28 de fevereiro de 2013

Maternidade - para mais tarde recordar!!

Encerro esta rúbrica Maternidade com uma sugestão. Para dizer a verdade, a sugestão é da Mariana Sabiado, mãe 360, que no Domingo estará, mais uma vez, a fotografar famílias. Têm as informações aqui e aqui. Eu vou lá estar com o Maridão, com o pirata e com a minha super barriga para uma sessão de 30 minutos. Sempre quis fazer uma sessão fotográfica porque acho que há artistas que conseguem captar momentos únicos com as suas câmaras e tenho a certeza que vou gostar muito do resultado. Além disso, estaremos todos na fotografia o que também é raro. E o Afonso vai estar na barriga. Como sabem eu adoro estar grávida, sinto-me sempre maravilhosa e vai ser muito giro ser fotografada neste estado de graça com os meus amores!! E qual é a mãe que não adora fotografias e ser fotografada em família?? Acho que quer seja com a Mariana ou com outro fotografo é uma excelente sugestão para um momento para viver em família e para mais tarde recordar!!

Será do suplemento vitamínico???

Não sei se é do xarope para abrir o apetite, mas a verdade é que hoje jantámos em meia hora sem guerras nem birras e ele estava cheio de apetite! Os douradinhos também ajudaram, visto ser uma coisa que ele adora, mas comeu o arroz todo, gelatina e meia maçã! Yupi!! E um jantar é paz é coisa que já não se via por aqui há algum tempo. 

Educar para o futuro

Chegou hoje cá a casa o mais recente lançamento do Clube do Autor. O livro chama-se "Educar para o Futuro" e as críticas ao mesmo têm sido fantásticas. Foi eleito o livro do ano pelo New York Times e eu estou cheia de vontade de o ler. Depois partilharei com vocês a minha opinião. Já alguém o leu?

27 de fevereiro de 2013

Como vai ser isto com dois??

Hoje na farmácia devem ter pensado que eu era uma mãe à beira de um ataque de nervos e que o meu filho era um selvagem. Ele fica doido na farmácia, mas acho que evitar ir com ele não é educar e que ele tem e aprender a portar-se bem e a obedecer. Mexeu em tudo, fugia para a zona de crianças que é (estupidamente colocada) ao lado de uma porta automática que está a uns metros da estrada, não me obedecia, tirava as coisas dos expositores e até uma maçã decorativa, mas verdadeira, mordeu!!! E as senhoras da farmácia não ajudavam. Não tinham jeito nenhum com crianças e olhavam-me com um ar: se não tem mão neste e ainda vai ter outro!!! Lá consegui aviar a receita com o ferro, pagar e vir embora sem ter de entrar em despesas extras. E tenho esperança, muita esperança, que esta fase louca acalme... Hoje portou-se muito bem na escola e até comeu tudo!!! Já é um começo!

30 semanas e 3 dias de Afonso

E ouvi o seu coração bater forte! Já está de cabeça para baixo e deu ares da sua graça ao pontapear a médica quando ela colocou a mão na minha barriga. Está a desenvolver-se bem e eu também estou bem. As análises estão óptimas, à excepção da hemoglobina que está muito baixa. Além do Folifer tenho também de tomar uns shots de ferro para ver se os valores estabilizam. Engordei 2 quilos, ao contrário do mês passado que tinha engordado 300 gramas, mas continuo dentro dos parâmetros correctos do peso. E já falámos no parto!! Mas ainda faltam 2 meses. Esta gravidez está-me a parecer mais longa, mas o importante é que está a correr tudo bem.

Maternidade - um livro para os mais pequenos

A minha irmã ofereceu este livro ao meu filho no Natal e ele adorou. Esta semana resolveu levar para a creche para mostrar aos amigos e todos ficaram fãs do monstro Leonardo.

Este é um post fútil

Mas a loção para manter os piolhos afastados da cabeça do meu filho grudou no meu verniz e estragou-me as unhas. Quando comentei isto à frente do meu marido ele olhou-me quase com desprezo e depois riu, mas acho que é uma informação relevante de partilhar, dentro do género dos post muito fúteis!!! Por isso, se usarem o Stop Piolhos nos vosso filhos peçam ao vosso marido para o fazer!

Sou uma mãe piegas, galinha e com hormonas de grávida!!!

Acabei de receber um telefonema da minha mãe a dizer que para a semana não vai estar em Lisboa e para lá deixar o piolho a jantar e a dormir um destes dias. E depois do que tem sido a nossa vida com birras atrás de birras era de esperar que eu tivesse dito logo: é já hoje!!! Mas isto de ser mãe altera-nos os pirolitos e disse: está bem. Obrigada. Deixa ver... Sinto tanta falta dele quando ele não está, a casa fica tão vazia, sossegada e silênciosa, é estranho ver a caminha dele vazia quando me vou deitar... Sou uma mãe piegas, galinha e com hormonas de grávida!! Mas acho que vou aceitar a sugestão da minha mãe para ir ao cineminha... Queria ver o Argo e acho que eu e o Maridão estamos a precisar de uma noite a sós, que as últimas semanas do meu pirata não têm sido pêra doce!!

Birras, birras e mais birras!!! Socorro!!

Isto cá em casa tem andado ao rubro em termos de birras. O Brazelton diz, e já aqui comentei, que os 3 anos são os anos de ouro e tranquilidade, mas por aqui isto anda para lá de difícil. Não sei se é a chegada cada vez mais próxima do mano se o que é, mas o meu filho anda impossível!!!! Não se consegue fazer nada à primeira. Tudo é uma guerra. É uma guerra para vestir o casaco e para o despir. É uma guerra para ir para o banho e depois é outra para sair do banho e para se vestir. É uma guerra para comer. É uma guerra para parar de ver televisão e ir jantar. É sempre só mais um bocadinho, e mais um bocadinho... E depois começam os gritos, os choros e o espernear. No outro dia se não fosse uma vizinha não sei como tínhamos conseguido chegar a casa. Veio a chorar desde a creche, saiu do carro a chorar e depois não queria entrar no prédio nem subir as escadas. Deitado no chão... Aos gritos. Lá apareceu uma vizinha que me ajudou a arrastá-lo 3 andares! E eu perco a paciência, digo coisas que não quero. Deixo de ser a mãe que quero ser e sou uma mãe irritada e sem paciência. Fico triste e angustiada por não ter conseguido pôr em prática tudo o que leio e em que acredito sobre parentalidade positiva. Todos os dias acredito, e lhe peço, para termos um dia bom sem zangas e sem birras e com brincadeira e mimo, mas ou as coisas correm e acontecem exactamente como ele quer ou está tudo estragado e começa uma nova birra. Depois, quando está calmo e sem vontade de chatear é o miúdo mais querido, meigo e giro do mundo!!! 

26 de fevereiro de 2013

Que nervos!!

Tocaram à porta e vi que estava uma rapariga no patamar das escadas.

Eu: sim, diga?
Rapariga: sou da Zon e quero falar consigo.
(continuei com a porta fechada, que não abro a porta a estranhos quando estou sozinha)
Eu: obrigada, mas não estou interessada.
Rapariga furiosa: mas porquê?! Porque é que não está interessada!
Eu: porque já tenho o serviço Meo.
Rapariga: e não pode abrir a porta?!
Eu: não. Obrigada e boa tarde.

Que rapariga mal educada! Parecia que me ia bater ou atirar pedras quando me perguntou porquê! Acredito que seja uma seca monumental andar de porta em porta a tentar vender um serviço, mas se o faz com má vontade, maus modos e voz de zangada pior um pouco!!

Maternidade - a firmeza dos pais

Ao longo destes anos como mãe tenho percebido que a firmeza faz, e tem mesmo de fazer, parte do nosso dia a dia. E não é só firmeza com os nossos filhos, que é fundamental, mas firmeza também em relação à nossa posição e decisões enquanto pais. Sem maldade, mas com muita insistência, a família adora opinar, dar sugestões, palpites e mandar bocas em relação à forma como educamos os nossos filhos. E cá em casa tem sido fundamental eu e o pai estarmos em sintonia e sabermos bem o que queremos para os nossos filhos. Se os pais estão de acordo está tudo bem e as avós, tias, cunhadas, primas e afins que digam o que quiseram. E com isto não quero dizer que não ouvimos os outros, claro que ouvimos e valorizamos a opinião de terceiros, mas depois pensamos e decidimos em conjunto. E acho que isso é muito importante para não nos perdermos na loucura que pode ser a maternidade.

Piolhos

Parece que alguns colegas do meu filho na creche estão com piolhos. Se há pessoas que falam disso ( ou não falam) com vergonha, a mim não me incomoda. É chato, ninguém gosta de ter comichão na cabeça nem bichos, mas não é sinónimo de sujidade nem de falta de higiene. Para mim, até é sinónimo de crianças. Deve ser rara a criança que nunca apanhou estes amigos indesejáveis. Hoje de manhã fiz nova vistoria aquele cabelinho lindo e cheiroso e não havia sinais de bicheza, mas pelo sim pelo não fui comprar uma loção preventiva. É óbvio que não tem mal nenhum apanhar piolhos, mas se pudermos evitar, melhor!! Até porque eu dispensava apanhar!!

