar do percentil 5 vamos fazer exames super ultra completos para ver se algo se passa. Ele acha que tem a ver com a constituição dele e do facto dele ser um puto super mexido que só pára quando cai na cama, mas, pelo sim pelo não, quer ter a certeza que não anda uma lombriga gigante a alimentar-se da bela comidinha que eu dou ao meu filho. É porque o mais estranho é que ele come!

Que dia este!!!

Conseguimos fazer tudo, mas só agora é que me sentei e vou começar a trabalhar. E ainda tenho tanto para fazer e para pensar e a cabeça não é a melhor.

O meu filho tem herpangina, uma virose que provoca umas bolhas na boca, tipo varicela. Dá febrões, dores de cabeça, mau estar e custa-lhe imenso comer. Não consegue engolir, pois dói-lhe muito, mas nem isso lhe tirou a boa disposição. 

O meu marido continua com a trombose na perna e vai fazer mais uns comprimidos para ver se liquidifica mais o sangue. Tem é de ter cuidado, pois há perigo de hemorragia. Curam por um lado, mas são um pouco perigosos por outro.

Vamos ver como corre a nossa semana.

Febrão

Ligaram-me agora da creche a dizer que o A. está com 39,4º de febre. A minha mãe já o foi buscar e vem-mo trazer a casa e depois seguimos para o pediatra. Eu estou - devia estar - a trabalhar em casa, tenho uma reunião telefónica às 16, tenho os senhores do IKEA que vêm cá trazer a nova cama do A. e temos a consulta do meu marido com o cirurgião vascular. What a day! Só esperemos que tudo corra bem e que o meu filhote não tenha nada.

Estou triste...

Porque um casal muito próximo e muito querido se separou. Estou triste pelo meu sobrinho de 10 anos que está a sofrer e pela minha cunhada que não queria a separação. Fico triste quando as famílias se partem. Fico triste quando o amor acaba. Fico triste quando estas coisas acontecem a pessoas de quem gosto muito. Esta foi a primeira noite que mãe e filho dormiram sozinhos, mas nenhum deles conseguiu dormir. Cada um com os seus pensamentos e as suas tristezas. Este é um novo ciclo para eles, e nós os 3, e todos os outros irmãos, cunhados e primos vamos dar o nosso melhor para os ajudar a ultrapassar esta fase, que sabemos que é difícil. Peço com todas as minhas forças e energias para nunca passar por isso, para que o meu filhote nunca tenha de sofrer com o fim do amor dos pais, para que eu e o meu marido consigamos manter unida a família e que o futuro seja risonho e nos traga muitas alegrias. E que nas tristezas, nos momentos difíceis e nas dificuldades, consigamos dar as mãos e seguir em frente, juntos. SEMPRE JUNTOS!

Saudades

A casa está vazia. Ontem à noite quando chegámos a casa depois do cinema, também a senti vazia. Muito. O meu piolho estava na avó e ia lá ficar a dormir e eu senti logo a falta dele. Já falei com a minha mãe que me disse que ele está bem, que tinha acordado bem disposto e que tinha ficado a brincar na creche, muito divertido, mas voltou a ter febre durante a noite. Esta semana vou marcar a consulta de rotina do pediatra e a ver se ele consegue explicar estas febres que ele tem tido. Logo, quando ele chegar, vou come-lo com beijos!

O meu Pirata!

Encontrei o fato de Carnaval perfeito para o meu A.
 

Vai ficar lindo vestido de piratinha! Já o estou a imaginar. Eu nunca achei muita graça a esta época, mas este ano estou desejosa de mascarar o meu filhote.

27 de fevereiro de 2011

Mudanças

Neste momento, o A. dorme a sesta no seu próprio quarto. Estamos a iniciar a mudança devagar para ele não estranhar. De manhã, tinha lá muitos dos seus brinquedos e estivemos lá a brincar para ele se ir adaptando ao espaço. Está quase a fazer 14 meses e tem mesmo de sair do nosso quarto. Não saiu antes, como teria sido melhor, pois entre a nossa mudança de casa em Junho, a ida para a creche em Setembro e o problema da perna do pai não conseguimos fazê-lo mais cedo.

A ida à praia ontem, e algum sol que apanhou quando tirava o chapéu, devem ser os responsáveis por ele hoje estar com uma pontinha de febre. Estava combinado que hoje ficava na avó para nós irmos ao cinema, mas vamos ver como é que ele acorda depois da sesta.

26 de fevereiro de 2011

Que alegria!

O dia começou cedo, e começou bem, com uma ida ao parque infantil. Depois, rumámos até à Costa de Caparica, mais concretamente ao Bicho D' Água, onde nos juntámos a dois casais de amigos e respectivas crias. Enquanto os mais pequenos brincavam na areia, nós deliciávamos-nos com sangria branca, ameijoas, salada de polvo, choco frito e outra iguarias. Chegámos às 12 e saímos de lá já passava das 5 da tarde. Estava fantástico, o sol estava quente e a conversa muito boa. O meu filho comeu quilos de areia e trouxe outros tantos na roupa. Brincou muito com as outras crianças e fomos ver o mar. Foi tão bom, soube mesmo bem. O que eu gosto desta boa vida. Agora, o A. dorme uma sesta tardia e eu também tenho os olhos pesados, do ar do mar e dos vários copos de sangria de branca. Não há nada como poder aproveitar o sol e o que a vida tem de melhor.

25 de fevereiro de 2011

Soube bem

Cheguei a casa da minha mãe - mais tarde do que o habitual - para ir buscar o meu filho e ela disse que o A. estava numa inquietação, sempre a andar para a porta e a chamar mamã. Estava  super bem disposto, esteve sempre a brincar, mas estava com saudades minhas e queria que eu chegasse.  Foi tão bom ouvir aquilo. Como soube bem apertá-lo logo ali e enchê-lo de beijos. Os filhos são mesmo a nossa perdição, a nossa coisa mais fofa e tudo, e tudo e tudo!

Os amiguinhos já cá estão!

E ao olhar para os meus pés sinto-me mais jovem. Lembro-me dos tempos de liceu - O que eu adorei a época do liceu!!! - em que usava os meus All Star até a minha mãe os deitar para o lixo, de tão velhos e desfeitos que estavam.

Mas, nessa altura, não tinha um pirata maravilhoso a quem calçar um par igual a estes...

Confesso que perdi a cabeça, mas são tão pequeninos, tão fofinhos e que coisa mais pirosa e linda mãe e filho de ténis iguais.

Vou levar estes amiguinhos para casa

Tenho dito!