25 de fevereiro de 2013

Parece que anda aí outro segredo!!

Descobri aqui, mas não sei o que é. Só sei que é na véspera do dia da Mãe.

Grávida estafada!!

O sol e o calor que se fazia sentir na minha cozinha esta manhã fez-me arregaçar as mangas, ir comprar lixa e dar um tratamento à minha enorme bancada e mesa de cozinha. Digo-vos que isto de lixar é mesmo lixado!! A meio já não sentia os braços, estava sempre a bater com o meu Afonso na bancada e estou aqui de língua de fora. Além do pó que fez. E tenho a cozinha de pantanas, que não posso colocar nada em cima da bancada ou da mesa enquanto o produto para as madeiras seca!! 

Maternidade - Alegria dos pontapés!!

A manhã de hoje começou com o nosso filhote mais velho na ronha na nossa cama antes do despertador tocar. E quando eu comecei a sentir o Afonso a mexer-se agarrei no pezinho do mais velho, coloquei na minha barriga e ele sentiu o mano pela primeira vez. Ficou radiante! Sentiu-se verdadeiramente a comunicar com o mano. E depois, antes de nos levantarmos, disse ao mano que ia para a escola apreender as letras!! E eu como mãe, adorei o momento em que os meus filhos comunicaram um com o outro!

24 de fevereiro de 2013

Maternidade - A escolha do pediatra

Quando estava grávida do meu filho mais velho comecei a procurar um pediatra. Fiz uma pesquisa junto da família e dos amigos e optámos por uma médica, que nos parecia a melhor. Fizemos uma primeira consulta ainda antes do baby nascer e gostámos dela. O pior foi depois. À medida que as primeiras consultas avançavam percebemos que não tínhamos empatia nenhuma com a médica. Era difícil de marcar e sempre que precisávamos de falar com ela era complicado: não respondia aos emails e quando lhe ligávamos era como se estivéssemos a falar com um gravador de chamadas. As consultas eram muito rápidas e não nos sentíamos acompanhados. Um dia que fomos lá para o pesar, por causa do pouco aumento de peso do nosso filho, ela estava com tanta pressa para atender quem estava na sala que acabámos a vestir o nosso bebé na sala de espera. Foi a gota de água e decidimos mudar de pediatra quando o nosso filho tinha 9 meses e foi o melhor que fizemos. Adoramos o nosso pediatra, está muito disponível, tem uma interacção muito gira com o nosso filho, o miúdo adora-o, nunca esperamos muito, responde aos emails e sabe quem somos quando tenho de lhe ligar. É um descanso e confiamos imenso nele. A propósito do post de ontem e do mail que lhe enviei por causa dos dramas cada vezes maiores com a falta de apetite do nosso filho ele hoje, em vez de me responder por email, ligou-me e além das vitaminas que prescreveu estivemos um bocadinho à conversa sobre tudo o que estas guerras à mesa envolvem. Claro que um pediatra não tem de estar sempre disponível e com o telemóvel ao lado, mas é muito importante para nós, enquanto pais, sabermos que está ali alguém que nos pode ajudar e orientar. Nunca lhe liguei nem o chateei com coisas sem importância e acho que os pais têm de ter bom senso e não andar sempre a melgar o pediatra, mas estes também têm de mostrar que podemos contar com a ajuda deles. No primeiro ano de vida de um bebé gasta-se muito dinheiro em pediatras, mas depois se o bebé for saudável, o que graças a Deus é o caso, as consultas são mais espaçadas e para coisas menores podemos ir ao médico de família e, assim, fazer com que o orçamento familiar não seja tão afectado.

23 de fevereiro de 2013

Vitaminas! Precisam-se com urgência

Vou mandar um e-mail ao pediatra. Estou farta desta não fome do meu filho. Quando chegámos a casa ao meio dia disse que estava "podre de sono e almoçava depois". Dorme desde as 13 e vou lá agora acordá-lo para ver se ele come a bolonhesa antes da prima chegar para uma sessão de bolachas e culinária infantil. Isto da falta de apetite do meu filho é desesperante. O médico diz para não me preocupar, que ele é assim, que come pouco... Mas eu estou tão cansada das lutas e guerras para comer! Nunca tem fome! Nunca! Ao pequeno almoço ainda come, ao lanche gosta de Kellog'sK, mas de resto passa bem sem comer. É um castigo! E ou chegam vitaminas para lhe abrir o apetite ou um calmante para os meus nervos!

Filho, a barriga da mãe é só nossa!

O  meu filho anda num total excitamento com a chegada do mano e com a minha barriga "mãe, estás barriguda! A tua barriga é linda!!" que, de vez em quando, em plena rua ou com desconhecidos, começa a puxar-me as camisolas para cima para "mostrar a barriga e o mano". Ainda hoje de manhã, enquanto visitávamos uma casa, o meu filho começa a chamar o dono da casa enquanto me tentava despir: "vê a barriga da minha mãe, sinhôr, é o meu mano". Eu lutava puxando a roupa para baixo enquanto sorria e lhe explicava que a barriga da mãe é uma coisa de família...

Ainda sobre a minha dor de dentes...

... Que me atacou fez ontem, sexta feira, oito dias. Lá fui ao dentista. Parece que é um dos sisos e não a gengiva como eu suspeitava. No meu estado de graça não há nada que se recomende fazer. O dentista mandou-me ver se a dor reaparecia e se tal acontecesse voltava a ir lá. Pois bem, a sacana da dor reapareceu. E está agora mesmo a dar sinais. O ideal era esperar que o baby nascesse para depois arrancar o dente. Mas a dor tem indo e vindo. Suave. Uma moínha. Mas agora está a dar-lhe com mais força. Que merda! Nunca tenho dores de dentes e logo agora que estou grávida é que este maldito resolveu chatear. Esperemos que vá embora depressa e que não me estrague o fim de semana!

Maternidade - os irmãos no mesmo quarto. Sim ou não?

Claro que há quem por questões logísticas de espaço não tenha sequer a hipótese de se colocar esta pergunta, mas é interessante reflectir um pouco sobre este assunto. Havendo quartos livres é bom os irmãos dormirem separados? Ou é melhor dormirem no mesmo quarto e deixar o outro, por exemplo, para brincadeiras? É seguro colocar um recém-nascido, assim que sai do quarto dos pais, a dormir no quarto de um irmão de 3 anos? Será que o mais velho não o vai tirar do berço a meio da noite? E será que o mais novo vai deixar dormir o mais velho? Por aqui, e se não nos sair o Euromilhões, o Afonso vai para o (minúsculo) quarto do mais velho quando chegar aos 4, 5 ou 6 meses. E vocês? O que é que pensam deste assunto? A Pais&Filhos aborda o tema aqui e aqui.


22 de fevereiro de 2013

Constatações de mãe

Percebemos que estamos demasiado focadas na maternidade quando precisamos de uma fotografia actualizada para o curríulo e não encontramos nenhuma em que estejamos sem a nossa cria ao colo!

Maternidade - A importância dos avós

No seguimento do post anterior sobre a ida para a creche acho interesssante falar do papel dos avós. Quando eu e o meu marido escolhemos a creche do nosso filho um dos factores de peso era a proximidade da casa dos avós maternos. A ideia era que o nosso filho tivesse o melhor dos dois mundos: a creche e os outros meninos e a avó que o ia buscar mais cedo. E assim tem sido desde os 9 meses de vida do meu piolho. Claro que agora estou mais disponível para o ir buscar, mas mesmo assim deixo a minha mãe ir buscá-lo algumas vezes para ela não morrer de desgosto e de saudades do neto. A minha mãe tem sido fundamental ao longo destes 3 anos de vida do meu filho e espero que continue a ser por muitos, muitos e bons anos. Acho que os avós são essenciais na vida dos nossos filhos e já aqui dediquei vários posts aos meus. Claro que às vezes tenho de me "zangar" com ela por lhe dar gomas às escondidas, nem sempre estamos de acordo no que diz respeito à educação do meu filho, mas a mãe e educadora sou eu e eu sei que ela o ama incondicionalmente, está sempre disponível para o que é preciso e ele também a adora. Fazem muito bem um ao outro. A avó aquece-lhe a toalha do banho e o pijama no radiador, conto-me ele todo feliz, e dá-lhe mimos que só ela, como a avó, pode dar.




Felizmente tive um avô e uma avó materna excepcionais. O meu avô tive-o até há um mês e, felizmente, ainda tenho a minha querida avó, e tenho pena que os meus filhos já não tenham avôs. Penso que há coisas que só eles lhes poderiam ensinar e compartilhar. O meu pai estava doido com o neto e foi com grande tristeza minha que o vi partir quando o meu filho tinha apenas 6 meses. Tinha sido um super mega avó, iria ser tudo o que não foi para nós como pai. A idade, o tempo e a maturidade iam-lhe permitir ser o perfeito avô que estraga de mimos, que fala de caçadas, de histórias em florestas com ursos e leões, que o levaria a andar a cavalo e que o ensinaria a assobiar para chamar os cães. O meu avô era um doce. Um amor. Eu era a menina dos seus olhos. Lembro-me das histórias que me contava. Das férias e temporadas lá em casa. Do mimo. Do Vick VapoRub quando tinha tossse, da semana extra às escondidas...


Os avós são mesmo uma peça fundamental na vida dos netos. E é bom que assim seja. E podem ser uma grande ajuda na logística do dia a dia. Quem melhor para ficar com os nosso filhos, quando estão doentes e nós não podemos faltar ao trabalho, que os avós? Quem melhor para ficar com eles para os pais poderem ir ao cinema ou namorar? Quem melhor para os estragar com mimos? Mais artigos e opiniões interessantes aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.

Adorei este livro!!

Li o livro em poucos dias e já tenho saudades das personagens. Recomendo a quem gosta de um bom romance, passado na altura da segunda grande guerra. Fantástico.

"Na primavera de 1938, a ameaça nazi paira sobre a Europa. Em Viena, a família Landau vê desaparecer muitos dos seus amigos e teme pela sua segurança. Decidem fugir do país mas não poderão partir juntos. Elise, a filha mais nova, é enviada para Inglaterra, onde a espera um emprego como criada de uma família aristocrática. É a única forma de garantir a sua segurança. Para trás deixa uma vida privilegiada. Em Tyneford, ela tenta encontrar o seu lugar na rígida hierarquia da casa. É agora uma das criadas, mas nunca antes trabalhou. Tem a educação e os hábitos da classe alta, mas não pertence à aristocracia. Enquanto areia as pratas e prepara as lareiras, usa as magníficas pérolas da mãe por baixo do uniforme. Sabe que deve limitar-se a servir, mas não consegue evitar o escândalo ao dançar com Kit, o filho do dono da casa. Juntos vão desafiar as convenções da severa aristocracia inglesa numa história de amor que tocará todos os que os rodeiam. Em Tyneford, ela vai aprender que é possível ser mais do que uma pessoa. Viver mais do que uma vida. Amar mais do que uma vez".

21 de fevereiro de 2013

Filho espertalhão

A caminho de casa.
Mãe: estou tão cansada, filho. Só me apetecia chegar a casa e ir logo para a cama.
Filho: podes ir.
Mãe: não te posso deixar sozinho.
Filho: (ri-se, malandro) pois não. Eu mexer em tudo. Abrir gavetas e brincar com as facas!!!

E aqui estou eu acordada. Já lanchámos, fizemos um jogo e agora vemos a Vila Moleza

Maternidade - A ida para a creche

Esta é uma questão que atormenta muitos pais e muitas mães. Muitas de nós sentem-se a abandonar os filhos quando têm de os deixar na creche pela primeira vez. Muitas de nós saem da creche a chorar nos primeiros tempos e passam esta angústia ao bebé. Cá em casa as coisas até correram bastante bem com o mais velho. Dos 4 aos 9 meses o meu filho ficou com a minha mãe e, aos 9 meses, em Setembro, entrou para a creche. A minha mãe queria ficar com ele, ficou muito perto de estar ofendida connosco, mas tanto eu como o meu marido éramos da opinião que as creches ajudam ao desenvolvimento dos bebés. Estou a falar de creches com boas educadoras, bom pessoal e com uma forte componente educativa. Creches que "trabalham" com os pais, em parceria, para ajudar na formação daqueles seres pequeninos. Como em quase tudo na vida esta é mais uma questão que não tem concenso. E de um lado e do outro dos prós e contras e da ida para a creche há elementos muito válidos. A questão do "infectário" e das doenças que eles apanham no primeiro ano de creche é uma delas, mas eu acredito que tirando esta questão há benefícios de rotinas, regras e sociabilização. Por melhores que as avós sejam, e a minha mãe é fantástica, acabam por estragar um bocadinho os netos. E se são avós de passeio e fim de semana não há problema, mas se são avós que também educam o caso é diferente. Além disso, as crianças gostam e precisam de outras crianças para brincar. E o meu filho só de primos direitos tem 8, mas mesmo assim achámos e achamos importante o contacto com outras crianças, outros feitios, outras maneiras de estar. Claro que a confiança que temos na instituição, na educadora e auxiliares é a base de tudo. E acredito que se lhes falarmos da creche com  alegria e entusiasmo eles não receiam lá ficar. Agora se os deixamos lá com uma cara de que os estamos a deixar no matadouro eles assustam-se. Esta reportagem está interessante e os intervenientes defendem exactamente o oposto do que eu penso. Mais opiniões  aqui. E a vossa opinião qual é? Querem partilhá-la aqui?

20 de fevereiro de 2013

Endometriose

Sabem o que é? Eu fui operada quando andava na faculdade e, felizmente, nunca mais tive problemas. Perdi metade do ovário esquerdo, mas felizmente o direito já me trouxe o meu filho mais velho e o Afonso está a caminho! Espreitem aqui e aqui para saberem mais. É que esta doença afecta 1 em cada seis mulheres em idade reprodutora. E algumas só descobrem quando não conseguem engravidar. Eu pensava que tinha menstruações mais (muito mais) dolorosas que o normal, mas afinal tinha um tumor benigno que precisava de ser retirado. Quando o meu médico me disse que eu tinha endometriose, há uns 15 anos eu nem sabia o que era nem nunca tinha ouvido falar. Felizmente fui operada com grande sucesso e vigiada desde então para garantir que se voltasse a aparecer era detectado numa fase muito precoce. Partilhem. Passem a palavra.

Maternidade - "Compreender as Relações Entre Irmãos"

Já aqui comentei várias vezes que gosto muito da abordagem do pediatra americano T. Barry Brazelton. Hoje sugiro o livro "Compreender as Relações Entre Irmãos", que acho uma mais valia para quando se está à espera do segundo filho. Como sempre, Brazelton não tem nem quer ter soluções mágicas ou teorias rápidas, mas indica-nos vários caminhos e fala-nos do que tem observado ao longo da sua grande carreira como pediatra.


19 de fevereiro de 2013

Amor de mano mais velho...

O meu filho mais velho anda doido com tesouras. Descobre-as, procura-as, encontra-as... De vez em quando lá aparece com a tesoura das unhas ou dos papéis. Em casa de um primo apareceu com a tesoura da tia e parece que as fareja. Falei com a educadora para saber a opinião dela em oferecer uma tesoura própria para a idade para ser usada com supervisão. A ela pareceu-lhe bem, é por volta desta idade que podem começar a usar tesouras próprias sempre acompanhados pelos adultos. À tarde oferecei-lhe a tesoura. Recebi beijos, abraços e muitos "óbigado, mãe!". Estava feliz. Radiante. Olhou para mim como se eu fosse a melhor mãe do mundo, a que dá presentes espectaculares! Sentei-o na cozinha com papel e fui orientado. Eu e o meu marido, que entretanto chegou. A certa altura queria mais papel, mais fitas, mais coisas para cortar. Nós advertiamos para ter cuidado com os dedos e ele dizia: eu tenho muito jeitinho! E até tem. A certa altura quando já se preparava para cortar um individual dissémos que só podia cortar o papel que a mãe ou o pai dessem. E ele responde: o papel e o mano! Eu vou cortar o mano! Eu e o pai ficámos um pouco em nervos, a imaginar uma cena de família Adams, e lá lhe explicámos que ele não pode cortar o mano nem ninguém. Que a tesoura é apenas para cortar papel com a ajuda dos pais. E acabámos a hora dos recortes com a tesoura a ser bem escondida!

Segurança social... Sinto-me muito confusa!

3 cabeças, 3 sentenças!! À mesma pergunta respoderam-me de 3 maneiras diferentes.

Pergunta: a licença de maternidade é igual estando eu no subsídio de desemprego?
Resposta A: claro que não. A senhora só pode tirar 90 dias e o seu marido só pode tirar os primeiros 20 dias.
Resposta B: claro que não. Pode tirar 120 ou 150 dias, mas o seu marido não tem direito. Já lhe estamos a pagar a si para estar em casa!!! Íamos também pagar ao seu marido. Era o que faltava!!!
Resposta C: os direitos são os mesmos do que se estivesse a trabalhar. Pode tirar os 120 ou os 150 dias e pode tirar licença partilhada com o seu marido.

E esta hein?? Em qual é que ficamos?? A resposta B irritou-me muito. Não me estão a pagar para estar em casa. Estão a pagar-me porque eu descontei, e bastante, quando estava a trabalhar e porque vivemos num país em que se dispensam pessoas quando não podem trabalhar 18 horas por dia. Quando uma gravidez de risco é motivo para afastar uma pessoa com um "desculpa, mas agora não dá jeito que não possas trabalhar de manhã à noite"! É que foi por causa da loucura do meu trabalho que tive dois abortos espontâneos, mas isso eles não querem saber!! 

E porque raio perde o pai o seu direito a estar com o seu filho?! É que se tudo correr bem eu até já poderei ter arranjado um trabalho nessa altura!!! 

Que nervos. Parece que em Portugal nunca nos dão a mesma resposta em dois sítios diferentes. E agora continuo na minha busca da resposta certa para sabermos com o que podemos contar.