Está bom tempo e o sol promete continuar. Apetece praia. Patuscadas. Minis. Vinho branco gelado. Amêijoas e pão. Risos. Sentir a água do mar nos pés. Correr na areia. Ver o mar. Sentir o calor na cara. Vestir menos roupa. Usar ténis. Ser feliz.

Parece-me apropriada esta música

Porque a adoro e me faz cantar e dançar e porque acabei de preencher o boletim do Euromilhões!

Começo a repetir-me

Sei que este não é o primeiro post anti-futebol que escrevo, mas a minha aversão a este desporto está a aumentar. Odeio a liga Portuguesa, as competições europeias, as taças, as ligas estrangeiras, os jogos do Chelsea ou do Manchester. Odeio ter o meu marido embasbacado a olhar para a televisão. Odeio os resumos alagados e os comentadores. Odeio pedir qualquer coisa e não ser ouvida porque aqueles homens a correr atrás da bola são mais interessantes e, acima de tudo, odeio as discussões que temos por causa do futebol - e não é por causa de um falso penalty ou de uma expulsão indevida.
 
Não sei se é impressão minha, mas quando namoravamos dava menos futebol na tv, quando começámos a viver juntos já havia mais um pouco e, agora, às vezes tenho a sensação de que todos os dias há jogos. Muitos!
 
Sempre fui contra 2 televisões em casa, sempre achei que era horrível duas pessoas em duas divisões diferentes, quando deviam estar a partilhar as poucas horas do dia que têm juntas, mas às vezes penso que outra tv não era má ideia, mas depois acho que aí é que os serões serão cada vez mais cada um para seu lado.
 
Não gosto mesmo nada quando o final da noite acaba com azedumes. Fico triste.

24 de fevereiro de 2011

Não gosto de...

... chegar a casa e o meu filho já estar a dormir. Ele estava exausto, depois da festa de ontem, e depois da banhoca e do jantar caiu redondo na cama. Principlamente, porque foram os tios, o primo e a cadela Pipoca que o foram buscar à creche e o fim de tarde foi cheio de emoções e brincadeiras. 

Resta-me enchê-lo de beijos à meia noite quando lhe der o biberão.

Momento zen... A meio do dia

A hora de almoço dediquei-a a mim. Uma amiga recomendou-me um cabeleireiro aqui perto do Chiado e resolvi ir dar um corte de cabelo. Queria uma coisa mais moderna, mais leve e mais gira. O espaço era giríssimo, casa antiga, bem remodelada e cheia de luz natural. Aquilo começou logo bem com uma bela lavagem ao cabelo e com uma massagem à cabeça de quase vinte minutos. Que maravilha. Eu ali de olhos fechados a ouvir uma música fantástica. Como funcionam por marcação não havia muita gente, não havia barulho, nada. Depois fui cortar com o Gabriel, o dono do cabeleireiro, e gostei imenso dele e do corte que me fez. Vim de lá mais leve e descontraída, pronta para uma tarde de criatividade.

Ontem foi dia de festa

 A B., filha dos nossos amigos, fez 10 anos e fomos jantar lá a casa, juntamente com outros amigos, primos e familiares e o meu filho fez as delícias das meninas todas. Andou até às 11 da noite – ele que se costuma deitar às 8 e meia – de colo em colo, a ser apertado, espremido, beijado e tudo o mais. Eu bem dizia para o deixarem andar no chão, mas elas queriam era andar com ele ao colo. Os nenucos também não andam sozinhos, está bom de ver! Quando eu disse que depois lhe ia vestir o pijama foi uma alegria. De 5 em 5 minutos vinham-me dizer que era melhor vestirmos o pijama ao A. Eu e o meu marido conseguimos estar sossegados, no meio dos adultos, pois não me lembro de ter tantas babysitters a disputarem o meu filho. Vá lá que nenhuma o deixou cair. O pior foi que a aniversariante começou a ficar xouxinha, com dores de barriga e com febre. Esperemos que não seja nada de grave e nada contagioso. Pois o que ela tiver, o meu também vai ter. É que não há contágio que resista a tanto beijo e tanto apertão.

23 de fevereiro de 2011

Poupança, mas não tanto

Se há coisa que esta crise nos ensinou é que temos de poupar. É fundamental pôr algum dinheiro de lado ao fim do mês, por muito pouco que seja, pois nunca sabemos o dia de amanhã e é melhor estar prevenido. Mas uma coisa é poupar e outra coisa é forretice. Temos de viver! De usufruir do que ganhamos com o nosso trabalho! Este é um caso que conheço e que me continua a chocar diariamente. Convidei-a para irmos ao oceanário com as nossas crias, o dela é da idade do meu, e disse logo que não. Eu ainda a tentei convencer que os putos iam adorar, mas não consegui. Programas só à borla. E tem necessidade disto? Não! Nenhuma. É professora universitária e o marido também tem um óptimo cargo, mas são paranóicos. Nunca vão de férias, fins de semana ou passeios. Cinemas nem vê-los nem outros programas que implique pagar. Numa esplanada, fica a seco, não come e não bebe. O filho só usa roupa usada - o meu também usa muita , mas mesmo muita roupa emprestada, mas não anda com roupas 4 números acima, dobradas em cima e em baixo, o miúdo (que é duas vezes o meu) ainda toma banho na banheira de recém nascido para pouparem água, ficou no ovo até ir com os pés dobrados e por aí fora. Custa-me que ela seja assim e que esteja cada vez pior. Nunca se pode combinar nada, nem um almoço ou jantar, porque vem logo a questão do dinheiro, e com isto estão muito fechados no mundo deles. Resta-nos convidá-los para nossa casa para desta forma os nossos filhos brincarem. Se tivessem dificuldades, era a primeira a oferecer os programas que fizéssemos juntos, mas não têm.

Sopas

Há, hoje em dia, a ideia de que só se consegue fazer boas sopas para bebés se tivermos a Bimby e eu acho que não é verdade. Claro que quem tem a Bimby a ama, casais disputam-na no divórcio, e os aficionados dizem que é a melhor coisa do mundo. Já a experimentei e é prática, mas eu e o meu marido achamos que não vale o dinheiro que custa. O  meu filho nunca comeu comida pré-feita e eu faço questão de ser eu mesma a preparar todas as sopinhas que ele come e tento que sejam o mais variadas possível, nesta fase em que ele já pode comer praticamente tudo. Não tenho a Bimby, mas tenho esta máquina de vapor da Avent que adoro e recomendo. Cozo carne, peixe e legumes a vapor e trituro também a fruta para fazer purés. Para a base da sopa tenho esta panela de pressão. É moderna e tem um sistema diferente das antigas. Quando os meus pais me ofereceram a panela eu olhava para ela com uma certa relutância. Confesso que me assustava um pouco, mas comecei a usar e agora não quero outra coisa. Em 20 minutos tenho 6 litros de sopa. Depois é só triturar, misturar a carne ou o peixe e congelar.