Maternidade -gadgets úteis parte 2

Enquanto amamentava gostava de ir tirando leite para ir congelando. A ideia era ter leite disponível para quando começasse a trabalhar. Na altura estava a recibos verdes e só tive 3 meses de licença e queria garantir que o meu filho tinha leite materno até mais tarde. Além disso, nunca se sabe quando surge uma emergência e eu achava importante ter leite congelado para uma eventualidade. Usei a máquina da Chicco, a eléctrica, e correu muito bem, dentro do género que é uma mulher sentir-se vaca leiteira e estar a ver televisão e a tirar leite!!!


Quando comecei a trabalhar levava para o trabalho uma máquina manual da Avent para tirar leite a meio do dia. Não só para aliviar as maminhas, mas para trazer leitinho para casa. A bomba era discreta, mas confesso que desisti ao fim de pouco tempo. Não era prático e há coisas que se fazem em casa.

Para guardar o leite utilizei os saquinhos de congelação da Lansinoh. Comprei na farmácia e são muito bons e seguros. 

Também da Lansinsoh usei o creme de lanolina para os mamilos e nunca tive problemas de maior. Foi o creme que me foi recomendado no curso de preparação para o parto e dei-me bastante bem.

Quando me subiu o leite recorri à SOS Amamentação e foram uma boa ajuda. Responderam sempre às minhas questões e têm um papel fundamental na promoção da amamentação.

Na subida do leite usei uns discos térmicos que congelava para aliviar o inchaço das maminhas ou aquecia para aumentar o fluxo de leite. Usei quase sempre a versão fria para aliviar as maminhas.


Usei os discos para amamentação que comprava no Jumbo. São bons e em conta.


Constatações de grávida

Nada como um pastel de nata delicioso para pôr o meu mais novo a dançar dentro da minha barriga! Que grande festa que para aqui vai!! Já o mais velho prefere dançar ao som da Vila Moleza!!! 

Branca de Neve dos tempos modernos

Eu sou uma amante de livros. Leio compulsivamente e nada nem ninguém me faz trocar os meus livros de papel por versões digitais. Os livros acumulam-se e eu adoro ver a minha biblioteca crescer. É uma das minhas paixões e tento incuti-la no meu filho. Felizmente ele também adora livros e histórias e não há pior castigo do que ficar sem a história da noite. Mas ao contrário de mim o meu filho já nasceu no século XXI e adora tudo o que é tecnologias. Ao ler este post da Mary descobri um e-book muito giro para ele. É a história musicada da Branca de Neve e os Sete Anões e, como é óbvio, ele amou. Vejam no post do blog A Minha Vida Dava uma Série como descarregar esta aplicação para o IPad, porque eu não estou a conseguir copiar para aqui. 

18 de fevereiro de 2013

E quando o nosso amor nos surpreende com um ramo de flores

É a melhor maneira de começar o fim do dia!!!

Maternidade - gadgets úteis

Na altura que o meu filho mais velho nasceu não tinha a Bimby, mas mesmo agora que tenho sei que vou usar a máquina das sopas da Avent para fazer as sopas e os purés de fruta. A dose inteira da máquina dá para duas refeições. Cozia lá o peixe e a carne. É pequena, rápida e a vapor. Recomendo a quem tem crianças pequeninas nas primeiras sopinhas.


Para guardar as sopas e congelar sempre que preciso recomendo as caixinhas da Avent. Existem em dois tamanhos que acompanham as necessidades alimentares do bebé. Vedam muito bem.
O dispensador de leite em pó (ou papa) também dá imenso jeito quando vamos a qualquer lado. Ideal para andar sempre no saco do bebé. Veda bem e leva 3 doses.



Facebook

Ando um bocadinho às aranhas a criar uma página no Facebook. É só ir até aqui e fazer like, se gostarem claro! Já tinha uma página pessoal do blog, mas agora é uma página de comunidade. Acho mais simples e que faz mais sentido.Vamos ver como corre e se vale a pena. Boa semana!

O saquinho da primeira roupa do Afonso

Não foi fácil, mas encontrei mesmo o que queria. Um saquinho amoroso e perfeito para a primeira roupinha do Afonso. Não mandei bordar nome porque assim fica já para o próximo (sim, sim, ainda quero ir ao terceiro filho e a ver se não perco a pedalada até lá). Uma ternurinha da Letras Bordadas.


17 de fevereiro de 2013

Horas trocadas

Um almoço de amigos trocou-nos as horas. Em vez de ir dormir a sesta às 13h foi para a cama às 4 e meia. Resultado?? Acabou de acordar agora. E logo, ou melhor, daqui a bocado como é que vai ser para ele dormir à hora normal. Sou muito cuidadosa com as horas e respeito imenso os horários do meu filho porque acho fundamental. E ele também. Hoje estávamos a sair de casa à hora a que ele costuma ir dormir e perguntava ele: e a minha sesta? Já tenho sono. Claro que durante o almoço na brincadeira com outras crianças pequenas não teve sono, mas que precisou da sesta dele precisou. Como diz o pediatra: como ele come muito pouco vai buscar as energias que precisa ao sono. Adivinha-se uma noite animada. Mas vou tentar deitá-lo mais ou menos à hora do costume para ver se não desregulamos tudo.

A cómoda do Afonso

Está a chegar... Ou melhor, está sendo transportada para cima. Um dia uma peça, outro dia mais outra e depois mais outra. Acho que hoje vem cá um amigo nosso e ajuda o Maridão a trazer tudo para cima para depois ser montada. Quero começar a lavar as roupas do pequeno príncipe, mas para isso preciso da cómoda.
P.S: Não somos malucos. Só não temos elevador e a malm pesa mais de 40kg.

Maternidade - preparar a chegada do mano

Hoje estive a ver com o mais velho os álbuns de fotografias desde o momento do nascimento até ele ter quase 2 anos. Quis que ele visse a evolução dele. De pequenino bebé a uma criança que já anda e já brinca. É importante ele perceber que o irmão também vai nascer pequenino e que depois vai crescer até poder brincar com ele. Como tenho algumas amigas que entretanto tiveram bebés o meu filho teve ( e tem) a oportunidade de ver o crescimento destas crianças, mas mesmo assim acho importante ( e a Magda,  Mum's the Boss chamou-me a atenção para este aspecto na sessão de coaching que fizemos) ir reforçando esta ideia de que quando o mano nascer vai ser muito pequenino, vai mamar o leite da mãe, dormir muito e também chorar, porque não sabe falar. Aproveitei também para lhe voltar a falar da questão da ida para a maternidade. Do albúm todo a fotografia preferida dele é a "do pai vestido de doutor e a sorrir" que é a primeira fotografia do pai com ele ao colo. E olhando para a fotografia expliquei que é numa sala como aquela que vão tirar o mano da barriga da mãe e que o pai vai lá estar para ajudar e para lhe pegar ao colo como pegou nele. " E eu?" perguntou ele. "Não quero ir para a avó nem para a escola", mas já lhe expliquei, mais uma vez, que naquela sala não podem entrar meninos e que assim que o mano nascer o pai o vai buscar para irem ver o mano, que vai estar cheio de vontade de o conhecer. E assim, aos poucos, vamos abordando questões que penso que são importantes para o ir preparando para a chegada do irmão.

16 de fevereiro de 2013

Manhã difícil

O pai foi para um torneio de Padel e eu tinha imensas ideias para o programa matinal com o piolho. Pois que ele acordou sem vontade de sair de casa e a querer ficar em casa. Não o o consegui desafiar para nada. Comecei a ficar irritada. Detesto que ele passe uma manhã inteira a ver desenhos animados. Mas nem a ida ao quartel dos bombeiros o motivou para irmos à rua. À hora do almoço não quis comer. Depois de meia hora lá o consegui sentar à mesa, mas ele recuso-se a comer. Ameacei que ficava de castigo e não ia à festa do amigo Kiko se não comesse. Disse que não fazia mal. Foi para a cama sem almoçar. Não teve direito a história. Disse que estava zangado comigo depois de eu lhe ter dito que estava triste e zangada com ele. E adormeceu, apesar de garantir que não ia dormir. Nem me chamou. Percebeu bem que não tinha hipótese e que eu estava no limite da minha paciência. E agora lixou a tarde. A dele e a nossa!

Maternidade - segurança infantil

Porque a prevenção e a segurança nunca é demais vale a pena visitar o site e o blog da Associação para a promoção da segurança infantil (APSI). 

A APSI, Associação para a Promoção da Segurança Infantil, é uma associação privada sem fins lucrativos, com o estatuto de utilidade pública, que tem como objectivo promover a união e o desenvolvimento de esforços para a redução do número e da gravidade dos acidentes e das suas consequências nas crianças e jovens em Portugal.

E há um workshop este mês para quem tem um bebé a caminho! 

Dor de dentes na gravidez

Esta noite pensei que morria. Acordei passado uns minutos de adormecer com uma moinha nos dentes. A dor era insuportável e só me apetecia arrancar os dentes da boca. Tomei Ben-U-Ron, mas não fazia efeito. Pus gelo na cara e nada. A dor piorava só aliviava quando eu punha água na boca e bochechava. Estive nisto até às 3 e meia da manhã, num desespero profundo sem saber como iria aguentar a noite. A gengiva estava muito inchada (tenho sangrado muito nesta gravidez) e eu só pensava que era fim de semana e que só na segunda feira poderia ir ao dentista. Contorcia-me de dores insuportáveis. Levantei-me novamente para bochechar e lavei os dentes com a pasta do meu filho. Deitei-me a pressionar a gengiva no sítio que mais me doía e a coisa aliviou... Não sei se foi o Ben-U-Ron que fez efeito ao fim de 3 horas ou o que foi, mas consegui adormecer com esse lado da cara virado para cima. E hoje sinto a cara dorida do lado que ontem me doía, mas não tenho dores. Que horror! Nunca tenho dores de dentes e logo agora que estou limitada em termos de medicação é que fui atacada por esta dor violentíssima. Esperemos que não voltem, mas segunda vou ao dentista.

15 de fevereiro de 2013

"uma casa de família"

Estou completamente rendida a este livro. Em dois dias já li quase metade. Muito bom.

Constatações de mãe

O meu filho anda numa fase complicada a portar-se muito mal e a desafiar-nos a todos os níveis. Ao jantar, mais uma vez animado e com fitas para comer, comentei com o meu marido: a sorte dos filhos é serem a coisa mais espectacular do mundo e o nosso amor por eles ser maior que o infinito. Quando estão portam-se mal e levam-nos a paciência, mas quando não estão a nossa vida não faz sentido e a casa fica horrivelmente vazia... 

Uma agenda super preenchida!

Vai ser um fim de semana intenso! Festas de anos de miúdos e graúdos. Muito passeio (só sábado que para Domingo já dão chuva!!!) e uma surpresa muito especial que ele vai adorar...

Depois conto tudo!

Maternidade - Luz de Presença no quarto do bebé

Quando o meu filho nasceu ficou os primeiros meses de vida a dormir no nosso quarto. Nessa altura, tinha uma luz de presença de tomada do Ikea só para nos orientarmos no escuro da noite. Essa luz foi depois para o quarto dele, quando ele ficou um "homenzinho" e saiu do quarto dos pais. De há uns meses para cá, creio que depois do verão, começou a precisar de mais luz no quarto para dormir. Por um lado, o medo do escuro e a necessidade de se sentir mais acompanhado e por outro o facto de se levantar sozinho da cama para fazer o seu xixi. Desde então, dorme com este bonequinho que tem uma luz suave ...


... e também com um candeeiro vermelho que tem uma luz em LED muito suave e que fica aceso a noite toda.
Não é um post patrocinado Ikea (dava jeito, mas tudo o que aparece neste blog é patrocinado por mim e pelo senhor meu marido), mas de facto foi lá que encontrámos as luzes ideiais para o quarto do nosso filho. E temos outra coisa fantástica do Ikea, que não aparece no site, e que é um encaixe que brilha no escuro que se coloca nas fichas, que permite que estas continuem a ser utilizadas para ligar o que for necessário. É uma luz muito ténue, mas que é boa para ter outro ponto de luz a meio da noite.

Deve ser a isto que chamam de mãe galinha!

Tive uma noite muito boa com o Maridão. Jantarinho, cinema, pipocas e beijinhos. Mas chegar a casa e não ter o pipoquinhas a dormir no seu quartinho, não ir lá dar-lhe o beijinho de boa noite e aconchegar-lhe o edredon deixa-me um grande vazio. Estou muito galinha, eu sei. E também sei que ele ficou bem na avó: " falou muito em ti, mas esteve sempre bem e calmo", mas isso não atenua a falta que ele me faz. E amanhã de manhã quando acordar com a casa vazia também me vai fazer impressão. Não começar o dia com aquela vozinha faz com que falte uma parte de mim. Sou assim. E com as hormonas da gravidez ainda estou mais galinha e carente de filho. Só espero que o final do dia de amanhã chegue depressa para o beijocar todo como ele merece e como eu adoro. 

14 de fevereiro de 2013

Sempre em festa!!!

Quem se lembra desta marca? Dos estojos, das bolsinhas... Das malas e malinhas para os bebés... Vi-os ontem numa loja em Algés e hoje fui à procura. para ver se ainda existia e existe, online. Acho que vou comprar umas coisinhas para o meu Afonso... Esta é uma daquelas marcas que me leva à infância... Espreitem aqui.



Maternidade - o mito do "ouvido aberto"

Sempre dormi profundamente. Muitas e muitas horas e com um sono muito profundo e recheado de sonhos. Quando estava grávida do meu primeiro filho toda a gente dizia que quando o bebé nascesse eu nunca mais iria dormir da mesma maneira e que apartir do momento em que somos mães passamos a dormir com um "ouvido aberto". Pois bem, é mentira! Para algumas mães talvez seja verdade, mas para mim não foi. E o facto de parecer que era a única mãe no mundo que não acordava e que só queria dormir umas horas seguidas à noite fez-me sentir mal nos primeiros meses de vida do meu filho. As noites custaram-me imenso. Horrores, para dizer a verdade. O meu marido foi um companheirão e um paizão (como ainda hoje é). Mal o meu filho acordava ele acordava também e algumas vezes chegou a pô-lo a mamar comigo meio a dormir. Claro que eu lá acordava, mas estava tão, mas tão cansada. Eu preciso imenso de dormir e aquele cansaço de não dormir mais que duas horas seguintes estava a dar cabo de mim. Além disso, sentia-me pessimamente mal. Se às outras mães não custa porque é que a mim me custa? Porque é que o meu marido o ouve antes de mim (a criança estava no berço a um palmo de mim)? Lembrei-me deste assunto hoje porque foi conversa durante a aula de ginástica entre as futuras mamãs e elas estavam todas convencidas que vão dormir com um ouvido aberto e que vão acordar felizes e a sorrir sempre que o bebé delas chorar a meio da noite... Cada mulher é diferente e tem um organismo diferente, mas que não é fácil não é. E eu acho que conseguia dormir porque sabia que assim que o meu filho precisasse de nós o pai acordaria imediatamente. Ainda hoje é assim. Eu demoro mais tempo a ouvi-lo, mas o meu marido salta da cama e vai ao quarto dele assim que ele nos chama. Mas a natureza está muito bem feita e sempre que eu fico em casa a dormir sozinha com o meu filho é como se tivesse o "ouvido aberto" para o ouvir e desperto à mínima!

As melhores pipocas doces do mundo...

... estão quase todas na minha barriga, visto que acabei de bater o meu próprio record e consegui comer o pacote quase todo em menos de 5 minutos! E agora sinto-me assim a rebolar... Mas consoladinha.

Coração de Mãe

Hoje de manhã fiquei com o coração apertadinho ao deixar o meu amor na creche. Ficou a chorar numa tristeza profunda e quando veio à janela dizer adeus, ainda lavado em lágrimas, fui eu que tive de respirar fundo para não chorar. E foi das vezes que me custou mais deixá-lo talvez por sabermos que logo é a avó que o vai buscar para eu e o meu marido irmos namorar. Ele agora não gosta de ficar com a minha mãe e só me quer saber mim. E a minha vontade foi mudar os planos para logo e inclui-lo, mas sei que não é boa política. Não lhe faz mal nenhum ficar de vez em quando com a avó, que o adora e mima, mas que coração de mãe sofre estas angústias, sofre.

13 de fevereiro de 2013

Osteria

A Marta recomendou esta ttaça italiana e eu estava desejosa de lá ir amanhã, em date com o Maridão, mas não consigo que me atendam o telefone. Diz que o número não está disponível e eu estou a ver que por este andar nem na Osteria nem em lado nenhum jantamos amanhã. Pois que é um cliché ir jantar fora no dia dos namorados, mas a nós vai saber-nos muito bem (se conseguirmos marcar mesa, claro) um jantar a dois e um cineminha enquanto a cria fica a dormir na avó. Maridão não sabia que eu já tinha tudo combinado com a minha mãe e perguntou se amanhã íamos jantar fora os três.
Eu: não
Filho: sim!

E eu vou namorar com a mãe. Lá voltámos à conversa de que ele namora com as meninas da idade dele, já tem duas pretendentes, e a mãe e o pai namoram, mas ele insista que ia namorar comigo enquanto me apertava as bochechas e fulminava o pai com o olhar.

Posto isto, se alguém souber de uma maneira de contactar a Osteria, que dizem que tem a melhor comida e petiscos italianos de Lisboa, ajude-me! Estou mesmo a precisar de um bom jantar a dois, sem estar sempre a ralhar com o meu filho e a tentar que ele coma alguma coisa que se veja.

Análise da glicémia

Já estive a espreitar as minhas análises e pelo que pude observar, analisando os valores com os parâmetros de referencia, parece que a glicémia está bem e dentro do normal! Mas como não sou médica vou esperar pela consulta. 