P.S. Antes de comprar a máquina da Avent comprei a da Chicco, mas troquei-a logo porque não era grande coisas. Era frágil, pouco prática e tinha pouca capacidade.


22 de fevereiro de 2011

O novo brinquedo

Este é o novo brinquedo do meu marido. E como ele está feliz!
 
É incrível como há pessoas que vibram com gadjets. O meu marido é uma delas. Eu não ligo nenhuma, se bem que acho uma certa graça ao ipad e até me dava jeito em termos profissionais, mas acho que não me ia entender com aquilo por causa do ecrã táctil. Vou continuar com os meus blocos de notas e canetas, que nunca me deixam ficar mal.

As voltas que a vida dá

Não estava com uma amiga há dois meses e hoje fomos almoçar. Ela bem dizia que tinha novidades e se tinha! Terminou o namoro que tinha, arranjou um namorado que já tem 3 filhos, já conheceu os miúdos e já falam em casamento e ter mais 3 filhos! Ela está feliz e bem merece, que os últimos relacionamentos têm sido desastrosos. Ela sempre foi cautelosa, sempre teve medo de compromissos e agora está ali cheia de projectos e planos imediatos e com a certeza que ele é o tal. Esperemos que sim!

Manhãs

Tenho um problema com as manhãs. Fico na cama sempre até à última e depois é uma correria pegada. Invejo aquelas pessoas que dormem 5 ou 6 horas e acordam fresquinhas, que fazem tudo com calma, que se sentam a tomar o pequeno-almoço descontraidamente e que saem de casa com tempo. Eu sou um caos matinal, sou uma dorminhoca do pior e começo sempre o dia a correr.

21 de fevereiro de 2011

Esperemos que o sol tenha vindo para ficar

Os senhores da metereologia dizem que sim e eu quero acreditar nisso. Estava farta de estar a trabalhar de dia com as luzes acesas. É das coisas mais deprimentes que há. E o dia de hoje está lindo e, apesar de ainda vir longe, começa a cheirar a primavera e a mim apetece-me um gelado... Limão, morango e caramelo do Santini... Irresistível.

Não sei porquê, mas...

... Hoje acordei com vontade de voltar a ter um bebé. 

Bom dia

20 de fevereiro de 2011

O que será?

Um bebé com mochila ou uma mochila com bebé? 

O A. adora a sua mochilinha do Noddy e no outro dia em casa de uns amigos foi um problema para conseguir que uma das filhas deles - com 19 meses - lhe devolvesse a mochila. Queria porque queria a mochila do "Nony" e para a trazer de volta a L. ficou a chorar.

Para a menina e para o menino

Quentinhas como só estas pantufas conseguem ser e acabadas de chegar da Serra da Estrela. Adoro! Duram imenso, as minhas últimas estragaram-se porque já estavam muito velhinhas, levaram com um prato de sopa em cima - naqueles dias em que os almoços não correm lá muito bem  - e não as consegui lavar, pois estavam já a desfazer-se. Obrigada, mãe.

Sol

Bom dia! Por estas bandas o dia amanheceu com sol! Maravilha! Que saudades! Vai daí e como o A. estava melhor, sem febre e bem disposto, peguei nele e fomos até ao parque infantil. Estreou-se nos baloiços - daqueles próprios para pequentotes - e adorou! Era vê-lo a balouçar e rir. Estava radiante e a meter-se com todas as crianças. Foi uma bela manhã!

19 de fevereiro de 2011

Boas notícias

Não quero deitar foguetes antes da festa, mas parece que a febre foi embora.  O A. passou a tarde muito bem disposto, sempre de um lado para o outro a falar ao telefone e a atirar tudo ao chão. A sesta foi longa e foi para a cama mais tarde do que é costume. Nós agora perguntamos se ele quer ir para o "óó" e ele põe a mãozinha direita perto do ouvido e inclina a cabeça. Uma ternurinha. 

Ao fim do dia tive direito a uma pausa e fomos ver o "Cisne Negro". Gostei, mas não adorei, mas é um excelente filme e a interpretação da Natalie Portman é sublime.

Como o meu filho foi para cama uma hora e meia mais tarde do que é costume - 22h30 em vês de 21h00 - era bom que amanhã de manhã ficasse na caminha mais uma hora ou duas. Vou fazer figas. É que continuam a dar mau tempo para amanhã! Já não se aguenta a chuva.

Viagem no tempo

Só mesmo a Ana Faria e esta viagem no tempo para me tirar a neura!! Pareço uma criança a cantar isto tudo, ao mesmo tempo que danço com o meu filho, que sorri e se abana todo!

Ana Faria - Nostalgia Parte II

Ana Faria

Nostalgia... Ainda me lembro das letras.

Inspira, expira e volta a inspirar

Às vezes é preciso respirar fundo e contar até 10 ou até 100 para não me passar e não dizer coisas que não quero. É que isto de ter um marido de baixa  que não pode fazer nada em casa, um filho doente (felizmente, só uma febre que teima em não passar) e uma casa para tratar está quase a conseguir dar comigo em louca. Na maior parte do tempo estou bem e levo o barco com boa disposição, mas há alturas em que me apetece gritar! Gritar bem alto! E eu?! Onde é que eu fico no meio de tachos, meias elásticas, almoços, lanches e jantares, ben-u-rons e brufens, máquinas para fazer e roupa para lavar?! E agora vou ali ver se o bacalhau já está gratinado enquanto continuo a respirar fundo.

18 de fevereiro de 2011

Vida de mulher moderna!

O meu filho só quer colo. Está xoxinho, continua febril, e precisa e quer mais atenção. Ao meu marido apareceu-lhe um pequeno derrame na perna e ficámos logo preocupados - ainda mais. Parece que não é grave, mas deve ter de repousar ainda mais e, no meio disto tudo, eu precisava mesmo de trabalhar. (Antes de ser mãe trabalhar em casa era sinónimo de rendibilidade. Sozinha, no meu mundo, era fantástico. Não havia distracções nem cafés e os dias rendiam imenso. Agora, tudo mudou e trabalhar em casa é uma odisseia. Ainda para mais nesta fase, em que estou no início de um projecto. Value-me a manhã enquanto os  meus homens ainda dormiam. Preciso de estar concentrada, abstrair-me de mim própria e mergulhar no mundo que estou a criar, mas quando o meu filho não está a trepar por mim acima está a tentar destruir a casa...  Agora que anda a vida, e o mundo, dele ganhou outra dimensão e é vê-lo percorrer a casa. Neste momento, está a dar cabo do sossego das gatas que dormiam camufladas no puff. Avizinha-se um fim de semana de loucos - fechados em casa - comigo a ter vontade de fugir! Mas não fujo e amo a minha vida e a minha família, mas que às vezes apetece desaparecer, apetece, apetece!

O meu piolho

Não tem conjuntivite nenhuma, mas tem febre. Ontem estava muito quieto sentado ao colo da minha mãe e ela percebeu logo que ele não estava bem. Tinha 38.7º. Depois do jantar tomou um ben-u-ron e a febre baixou. À uma da manhã não tinha nada, mas hoje de manhã o termómetro marcava 38.6º- Já lhe pus mais um supositório e agora vou esperar para ver o que acontece. Não me parece que seja dentes, pois quando assim é ele fica todo babado e a morder, desesperadamente, tudo o que encontra. Só espero que não seja nada de importante.

17 de fevereiro de 2011

Preciso

Mesmo de uma boa ideia. Odeio a folha em branco. Que nervoso miudinho... Sei que o que custa é começar, mas este arranque está difícil. Pode ser que amanhã acorde mais inspirada.

Aqui estou!

A andar todo gingão, de perna ainda meio aberta, mas muito despachado e a falar ao telefone ao mesmo tempo! O que eu gosto de telefones e de telemóveis, mas têm de ser verdadeiros e não daqueles de plástico colorido e sons irritantes para crianças.

O Duarte precisa de ajuda!

Por favor, vão ao blogue da Cocó na Fralda e fiquem solidários com o pequeno Duarte.

Conjuntivite

Quando o meu telemóvel tocou e vi que era da creche o meu coração parou. A telefonista pediu-me para aguardar enquanto passava à educadora e aí o meu coração batia. O que teria acontecido? Esperava que não fosse nada de grave. Do outro lado do telefone surge a educadora que diz que o A. deve estar com uma conjuntivite. Pede-me para o ir buscar, pois é contagioso. Lá vou eu. Chego lá e não vejo nada no olho dele. Disseram-me que a vermelhão e a ramela passara, mas para estar atenta que tinham casos de conjuntivite no berçário. Lá viemos os dois e rumámos até ao supermercado. A estreia do A. sentado no carrinho do supermercado. Que alegria. Aquilo era melhor que a Disney e agora vou salvá-lo. O meu marido acha que está na hora de dormir a sesta - na creche dorme a esta hora - mas ele não quer e não pára de gritar. No meio disto, devia trabalhar, mas acho que já não é hoje...

Não, não e não!

O meu filho tem uma atracção especial por tudo o que não pode fazer ou para ir mexer onde não pode. A box do meo, é uma tentação, adora carregar no botão de on e off. Desliga o botão, olha para a tv e depois encolhe os ombros, abre as mãozinhas e diz "ná", que é como quem diz, não há. Depois volta a ligar e sorri ao ver os bonecos aparecerem de novo.
Outra grande atracção é a comida e a água das gatas. Quando embica que tem de lá ir, nada o demove, nem mesmo as palmadas na fralda. Gosta de ir meter as mãos na água e comer a comida. Nós ralhamos, dizemos que não pode mexer, e ele olha para nós como quem diz: "Não posso fazer nada"!
A máquina da loiça também é fascinante e um perigo. Mal me vê abrir a máquina, lá vem ele a todo o gás e fica danado quando eu lhe digo que não!
A última é pendurar-se na mesa do escritório, fica de pés no ar, e com as mãozinhas arrasta tudo para fora da mesa. No outro dia andava a brincar com o papel da baixa do pai.
Tenho de fazer algumas alterações em casa, pois detesto ter de estar sempre a dizer que não. Para já, vamos colocar uma cancela no topo da escada para evitar que ele um dia destes saia do quarto sem nós vermos e venha por ali abaixo; vamos mudar os medicamentos para o armário de cima, de modo a que ele não consiga ir lá; vamos colocar trincos em todas as gavetas, pois desde que as consegue abrir é um problema. Se tiverem outras ideias de segurança, digam. Nestas idades, todo o cuidado é pouco, e o meu filho é um atrevido e um destemido. Mais vale prevenir que remediar

16 de fevereiro de 2011

Um quadradinho de chocolate

Recomendo vivamente o telegrama de chocolate que ofereci ao meu marido (e não ganho nada pela publicidade, é genuíno). Já tinha oferecido ao meu pai, num aniversário que ele passou longe, e ele tinha gostado muito. Não é só pela graça, pelo factor surpresa e originalidade, mas porque o chocolate é excelente. São uns quadrados grandes de chocolate belga de alta qualidade. Por isso, vou ali comer um... Até amanhã.

CP e outras viagens

Espero que amanhã não haja greve dos comboios. Preciso, desesperadamente, que a minha querida mulher a dias venha trabalhar. A minha casa tem saudades dela e eu também. Não há nada como chegar a casa nos dias em que ela vem. Tudo cheira a limpo, está arrumado e organizado. Claro que bastam poucas horas para o meu filho - e o meu marido, também - virar tudo de pantanas, mas não faz mal. A casa é para ser vivida e assim sempre vou dando trabalho à minha G. enquanto ela não acaba o mestrado em Direito e regressa a Angola. Admiro muito a G. Quando começou a trabalhar em minha casa era uma miúda que andava no liceu, ao mesmo tempo que trabalhava. Depois foi para a faculdade. Este ano acaba o curso, mas vai logo meter-se no mestrado. Nos tempos livres trabalha a dias. E é um gosto vê-la. Faz tudo impecavelmente bem, basta dizer as coisas uma vez e não temos de repetir, é inteligente, não tem vergonha do trabalho que faz e fá-lo com dignidade. Se todas as pessoas fossem como ela, empenhadas, determinadas, honestas e competentes, Portugal seria um país melhor, não tenho dúvidas. Ela é um exemplo. No meio disto tudo ajuda a irmã que ficou viúva aos 20 e poucos anos com dois filhos para criar. Vou ter muitas saudades dela, quando ela regressar a Angola, mas fico a fazer figas para ela receber tudo de bom desta vida. Ela merece.

Correu bem!

Ia com espírito positivo e acreditava no trabalho que tinha apresentado e defendi-o com unhas e dentes. As pessoas presentes - quase todas "altas patentes" - gostaram (umas mais do que outras), limámos algumas arestas mas, no final, o resultado foi bom e posso avançar com as minhas ideias. Espero conseguir levar este barco a bom porto. A responsabilidade é muita, o desafio é grande, mas estou determinada em obter bons resultados.

Que temporal!