São Valentim de palmo e meio parte 2

No carro no regresso da escola.
Filho: eu também quero a Marina para namorada.
Mãe: mas a tua namorada é a Matilde. Até já falaste com a mãe dela.
Filho: mas eu também quero a Marina. Quero as duas.
Mãe: mas não pode ser. Só podes ter uma namorada.
Filho: mas eu quero as duas. Os amigos são assim.
Mãe: amigas podes ter muitas, muitas, mas a namorada é uma amiga especial e cada pessoa só pode ter uma namorada ou um namorado. A mãe ficava muito zangada se o teu pai tivesse mais uma namorada sem ser a mãe.
Filho: mas eu quero as duas namoradas, mãe! Temos de fazer um cartão para a Marina.

E é isto... Já sabem como vou passar o meu serão. Entre cartões e purpurinas. É que ele começa, mas depois sobra para a mãe acabar o trabalho.

Maternidade - Alcofas, berços e afins

Quando estávamos nos preparativos para a chegada do nosso filho mais velho colocou-se a questão do berço. Que berço escolher? Eu adorava o berço da Stokke, mas estava fora do nosso orçamento.



E para os primeiros tempos não seria melhor uma alcofa? Bastava a alcofa do carrinho ou teríamos de comprar uma alcofa extra. Para o meu marido bastava a alcofa do carrinho, mas eu queria uma verdadeira alcofa. Numa ida a Ayamonte comprei uma alcofa super colorida. 

Mas a verdade é que nos primeiros meses o meu filho gostava muito mais de dormir na alcofa do carrinho. Era mais pequenina e ele sentia-se lá mais confortável.
O carrinho é o Streety da Bebe Confort. É super prático, fácil de abrir e fechar e muito leve, mas não é nada bom para os nossos passeios irregulares com a nossa calçada portuguesa. As rodas prendem e está sempre a encalhar. Emprestei-o a um primo meu que teve uma filha entretanto e tenho de o ir buscar e ver em que condições é que está. Apesar de não ter ficado fã é o conjunto que temos e não vamos deitá-lo fora para comprar outro. Por volta dos 6 meses saiu da alcofa e foi para uma caminha de grades da bebecar.
Esteve lá cerca de um ano e depois, devido à pouca altura mesmo na posição mais baixa, passou para
uma cama de grades super simples do Ikea e depois do verão para o sommier de solteiro, também do Ikea.

O Afonso vai usar o berço que era do primo e cuja fotografia publiquei no post anterior. Dá até cerca dos 2/ 3 anos e é muito prático, giro e tem rodinhas. Depois passa para a cama de grades azul do Ikea que era do mano.


Depois da análise da glicémia...

E de uma manhã em jejum nada como um pequeno almoço reforçado na padaria portuguesa. Mas é como voz digo o teste à glicémia custou muito menos a fazer do que há 3 anos! E na Joaquim Chaves são tão espectaculares que já tenho os resultados no meu email!

Glicémia parte 2

Esta análise melhorou em 3 anos. Já há sabor a limão e o facto de estar fresca ajuda bastante. Agora é esperar 1 hora para tirar sangue e depois mais uma hora. Mas depois vingo-me com um mega pequeno almoço.

E hoje análise à glicémia!!!

Depois dou notícias!

12 de fevereiro de 2013

Filho crescido

Percebemos que o nosso filho está mesmo a ficar crescido quando ouvimos o autocolismo e vemos o nosso filho sair sozinho da casa de banho, despachadinho, de xixi feito, e com as calças já para cima!! Passa tão depressa...

O berço do Afonso

alma papi da bloombaby
http://www.bloombaby.com/collection/spec.php?sID=161

Maternidade - A amamentação

Eu adorei dar de mamar ao meu filho. Tinha alguns receios de como iria correr, mas correu tudo muito bem. Na subida do leite liguei para a linha SOS amamentação que me ajudaram a descongestionar as maminhas e tudo correu da melhor maneira. Adorei dar de mamar. Funcionou muito bem para mim e para o meu filho mais velho, que devo dizer só teve direito a percentil 25 de peso enquanto mamava. Depois perdeu o percentil que só recuperou há pouco tempo. Só dei de mamar até aos 6 meses (secou-me o leite de repente quando soube da inesperada e trágica notícia da morte do meu pai) e a partir dos 4 meses introduzi papas e sopas porque comecei a trabalhar e era muito complicado manter amamentação exclusiva. Gostava que com o Afonso as coisas corressem tão bem. Vamos ver, mas espero que sim. Além de ter gostado da parte emocional e do miminho que representa dar de mamar é muito mais prático do que andar a ferver biberons e a medir colheres de pó e também é muito mais barato. O meu filho bolsava imenso e teve de beber um leite anti-regurgitante que custava uma furtuna. Eu gostei de dar de mamar, mas há quem não goste e não esteja para isso. Cada mãe é que sabe e neste post não se pretende julgar ninguém nem fazer juízos de valores. Tal como os restantes posts desta rúbrica Maternidade a ideia é dar a  minha opinião sobre questões que penso que interessam a todas as mães. Mas voltando à amamentação, segundo a Organização Mundial de Saúde e a UNICEF: "... toda a criança deve ser amamentada exclusivamente ao seio materno durante os primeiros 6 meses de vida; a partir de então deve introduzir-se gradulamente os alimentos complementares, mantendo-se a amamentação a seio até pelo menos 2 anos de idade." Deixo aqui o link da Direcção Geral de Saúde onde se pode ler a posição da DGS sobre esta questão e encontrar outras informações e folhetos que podem ser úteis.

É mesmo Carnaval!

Não é feriado, mas uns trabalham e outros não. Os professores são funcionários públicos, mas não há aulas. Ninguém percebe nada disto. Ou bem que deixa de ser feriado e se acabam com as mini férias de Carnaval ou então volta a ser feriado. É que isto assim é mesmo à portuguesa. Primeiro decidem-se as coisas e depois logo se vê. Pelo segundo ano desde que deixou de ser oficialmente feriado a creche do meu filho está aberta no sentido da missão que têm de "apoio à família" para os pais que precisem de trabalhar e de deixar lá as crianças. Trabalha a meio gás, de acordo com o número de meninos que vai receber, mas está aberta para quem tem de trabalhar neste dia e não tem onde deixar as crianças. Por aqui, já nem cheira a Carnaval. As brincadeiras e as máscaras duraram até ontem e hoje é dia de artes plásticas, uma vez que o meu pirata vai estar dedicado a fazer o seu primeiro cartão de São Valentim! Boa Terça, feriado para uns e de trabalho para outros!!!

11 de fevereiro de 2013

São Valentim de palmo e meio

O meu filho amanhã vai passar a manhã a casa de uma amiga minha com os filhos dela. Hoje combinávamos o programa de amanhã e ela perguntava se ele tinha alguma amiga especial, sem ser prima, que amanhã vai fazer com eles cartões de São Valentim. Eu disse que tirando as amigas da creche e as primas o resto é tudo rapagões. Desliguei e fui buscar o pirata à creche. Encontro a mãe de uma das colegas do meu filho a buscar a filha. Ele abraça-a logo e a mãe e diz que ele tinha-lhe dito que queria ser namorado da filha dela. Eu ri e contei a história dos cartões de São Valentim e ela achou o máximo. Lá explicámos às crianças o que era o dia de São Valentim, o meu filho abraçou a namorada e viemos embora a conversar sobre questões amorosas. E eu derretida com o meu filho, que está feliz com a sua namoradinha, que por sinal é um amor! 

Maternidade - e outros laços

Adoro ser mãe, é a melhor coisa do mundo, mas também gosto muito de ser tia. Não tenho sobrinhos da minha irmã, mas tenho 8 sobrinhos do lado do meu marido e gosto imenso deles. Não tenho com todos a mesma ligação, porque há cunhados e sobrinhos mais ausentes, mas posso dizer que sou um tia presente e que não passa um mês sem estar com todos eles! Para um dos sobrinhos, que desde bebé é louco pelo meu marido, sou mesmo a tia preferida desde que me conheceu aos 3 anos até agora que tem 13. É raro o fim de semana em que não vem cá para casa, passa férias connosco, tem sempre uma porta aberta e desabafa tudo comigo e com o tio. O meu filho adora-o de paixão. Tem uma loucura tal por ele que quando viu a Maxicosi no carro para o mano (no dia em que a fomos buscar a casa de outra cunhada) perguntou logo: e o primo André? Onde é que ele vai? À cama do escritório chama de cama do André e quando chego à creche a dizer que tenho uma surpresa pergunta logo: é o André? Adoro ver a relação deles e adoro ser uma tia presente na vida dos sobrinhos. Sou a tia mais nova e eu e o meu marido estamos no top da lista dos tios. Ajudamos as cunhadas com eles sempre que é preciso e, acima de tudo, fazemos com que eles se sintam bem em nossa casa. E como temos muitos miúdos todos da mesma idade é sempre giro e um bom programa de fim de semana. A minha relação com os meus tios foi o oposto disto. Os tios eram (e são) uma instituição formal. Muita cerimónia e pouco afecto ou brincadeira. Reuniões nas datas festivas, mas nunca me lembro de dormir em casa deles ou me levarem de férias ou fins de semana. Sempre tive pena que assim fosse e adoro o lado italiano (se bem que as costelas são espanholas) da família do meu marido e do bom que é ter os sobrinhos todos a correr pela casa. A sobrinha mais velha tem 15 anos e já se balda um bocado às reuniões de família e a mais nova tem 17 meses. O meu filho adora os primos e adora quando eles nos invadem a casa ou quando somos nós os invasores. Adora tomar banho na banheira com os primos e sonha com as férias de verão. Vê-los crescer juntos é uma alegria e adoro que ele tenha tios e primos que também são grandes amigos! É que uma vantagem de ser tia é que podemos ser também amigas. E eles gostam de saber que há um adulto, que respeitam, e a quem podem recorrer para brincar ou para desabafar! É bom que eles saibam que a casa dos tios tem sempre uma porta aberta para eles!