Parece o fim do mundo! Que chuvada! Eu que durmo que nem um calhau - ao contrário de quase todas as mulheres que depois de terem filhos juram que nunca mais dormiram profundamente - acordei esta noite e pensava que a casa vinha abaixo. Que temporal! Nem sei como é que o meu filho não acordou. E nós vivemos no último andar, o quarto é no sótão, e parecia que o telhado ia cair.

Importante

Hoje a seguir ao almoço tenho uma reunião importante, muito importante mesmo, em que se vai decidir o meu novo projecto, não o conceito em si, mas os moldes em que vai ser desenvolvido. Preciso de sorte, preciso de conseguir mostrar o meu ponto de vista e preciso que eles acreditem nas minhas ideias!

Adrenalina Matinal!!!

Tenho grande preguiça em ir pôr gasolina. De manhã é porque já vou atrasada, à tarde é porque quero ir para casa e ando sempre ali, no limite, até ao fundo da reserva.

Pois bem... Hoje de manhã, ia eu super atrasada para levar o A., olhei para o mostrador da reserva e achei que ainda aguentava até eu chegar à bomba da Galp para ter desconto do talão do Continente, (sou daquelas viciadas em descontos e talões) mas não! Ia muito bem na Cril quando a carrinha morreu. Pum! Nada! Nem para a frente nem para trás. Os carros a buzinarem, e eu com o meu filho no carro e sem saber muito bem como me safar. Liguei à minha mãe para me ir levar gasolina, vesti o colete amarelo e saltei do carro, que estava a entupir a faixa do meio, e fui para a mala procurar o triângulo. 
A minha mala é o caos, e entre carros e cadeiras de bebé, não encontrava o maldito triângulo. Comecei a tirar tudo da mala, de rabo espetado para a Cril. A figurinha... Os nervos eram mais que muitos. A certa altura, chegam dois polícias de mota e eu, envergonhada, lá disse que tinha ficado sem gasóleo. Disseram-me que tinha de encostar o carro à berma, pois estava a perturbar o trânsito. Lá me ajudaram com a manobra, eu super nervosa, o polícia a empurrar o carro. A certa altura, ele diz-me para voltar a ligar o carro, coisa que eu já tinha tentado fazer várias vezes, e não é que aquilo pega! (Deve ter sido uma oraçãozinha da minha mãe) Disse logo ao polícia que me ia embora. Ele disse que era melhor não, ia ficar parada mais à frente, mas eu acenei-lhe, agradeci-lhe e disse que havia uma bomba logo ali em Benfica. Ele mandou-me ir pela direita e com os quatro piscas.  E pela cara dele deve ter achado que eu tinha tirado a carta nessa manhã. E eu lá fui, sem parar, até à bomba.Que alívio.

Nunca mais volto a deixar ir a reserva até ao fim. Nunca, nunca, nunca mais! Que situação, que nervos, que embaraço...

15 de fevereiro de 2011

E detesto...

Quando me irrito. Quando chego a casa e a encontro de pantanas, quando pedi uma coisa ao meu marido e ele não fez, quando a greve dos comboios impede a minha mulher a dias - que eu adoro, é a melhor do mundo, e em 7 anos faltou duas vezes, se tanto - de vir trabalhar, quando vou deitar o meu filho e a janela do quarto ainda está aberta, pois deixei o quarto a arejar de manhã e ninguém a fechou, quando a mesa da sala mais parece um repositório de coisas que nunca mais se arrumam, quando estou cansada e ainda tenho tanto para fazer... É preciso respirar fundo e descomprimir um pouco - uma cigarrilha à janela, sentindo a brisa marítima, costuma ajudar, mas é um mau exemplo, eu sei.

Adoro...

... Estar a trabalhar e a olhar para as flores lindas, lindas, que o meu amor me mandou e para a foto do meu filho lindo, que eu amo! Sou uma priviligiada por viver rodeada de tanto amor.

Mas nem sempre foi assim e dei bastantes cabeçadas e apanhei muitas desilusões. Mas tudo o que me aconteceu foi importante, faz parte de mim, e faz com que eu dê ainda mais valor ao que alcancei e ao que estou a viver.

É possível viver sem amor? Acho que não...

Que belo almoço!

Hoje a minha mãe veio almoçar comigo. Não estava nada programado, mas ela veio para as minhas bandas e eu levei-a a almoçar. Foi bom, muito bom. Já não estavamos as duas juntas, sozinhas, sem pressas, sem termos de estar de olho no A., sem a correria de fim de dia para ir para casa há muito tempo. Estive ali só com ela. Foi bom. Percebi que lhe fez muito bem e que foi como um bâlsamo. Não é que a minha companhia seja a melhor do mundo, mas com a correria do dia a dia e com os problemas que temos tido por causa das questões burocráticas da herança a minha mãe anda mais nervosa, mais perdida e a precisar de atenção. E hoje o tempo era só dela. Para desabafar, colocar questões, partilhar angústias. O mundo que ela conhecia rui de um segundo para o outro - no momento em que a minha mãe encontrou o meu pai já sem vida - e ela ainda está a aprender a estar à frente do leme. Leva tempo, não é fácil, as dúvidas são muitas, o medo de errar também, mas com o tempo a coisa está-se a compôr. E é bom que ela saiba que estamos sempre aqui para ela, apesar de eu às vezes perder a calma e a paciência quando tenho de lhe explicar as coisas 20 vezes e quando me irrito quando ela diz que não consegue. Claro que consegues, mãezinha!

P.S: Andava há semanas a sonhar com comida Indiana, de modo que fomos a um restaurante Indiano maravilhoso, que eu adoro.

Casa cheia

O que o meu filho adora quando chega a casa e está lá o primo de 10 anos! É uma loucura. Começa a rir e vai a correr para ele. Nunca vi nada assim. O meu sobrinho tem uma paciência infinita, brinca imenso com ele e é muito giro vê-los aos dois. É bom as crianças crescerem rodeadas de família e amigos. O meu filho não estranha nada nem ninguém, pois ele está muito habituado a conviver. Se há coisa que gostamos é de ter a casa cheia de gente e é bom sentir que as pessoas se sentem bem na nossa casa, onde há sempre jantar, um café e dois dedos de conversa para quem chegar.

O dia de ontem não foi excepção e, não fizemos o jantarinho romântico da praxe, mas um jantar improvisado de família com criançada à mistura.

14 de fevereiro de 2011

Como nos filmes românticos:-)

Hoje a surpresa foi a dobrar. 

Eu ofereci ao meu marido um telegrama de chocolate. Como sei que ele não abre a porta durante o dia, é incrível como passam a vida a tocar para colocar publicidade, disse-lhe que a minha mãe vinha cá trazer uma sopa. E ele ficou desconcertado quando em vês da minha mãe lhe apareceu um senhor dos CTT. Ele ainda perguntou o que era, mas o senhor disse que a única coisa que sabia é que tinha de entregar a encomenda neste dia, sem falta. O A. ficou radiante, arrisco a dizer comovido, quando recebeu uma enorme embalagem de chocolate com uma mensagem personalizada...

Já tinha eu saído do escritório quando me liga uma colega minha a dizer que se desse, devia voltar para trás, é que tinha uma coisa linda à minha espera... Como ainda estava perto, corri debaixo de chuva, o mais depressa que pude e quando lá cheguei tinha um lindo ramo de rosas à minha espera. Foi tão bom, tão romântico, tão inesperado.


A vida com AMOR tem outro sabor.

Happy valentine's day

Não sou grande fã do dia dos namorados, mas sou fã do amor e de namorar, e de beijos, e de mimos, e de surpresas e de sorrisos cúmplices, e de gargalhadas, e de fotos partilhadas, e de banhos a dois, e de jantares à luz da vela, e de sessões de filmes aninhados nos sofás, de quadrados de chocolate a meias, de pequenos almoços (tardios) a dois…


O início de um grande amor começa com uma grande paixão – no meu caso foi assim – mas com o tempo vai-se transformando em algo mais doce, menos acelerado, mais profundo, menos efémero, mais eterno, mais sincero… A loucura desenfreada dá lugar a uma loucura mais pontual. Não era possível viver eternamente com o ritmo do início do namoro – a ânsia, a dúvida, o talvez sim, talvez não. Acho que nem o coração nem o corpo aguentava. Descobri isto com o meu marido, meu companheiro de vida, meu parceiro, meu amigo, meu amor, meu tudo. E é tão bom encontrar alguém com quem partilhar esta vida, alguém que seja o nosso porto seguro, alguém que nos faça sentir especial e que nos compreenda. Alguém a quem não temos de dizer tudo, pois conhece-nos e sabe o que precisamos. Alguém que gosta de nós mesmo quando estamos com olheiras e de má cara ou quando acordamos com os pés de fora com um feitiozinho insuportável. Espero continuar a comemorar o amor ao lado do meu homem. Espero que o que sentimos um pelo outro vá crescendo à medida que o tempo passa, se vá transformando em algo sempre melhor e mais intenso. Imagino-nos mais velhos, muito velhinhos e juntos. Olho para os meus avós que fazem este ano 62 anos de casados e sei que são uns privilegiados. Mas também construíram a sorte deles. Nunca desistiram um do outro e espero que o meu A. nunca desista de mim, nunca desista de nós, nunca desista do nosso amor. Nunca desista da nossa família que estamos a construir e que amo muito.

13 de fevereiro de 2011

Parabéns!

A minha sogra hoje faz anos e, apesar da chuva, vamo-nos reunir todos e almoçar com ela. São 77 anos, 8 filhos e, até agora, 6 netos para celebrar. Esperemos que apesar das questões de saúde que tanto a afectam, continue connosco por muitos e bons anos e que possa ver a família aumentar ainda (eu cá ando com uma vontade de lhe dar outro neto). Um beijinho especial neste dia.

12 de fevereiro de 2011

Cineminha...

A minha querida cunhada S. e o meu sobrinho vieram-nos visitar e dar uma ajuda preciosa, como sempre. Apareceu com  o almoço e a meio da tarde, depois de me ajudar com as compras do supermercado, mandou-me a mim e ao meu maridão para o cinema(Apesar do repouso, o médico disse que já pode sair algumas vezes, desde que não faça esforços nem pegue em pesos). O filme foi muito interessante, ainda por cima porque ainda ontem tinha pensado nesta temática - A vida depois da morte -. Quando chegámos a casa o meu filho estava de banho tomado, jantado e pronto para o mimo dos papás e para ir para a cama. E nós, sentámos à mesa a comer um maravilhoso entrecosto que a minha cunhada tinha feito. É bom ter quem nos ajude e nós temos muita sorte por ter tantas pessoas sempre dispostas a ajudarem-nos.

P.S. O A. está cada vez mais desenvolto e já anda mais à vontade

11 de fevereiro de 2011

Parece que...

  • Vem aí mais um dentinho. Aquela vontade de morder. Antes do jantar apanhámo-lo a morder os degraus da escada e o nariz a pingar não enganam. Felizmente, o balsamo primeiros dentes ajuda.
  • Vou ter mais um futebolista em casa. Hoje ao fim do dia viu a sua bola e lá foi ele, a ANDAR, sozinho, e começou a dar chutos na bola. O pai, babava de orgulho.
  • O meu filhote está tão crescido que já lava os dentes. É verdade, uma escova que metemos no dedo, um pouco de pasta de dentes própria e escovamos. Ele, aflito como anda, gosta e sempre tem oportunidade para nos dar umas dentadas.

Era mesmo preciso...

... Chover desta maneira?! Principalmente depois dos senhores do meteo dizerem que não chovia! E uma pessoa com a corda cheia de roupa quase seca e cheia de planos para ir ao parque no fim de semana. Não há direito, mas pronto. Vamos lá ver o que o tempo nos reserva este fim de semana. É que ficar com o pestinha fechado em casa a destruir tudo por onde passa é dose! Bom fim de semana, com ou sem chuva.

Atenção! Sapatos C&A

Se alguém comprou sapatos de bebé C&A, tenha atenção e vá devolver! Parece que têm susbtância cancerígena. Mais informações, aqui.

Os melhores palmiers do mundo...

São os do Careca! Ontem fui lá para comprar os croissants que o meu marido adora, mas não havia e tive de me contentar em comprar uma caixinha daqueles palmieres maravilhosos. Fininhos, estaladiços, únicos. O meu filho estava a dormir e acordou ao meu colo no meio da pastelaria. Abriu os olhos, olhou em redor e apontou para tudo o que estava na montra e disse "Dá, dá, dá". Lá parti um pedaço de palmier e dei-lhe. Que alegria. Já no carro, olhei para ele, e lambia os dedos com um ar feliz. Como eu o compreendo...

Bom dia!

10 de fevereiro de 2011

Declaração de Amor

Hoje o meu marido fez-me uma linda declaração de amor e quando cheguei a casa  ele tinha arrumado tudo, tratado da loiça e da roupa. Ele não deve, o médico aconselhou repouso, mas disse que não aguentava mais que fosse eu a fazer tudo... Até me comovi. É tão bom e tão querido este meu homem. Tenho mesmo sorte de o ter comigo e de nos termos escolhido um ao outro para percorrermos este caminho, que é a vida. Amo-te muito, meu amor. Hoje e sempre, és o meu homem.