Desejos de grávida...

Apesar do preço elevado não resisti a comprar framboesas. E que bem que ficaram com um iogurte natural!! Uma delícia!

10 de fevereiro de 2013

Maquilhagem!

Percebemos que a nossa caixa de maquilhagem está mesmo mal quando nem um lápis preto temos para fazer um bigode ao nosso filho. Felizmente, a educadora da creche tratou disso na sexta, para alegria do cowboy, e uma amiga emprestou-me um lápis para estes dias de festa! Hoje trocou o traje de cowboy por um de pirata e foi (com bigode feito pela mãe e um olho negro) todo feliz brincar com os primos!

Maternidade - a hora do banho

Dizem que no primeiro filho avaliamos a temperatura da água com o termómetro, no segundo com a mão e no terceiro com a própria da criança! Claro que é uma brincadeira, mas acho que ilustra bem a diferença e o à vontade que vamos ganhando à medida que ganhamos mais experiência na maternidade e nos tornamos mais descomplicadas. A hora do banho é um momento maravilhoso. Eles adoram e os pais também. Claro que ao início há sempre alguns stresses e receios nossos, mas com o passar dos dias vamos disfrutando cada vez mais destes momentos. Cá em casa, o banho sempre foi ( e ainda é, sempre que possível) um momento do pai. Era o momento dos dois amores da minha vida ao final da tarde. Para recém-nascidos eu recomendo as banheiras insufláveis. São pequeninas, macias e eles sentem-se bem lá dentro. (o baby é lá dentro é o meu primogénito mais querido)


Uma cunhada minha tem uma banheira Tummy Tub e o meu marido está super curioso em experimentá-la. Vamos ver se nos damos bem com ela. Deixo aqui um vídeo para o caso de não conhecerem.


É importante preparar o banho com água a 36º, o quarto ou casa de banho devem estar a 24-25º, começar por lavar o rosto e os olhos, lavar a cabeça (no inverno secar logo o cabelinho, pois os bebés perdem muito calor pela cabeça), lavar os genitais e o rabinho sempre da frente para trás, secar o bebé sem esfregar, desinfectar o coto umbilical, aplicar creme hidratante apropriado, aplicar a fralda dobrando à frente deixando de fora o coto umbilical ao ar e vestir. Preparem tudo para o banho antes de colocarem o bebé dentro de água. Devemos pôr a roupa pela ordem em que a vamos vestir. Para limpar o coto umbilical devemos utilizar Álcool a 70º e uma compressa esterelizada. Nós nunca usámos esponja para lavar o nosso filho. As esponjas providenciam um meio perfeito para a formação de fungos e de bactérias, além disso, os bebés adoram (e é muito importante) o contacto pele com pele. Por isso, sempre o lavámos com as nossas mãos fazendo pequenas festas e massagens.

Por fim, deixo aqui um vídeo que é uma ternura (Thalasso Bain Bebe - Sonia Rochel) para se deliciarem.


Nova tentativa para largar a chucha

Ainda não eram 8 da manhã quando o meu filho decidiu, todo determinado, deitar as chuchas para o caixote do lixo. Disse que era crescido e que as chuchas estragavam os dentes. Eu e o pai enchemo-nos de orgulho da decisão dele. Prometemos que amanhã compraríamos um livro escolhido por ele como presente. Na hora da sesta, mal entrámos no quarto começou a pedir a chucha. Queria ir ao caixote buscar e dizia que não conseguia dormir sem chuchas. Ele na creche já dorme sem chucha desde o dia, há já uns meses, em que também decidiu deitar as chuchas fora. Também dessa vez, a intenção dele durou só até à hora de ir dormir tirando na creche que nunca mais precisou da chucha. Levámos um cãozito de peluche, a pedido da educadora, e o assunto da chucha na sesta ficou resolvido. Mas em casa o caso é diferente. E há bocado começou a ficar nervoso, descontrolado e ansioso. Começou a chorar de aflição, nada o acalmava, e resolvemos deixá-lo ficar com a única chucha que tinha sobrevivido. O meu filho é muito agarrado à chucha para dormir, única altura do dia em que pede. E percebi que ele ficou muito triste por querer largar as chuchas, mas a vontade de as ter e o conforto que lhe transmitem ser maior que tudo. Pode ser que da próxima, à terceira tentativa, seja de vez. Nós estamos aqui para o ajudar a dar este passo, que para ele é muito difícil.

9 de fevereiro de 2013

Maternidade - slings, marsúpios e panos

Quando o meu filho nasceu comprei um Sling para o transportar. Achei o máximo e pensei que ia dar imenso jeito quer em casa quer nas deslocações. Como não temos elevador e o ovo pesa 3kg achei mesmo que era fantástico. No entanto, nunca me dei muito bem com o sling. Até cheguei a ir a casa da fabricante dos Slings para ver se ela me ajudava (e ajudou) mas a verdade é que nunca foi uma coisa muito óbvia de usar (para mim). Achava sempre que o miúdo estava mal sentado ou torto. Pode ser que desta vez a coisa corra melhor e eu ponha lá o Afonso com mais destreza e à vontade. O problema não era do Sling, que já foi usado por imensas amigas, mas da minha falta de jeito com aquilo...


Entretanto, uma cunhada emprestou-me um marsúpio da Baby Bjorn e a coisa correu muito melhor! Achei muito prático e perfeito. Claro que ele já tinha uns bons meses, já não era recém-nascido, mas eu achava que ele ficava ali muito bem. Usei imenso e já cá está de novo - depois de ter rodado mais 2 sobrinhos - lavadinho e pronto para o Afonso. Parece que antigamente os marsúpios eram desaconselhados por deixarem os bebés pendurados - prejudicava principalmente os genitais dos rapazes - mas hoje em dia já são feitos de forma a suster bem o bebé.



E desta vez vamos estrear o pano. Uma amiga tem um que me pode emprestar e no outro dia encantei-me ao ver um recém-nascido ali aninhado. Portanto, meios de transporte é que não falta ao nosso Afonso. 


As opções são várias e o importante é ver com qual nos damos melhor. Mas uma coisa é certa... Não há nada melhor que transportar os nossos nenucos queridos bem pertinho do nosso peito!!! É tão bom!

"Hoje é dia de fim de semana, viva!"

Foi com esta alegria que foi ter connosco às 6 e meia da manhã. E não chegou sozinho. Trazia consigo a ovelha Choné! Estava com as pilhas carregadas e o gás todo. "Hoje é dia de fim de semana, viva!". O Afonso acordou dentro da barriga com os méééés da ovelha Choné e a pensar que afinal vai nascer numa família rural. Ainda conseguimos manter o primogénito deitado até às 8, mas depois desistimos. O dia está lindo e é aproveitar enquanto está sol. O Maridão já foi jogar Pedel e eu vou levar o meu Cowboy ao parque. Bom fim de semana!

8 de fevereiro de 2013

Carnaval!

Hoje estavam todos no ginásio da escola. Havia piratas, meninas Brave, Cowboy's, pastores, homens aranhas, Mickey's, Fadas, joaninhas e afins... As educadoras estavam o máximo!! Todas mascaradas de bonecos de neve, mas todas diferentes! Havia fotógrafo e serpentinas. O meu filho ficou feliz. Todos eles brincavam e corriam. E riam! E eram crianças a brincar ao Carnaval!

O senhor velhinho...

A caminho da creche, no meio do som das pistolas do meu cowboy, o meu filho começa uma conversa muito séria sobre a velhice e a morte.

Filho: Mãe... Estava a pensar no senhor velhinho (do filme Up- Altamente, que o marcou profundamente).
Olhei-o com ternura, pois sabia que vinha aí uma conversa séria...
Filho: Eu não quero ser velhinho. Ainda falta muito? Quanto? E tu? Ficas comigo quando eu ficar muito velhinho...
E eu tentava conduzir e olhar para ele.
Mãe: A mãe vai estar sempre contigo, meu amor! 
Estava a ver que chorava...
Mãe: E tu ainda só fizeste 3 anos, meu coração. Ainda falta muito.
Filho: Vou morrer e tu também vais morrer.
E eu comecei a contar. Tens 3 anos, vais fazer 4, 5, 6... e contei até 100!!
Filho: É que eu não quero ser velhinho. A mãe (ele chama mãe à mulher do Carl do Filme) do senhor velhinho morreu e ele ficou triste.
Mãe: Ficamos tristes porque temos saudades. Mas guardamos quem vai para o céu no nosso coração.
Filho: Como o bivô.
Eu sorri-lhe.
Filho: Os velhinhos morrem todos?
Mãe: Acabamos todos por ir para o céu. Mas olha a bivó! Já tem muitos anos, 90, e ainda está cá! Podemos ir lá a casa dela lanchar e dar-lhe beijinhos. E aproveitar muito bem a nossa bivó.
Filho: Pois é. Mas eu não quero ser velhinho.