Vida de marido

A consulta do meu marido com o cirurgião vascular não correu como queríamos e os exames mostraram que a trombose na perna do meu amor ainda não passou e detectaram-lhe ainda alguns coágulos. O meu amorzão estava tão desanimado, coitadinho. Não só tem de ficar de baixa mais 12 dias com novas sessões de injecções 2x ao dia, como lhe disseram que havia a possibilidade da veia nunca desentupir, e dele ter de usar aquelas maneiras de compressão para sempre. Ele não percebe como é que isto é possível - tem apenas 36 anos - sempre foi super desportista e está na fossa. Não só por esta situação, mas porque se sente mal por me estar a sobrecarregar com as coisas de casa e do miúdo. Quero tanto animá-lo...tanto, tanto, tanto... Só de imaginar o ar dele de tristeza fico com o coração tão pequenino e apertado.

9 de fevereiro de 2011

Vida de gato...

A pulga não só adora a cadeira da papa do A., como não dispensa o triciclo dele para apanhar uns banhos de sol! Chamem-lhe parva!

8 de fevereiro de 2011

As estações do ano e as roupa

Estamos em pleno Inverno e, como tal, eu devia conseguir comprar babygrows quentes para esta altura. Mas não! As lojas só têm roupa de primavera/ verão. Hoje corri o Corte Inglês à procura de babygrows e pijamas, mas não havia nada quentinho. Havia uns restos de saldos, mas nada que lhe servisse. Amanhã vou continuar a procurar. É que os que ele têm estão a ficar pequenos, mas não lhe posso vestir roupa de algodão. As noites ainda estão frias e não faz sentido nenhum que já só haja roupa de verão à venda!

Meigo e Atrevido!

O meu filho está um atrevido e anda a medir forças com tudo e todos. É a coisa mais meiga do planeta, é dengoso, charmoso e sorridente, mas anda cá um malandro. Hoje levantou a mão ao pai. O pai agarrou-lhe na mão, ele soltou-se e insistiu com mais força. O pai teve de lhe ralhar e deu-lhe uma palmada na mão. Ele ficou furioso, mas tem de perceber os limites. É que também já fez isto na creche à educadora mais velha e não podemos permitir.

Odeio...

... Dias de céu cinzento! Fazem-me dores de cabeça! Esta luz incomoda. Para onde foi o sol? E os senhores do meteo dizem que ainda vem aí chuva! Não!!!

Soube muito bem!

Quentinho e com caramelo...


7 de fevereiro de 2011

Mais um dente...

... E 39.2º de febre ontem à noite. O A. estava tão aflito, com o nariz entupido e com o dentinho a romper. Pus-lhe um Ben-U-Ron e ajudou-o a passar uma noite descansada. De manhã estava melhor e levei-o à creche, acompanhado pelo Bálsamo Primeiros Dentes. Quando o deixei com a Carla, a auxiliar que ele adora, ela disse-me que ele ultimamente se porta mal. Sempre a rir, mas a tirar a chucha aos mais pequenos e quando lhe ralham ele levanta a mão e diz pá! Mas o que é isto, piolho da mãe?! Não tens vergonha?

6 de fevereiro de 2011

Que boa sensação

É bom chegar a Domingo à noite com a sensação de que o fim de semana foi muito bom. Parece que ainda sinto o calor do sol na minha cara. Acho que o A. também gostou muito destes dois dias que foram repletos de brincadeiras e novos amigos. O maridão hoje abriu uma excepção ao descanso absoluto e foi connosco até ao jardim. A avó e a tia I. também estiveram cá, assim como a tia S. Obrigada a todos - os que fizeram parte dele- e ao Sol por este fim de semana.

5 de fevereiro de 2011

Uma manhã em cheio!

Hoje atravessei a cidade para ir ao Parque das Conchas, mas valeu mesmo a pena. Eu e o A. acordámos cedo, mais ele que eu, mas vai dar ao mesmo, e rumámos até ao Lumiar onde uma amiga e o seu piolho também iam passear. O meu marido, desgraçado, lá ficou em casa com a perna estendida por causa da maldita tromboflebite que nunca mais passa. O dia estava lindo e o parque estava cheio de vida, crianças, desportistas, novos e velhos a desfrutar deste magnifico dia de sol. O A. iniciou-se na descida do escorrega, mas o que ele gostou mesmo foi de se sentar numa espécie de balancé. Estava tão contente! Além disso jogou à bola, gatinhou e apanhou pauzinhos. Foi uma manhã em grande! Mal entrou no carro caiu para o lado, acordou para almoçar, um bocado ensonado e depois foi vê-lo dormir até às 17h! E eu também passei pelas brasas e se não fosse o senhor do Continente Online tinha dormido mais um bocadinho, mas já foi muito bom.



4 de fevereiro de 2011

Até amanhã...

Anda filho, anda!

O A. já vai dando uns passinhos, mas o que eu quero mesmo é que ele ande! Ande e suba escadas sozinho e se der, e não for pedir muito, que leve a sua mochilita às costas. É que isto de viver num 3º andar sem elevador e carregar com 10kg de filho, mais a minha carteira, os sacos dele mais os das compras que não vieram na entrega online está a dar cabo das minhas costas!

13 meses de puro amor

Faz hoje 13 meses  que tudo mudou na minha vida. Fui mãe pela primeira vez e foi no dia 4 de Janeiro de 2010 que peguei no meu filho pela primeira vez. Já o amava desde o dia que soube que ele estava dentro de mim, amei-o ainda mais na primeira ecografia em que o vi, mais ainda quando o comecei a sentir mexer dentro de mim e amo-o ainda mais hoje e amanhã ainda mais e por aí fora. O meu amor vai crescendo à medida que o tempo passa. Amo-o perdidamente quando ele nos acorda de manhã com o melhor sorriso do mundo, quando ele chama "mamã" e se enrosca em mim, quando dançamos e cantamos no carro de regresso a casa, quando fazemos as construções e empilhamos peças, quando jogamos futebol pela casa, quando se senta no chão a apontar para a caixa das bolachas e até mesmo quando ele decide atirar o prato da sopa para o chão (Aqui leva um ralhete, pois já sabe que é errado e tem de perceber que não pode fazer asneiras). 

Foi um bebé muito desejado e é muito amado por todos. A alegria e loucura do pai no dia em que ele nasceu e lhe pegou pela primeira vez não dá para descrever. Depois foram os meus pais, a minha irmã e o meu cunhado que o viram. O meu pai estava doido a mandar sms com a fotografia dele a todos os amigos. O A. era a cara chapada dele quando nasceu e o meu pai viveu os últimos meses da vida dele apaixonado pelo neto. A minha mãe também estava radiante, como toda a família. 

Os bisavós, as avós, tias, tios, primos e amigos adoram o nosso filho e ele gosta  muito de estar com eles. e de fazer programas variados. Tem convivido com pessoas muito diferentes (numa família muito grande a diferença é inevitável) e penso que isso é muito importante para que ele perceba que o mundo é feito de diversidade. 

Faz hoje 13 meses que tudo mudou, mas eu também mudei. Ser mãe do A. tornou-me mais feliz, mais atenta, mais emotiva, mais serena., mais completa, como mulher e como pessoa. Adoro ficar a olhar para ele e ver como está grande e espertalhão. É bom perceber que ele se está a desenvolver bem e, acima de tudo, que é um bebé feliz. Fico tão babada ao andar com ele na rua ou quando vamos ao supermercado e ele distribui sorrisos e adeus a todas as pessoas por quem passa. É um bem disposto. Está a ficar manhoso e a querer colo na hora de dormir, mas isso faz parte do desenvolvimento. Ele faz o nosso papel e nós fazemos o nosso. Mas, acima de tudo, amamo-nos muito, beijocamo-nos, abraçamo-nos, brincamos e rimos juntos! Amo esta família (ainda em construção) e tudo o que ela significa e representa.
É mesmo o A. momentos depois de ter nascido

3 de fevereiro de 2011

Pirata bom da mãe!

É oficial. O meu filho é um pirata! Um pirata meigo, carinhoso, ternurento, mas um pirata! Não pára um segundo, está a descobrir o mundo e já se empoleira para chegar ao topo das mesas! Não há olhos que cheguem e enquanto aqui estou ele está a ver se destrói o escritório. Neste momento, está mergulhado no cesto de papeis. Atirou para lá um brinquedo para ter a desculpa de o ir lá buscar!

P.S. Hoje à tarde fui busca-lo à creche e adoro! É a melhor maneira de começar o 2º turno do dia

E agora vou preparar os jantares.

Bom dia!

Ontem foi tão bom ter o nosso amor pequenino de volta a casa. Não é que o amor seja pequenino, porque maior não há, mas é ele que é pequenino e se enrosca em nós. Ficou feliz de nos ver, apesar de ter estado muito bem com a avó, mas a alegria dele em casa, connosco, com as gatas... E a nossa alegria por ele ter voltado a encher a casa com os seus gritinhos, os palranços, as gargalhadas e o barulho ao gatinhar arrastando sempre consigo peças de madeira. Cada dia que passa ele está maior e faz coisas novas. Agora quer comer sozinho, nós lá vamos deixando apesar das colheradas de sopa e afins que voam pela cozinha para se grudarem nos imaculados móveis brancos. Já sai da nossa cama sozinho - como já fazia no sofá - vira-se com a cara para a cama e deixa o corpo escorregar devagarinho. Hoje de manhã insistia que era ele que punha o gorro sozinho. Esteve quase, quase, não queria ajuda, e ficou furioso quando eu, com a pressa, lhe enfiei o gorro e lhe peguei ao colo para irmos à nossa vida. Que bom que é ser mãe dele e puder tê-lo ali com aquele sorriso maroto e sempre aberto. Às vezes, fico cansada, muito cansada, e duvido da minha sanidade de pensar em ter mais um filho este ano, mas depois percebo porquê, porque são a melhor coisa que há. Aquele sorriso, aquele encosto e aquelas ternuras, a par com as diabruras e as piratices, são a melhor coisa do mundo!

2 de fevereiro de 2011

Adoro

Este blog que me dá imensas ideias rápidas e boas para cozinhar. Já fiz alguns dos pratos e recomendo.

Parabéns Vitinho

Ver este vídeo faz-me viajar no tempo. Leva-me à minha infância, à minha antiga casa, aos meus pais jovens e felizes, aos beijos e histórias de boa noite, ao aconchego dos lençóis, às brincadeiras, à minha irmã muito pequenina e sem a tristeza (que os últimos acontecimentos da vida) lhe deixaram no olhar, ao sonho... Não é que hoje eu não seja feliz, porque sou e muito, mas a infância fica connosco para sempre. Quando somos pequenos tudo é possível, tudo é mágico e não voltamos a viver nada assim. Talvez agora com o meu filho volte a "ser pequenina", mas a minha infância não volta mais... E este vídeo deixa-me nostálgica e com muita emoção...

E a noite foi assim

Tranquila para mim, que dormi bem e descansei agarradinha ao meu marido e muito tranquila para o meu filhote. De manhã o baby report foi bom. A minha mãe disse que ele dormiu bem, acordou às duas da manhã e bebeu o seu leitinho. Acordou às oito, mais um biberão e foi para a creche. Gostou tanto de estar com a avó que nem queria ficar na creche. Hoje tenho um dia de loucos a nível de trabalho e ao fim do dia espero abraçá-lo muito e matar saudades daquele meu filho que eu tanto amo.

1 de fevereiro de 2011

Saudades do meu filho

Estou cheia de saudades do meu filho! Pedi à minha mãe para ficar com ele hoje para eu conseguir trabalhar - já sabia que ia ter trabalho pela noite dentro - e ver se descansava um bocadinho, mas a verdade é que estou cheia de saudades dele. A casa a esta hora sem ele, sem o seu riso, os seus gritos, tê-lo a gatinhar e a trepar por mim a cima fica tão vazia e pobre... Estou com uma sensação de vazio. Já liguei para lá para saber se tinha corrido tudo bem na creche, mas estou com umas saudades... É como se faltasse um bocadinho de mim... Tive de parar o meu trabalho para vir aqui desabafar. É que sinto mesmo um aperto no peito... Ai aquele bebé bom que está sempre a sorrir e de braços abertos para mim, que olha para mim como se eu fosse a melhor coisa do mundo e que dá uns abracinhos... Ai! Que saudades do meu bebé maravilho!

Jovens

A propósito do meu novo projecto hoje fui passar a tarde a falar com jovens dos 14 aos 18 sobre quem eles são, o que querem, o que gostam, como se relacionam uns com os outros, com os pais, com a vida, com a escola e foi muito interessante. Foi pena só terem aparecido raparigas, mas mesmo assim valeu a pena e foram umas horas bem passadas a ouvir tudo o que tinham para dizer.  Gostei da sensatez e da maturidade com que falaram. Foi uma conversa franca, sem tabus e houve uma frase que me marcou bastante. "Os nossos pais estão sempre presentes na nossa vida. Pensamos muito no que eles acham de nós e no que é que pensariam se estivessem no nosso lugar. Mas nunca lhes admitimos isso".