E eu só quero e só te desejo uma vida longa cheia de saúde e muito amor e que eu possa estar ao teu lado muitos, muitos, muitos e muitos e bons anos... (consegui conter as lágrimas a falar com ele, mas ao reproduzir a conversa aqui emocionei-me...) Amo-te muito, filho!

Maternidade - constatações de grávida

Eu adoro estar sentada de perna cruzadas, mas o meu mais novo detesta e pumbas! Dá-me logo um pontapé!! Eu descruzo a perna, ele sossega. Eu esqueço-me e volto a cruzar a perna e... Pumbas! Novo pontapé!!! E ele tem razão. Uma grávida não deve estar sentada de pernas cruzadas. O ideal é estarmos sentadas direitinhas e com os pés ligeiramente levantados. Estes banquinhos do Ikea são óptimos para estarmos bem sentadas tanto na gravidez como depois a dar de mamar. E depois ainda dão jeito para eles irem sozinhos à sanita e depois para conseguirem chegar ao lavatório para lavar os dentes. Bela dica, não é? E por menos de 2 euros! 

7 de fevereiro de 2013

E amanhã... Carnaval!

O pirralho cá de casa amanhã vai mascarado de Cowboy! Tinha a fatiota e os acessórios de pirata, mas achei preferível levar pistolas do que uma espada. Boa sorte para as educadoras amanhã. Não é obrigatório irem mascarados, só vai quem quer, mas acredito que vai ser um dia divertido. No ano passado o meu Super Pocoyo não pode ir porque estava doente. Por isso, amanhã, é a primeira vez que ele vai para a escola mascarado! 

Já está!

E levámos o primogénito, pois não tínhamos com quem o deixar. Correu por todo o lado, experimentou os carros e ficou rendido ao Smart. No final foi o drama! "não quero ir com a mãe. O carro do pai é que é giro!" e no meio de muitas lágrimas lá prometi que no fim de semana mudamos a cadeira dele e ele vai passear com o pai no carro novo.

Será que é hoje que consumamos a coisa????

Para ter energia...

... Para a minha aula de ginástica!

Maternidade - Os conselhos, as dicas, os palpites e outros nervos

No ano passado participei num passatempo da Cocó na Fralda com uma carta para a mamã do hipopótamo pigmeu que tinha acabado de nascer. Ganhei bilhetes para o Zoo no dia da mãe e partilho a carta aqui com vocês porque o que escrevi à mamã do hipopótamo é o mesmo (adequado ao contexto de cada uma) que digo às minhas amigas quando se estreiam nas lides da maternidade! 

Querida mamã do hipopótamo pigmeu,
Antes de mais, muitos parabéns! E como já percebeste pelo título desta carta acabaste de deixar de ter um nome e passaste a ser mãe de… vai-te habituando, pois vai ser assim na creche, na primária e pela vida fora da tua cria…
Não há nada melhor no mundo que ser mãe, mas prepara-te que os primeiros tempos não são pêra doce. Para começar, todas as outras mamãs aí do zoo vão achar que sabem mais do que tu e vão ter sempre uma palavra, um grunhido, um urro ou uma opinião para te dar. As intenções e os sorrisos são os melhores, mas a verdade é que estarão todas prontas para te criticar. Impõe respeito e mostra-te uma verdadeira leoa com a tua cria. Ninguém melhor do que tu sabe o que é melhor para o teu filhote e segue o teu instinto. É que caso contrário dás em doida muito depressa e só te apetece fugir. E isso, os senhores do Zoo não te vão deixar, pois tens muitas visitas à tua espera (incluindo a da minha família), por isso, mantém-te calma e tranquila e disfruta da tua cria. Já que falei das visitas tenho de te dizer que elas são outro problema desta fase. Toda a gente quer ver a nossa cria. Se está bem, com quem é parecida, se mama bem e, acima de tudo, querem ver como é que nos saímos no papel de mães! Eu sei bem o que isso é. Já passei por isso. E tens sorte de não pedirem cafés e bolachinhas! Ah, pois é! Está uma mãe estafada com a sua cria e as visitas chegam, abancam e ainda esperam cafés e bolachinhas. E se o nosso filhote resolve chorar: “o teu filho tem fome, o teu leite é fraco ou, então, é porque não mamou o suficiente… E quanto é que pesa? Ah, tu é que continuas bem pesada. Cuidado que o excesso de peso não é bom” e por aí fora. As outras mães não fazem por mal, começo a achar que é mas forte que elas... O que salva estas tardes são as visitas das crianças. Não há criança nenhuma (ou quase nenhuma) que não se delicie com um bebé. Geralmente querem pegar ao colo, mas tu nisso tens sorte, pois tens uma barreira de segurança que não permite invasão de espaço. Muitas felicidades e aproveita bem o primeiro dia da mãe na companhia da tua cria, mas se passar muito depressa e quase não deres por ele, não te preocupes, pois todos os dias são dias da mãe. E mesmo quando estamos mais cansadas ou menos inspiradas seremos sempre as mães dos nossos bebés e isso é a melhor coisa do mundo, para eles e para nós.

6 de fevereiro de 2013

Abençoada

O meu filho pode ser (como toda a blogosfera já sabe) um castigo para comer, mas é um anjo para dormir. Uma história, uns mimos, uns beijinhos, mais uns beijinhos e um "só mais um bocadinho, mãe", mais um mimo e ele fica tranquilo, enroscado com os seus bonecos e as suas chuchas à espera que o João pestana chegue. Até amanhã, filho do meu coração! Bons sonhos!

Frescura dos 3 anos

Estávamos parados no semáforo junto ao cruzamento da Av. Berna com a Av. da República, em Lisboa, e à nossa frente estava uma daquelas televisões de anúncios que existem espalhadas pela cidade. A certa altura, no banco de trás, ouve-se assim:

Filho: Gosto daquela menina.

Pai e mãe olham para onde ele aponta e vêm uma menina,  nua, toda pintada de brilhantes a dançar o samba anunciando o carnaval do Rio de Janeiro da Tv Record. Eu e o pai rimos. O meu filho continuava deliciado a olhar para a imagem da televisão.

Filho: Ela é cheirosa e eu gosto dela! Gosto muito dela!

Mais risos. E percebi pela cara do maridão que o meu filho não era o único a gostar daquela menina... É assim. É carnaval. Ninguém leva a mal!!

Passatempo Fraldas e Rabiscos!

Na minha busca pela procura do saquinho perfeito para levar a primeira muda de roupa do Afonso para a maternidade vim aqui ter através da Laços e Laçarotes e encontrei este passatempo! Têm dois dias para participar no Passatempo Fraldas e Rabiscos!!

Maternidade - Cursos de preparação para o parto

Achei fundamental na primeira gravidez. Também estava ávida de saber tudo, aprender tudo, ler tudo e ser a melhor mãe do mundo para o meu filho que estava a chegar. Sempre fui e sou orgulhosamente grávida e foi com grande alegria que fiz o Curso de Preparação para o Parto no Centro Pré Pós Parto de Entrecampos com a enfermeira Catarina, da MAC, e adorei. O meu marido foi comigo, mais para me fazer a vontade, e convencido que ia levar a seca da vida dele, e adorou! O curso foi muito giro, útil, divertido e prático e eram umas horas em que estávamos ali os dois, focados no nosso bebé e na nova família que se estava a formar. Além do curso tinha direito a fazer os workshops e claro que os fiz quase a todos. O do transporte do bebé no carro e a segurança rodoviária foi muito útil, a sessão de fotos foi gira e o da respiração no parto foi importante para o grande dia. Claro que não ficamos a saber tudo, claro que vamos fazer asneiras e ter brancas! Com o cansaço dos primeiros tempos há alturas em que mal sabemos como nos chamamos quanto mais se ele começou a última mamada pela maminha direita... E se vos disser que quando no banho do meu filho, com poucos dias de vida, vi uma borbulha no braço não me lembrei que era da vacina do BCG e ajudei a tirar o pus... É verdade! Quando o meu marido percebeu o que eu estava a fazer nem queria acreditar. Senti-me tão mal... Claro que não o magoei nem fiz nada de grave, mas não era suposto mexer e eu ali com a aguinha quente do banho a estranhar imenso o meu filho ter uma borbulha!!!! Por isso, se puderem não deixem de fazer os cursos de preparação para o parto. Eu sugeri este (não me pagaram para dizer nada, tal como tudo a que me refiro neste blog vem do meu gosto e da minha vontade em partilhar boas experiências), mas as maternidades e centros de saúde também têm e são gratuitos. E não tenham medo de ficar a saber tudo porque isso vai demorar a vida toda e nem vai chegar!