31 de julho de 2013

Agora mesmo, o meu filho...

Chegado agora da rambóia com os primos. Aproxima-se do meu computador.
Filho de 3 anos a olhar para o blog que eu estava a ver: O que é que estás a fazer?
Mãe: Estou aqui a ver umas coisas.
Filho: Mas isso não tem piada. Brincar é que tem piada. (Pausa) Agora vem contar-me uma história...

Lá vou eu! A nossa história é o nosso momento. Até amanhã!

30 de julho de 2013

Praia e sling e outras coisas úteis!

Praia e sling? Mas o que é que uma coisa tem a ver com a outra? E eu digo, pelo menos para mim, que tem tudo a ver!! É a maneira mais fácil de transportar um bebé para a praia. Não apanha vento, vai ali sem apanhar sol e nós não temos de arrastar carrinhos pela areia. E quando queremos ir dar um passeio à beira-mar lá vai o bebé no sling...
 
Do mais velho não me adaptei muito bem ao sling, mas com o mais novo tem sido de utilização diária tanto no dia a dia em Lisboa como nas férias aqui no Algarve. E ele adora... adora aquele embalo, o sentir-se aninhado, o bater do meu coração ali tão perto... É um colinho maravilhoso que me permite ter as duas mãos livres, o que dá imenso jeito principalmente quando se tem outri filho.
 
E depois na praia? Onde deito o bebé?

Numa espreguiçadeira igual a esta, que fica todos os dias presa à  nossa palhota na concessão da praia. Nós deixamos lá as nossas cadeiras e o bebé Afonso tem lá a sua espreguiçadeira onde dorme à sombra e protegido do vento. A espreguiçadeira tem várias posições e eu deito-o completamente para ficar bem confortável.
 
Sei que há tendinhas próprias para o efeito e outros gadgets, mas eu não gosto de comprar coisas só para uma determinada função. É que esta espreguiçadeira, que já era do mano, dá imenso jeito para ele estar connosco na sala, para estarmos no jardim ou para levarmos para casa de alguém que não tenha sítio para deitarmos o bebé. Foi nela que o mais velho comeu as primeiras papas e era lá que dormia umas sestas enquanto eu estava ao computador a preparar o regresso ao trabalho...
 

28 de julho de 2013

Um descobriu as mãos o outro casou-se!

Aos 3 meses o meu Afonso descobriu as mãos... Fica a olhar para elas, sorri, aproxima-as da boca, afasta, aproxima e vira os dedos... E eu, fico ali com ele, fascinada com a mais recente descoberta do meu bebé. Que delicia!
*
O mais velho casou-se hoje numa cerimónia simples, ao fim da tarde, na praia com direito a beijar a noiva na boca e tudo!! Não só já pediu em namoro todas as miúdas giras da praia (com mais de 5 anos, que não quer namoradas da idade dele) e as primas como deu o nó!! Promete!!

Aumentou a festa!

À casa do lado chegaram 4 primos (6, 5, 4 e 2 anos)! É a loucura total quando eles começam a ser em maior número que nós! Mas que animação. E o que eu gosto que os meus filhos cresçam rodeados de primos! Eu só tenho duas primas, muito mais velhas, e que moram longe e por isso nunca tive a sorte de ter primos e mais primos para brincar. Felizmente arranjei um marido fantástico com uma família enorme e que adora estar junta e sempre em festa!! 

Banho hidratante

Deixei o meu filho mais velho durante uns minutos no banho de imersão enquanto fui ao Afonso que tinha começado a chorar. Quando regressei para o tirar do banho reparei que ele estava oleoso. Olhei melhor e vi o frasco de óleo Johnson vazio dentro da banheira, mais a embalagem do shampoo e do amaciador! Lá hidratado ficou ele. E radiante da asneira que tinha feito! 

26 de julho de 2013

Dia dos Avós

Tenho de dar muitas graças pelos meus avós maternos. (Os paternos, infelizmente, partiram muito cedo e não me recordo deles). A minha super querida avó ainda está entre nós, com a sua vida, sabedoria, amor e alegria, mas algo morreu dentro dela quando perdeu o meu avô, há precisamente 6 meses atrás depois de 66 anos de casados. (fariam amanhã 67 anos). Ainda agora lhe liguei a dar um grande beijo. Tínhamos falado hoje, mas eu não me lembrei do dia dos avós e resolvi ligar a dar mais um beijo e agradecer a maravilhosa avó que tem sido. 90 anos de vida. Uma mulher extraordinária e fora do comum. Muito inteligente, sensata e uma mulher de grande fé. Uma matriarca. O meu avô, o meu querido avô Zé, foi das melhores coisas que a vida me deu. Tão doce comigo, tão meu amigo... Custou-me vê-lo adoecer e ir partindo aos poucos. Faz hoje seis meses que foi a enterrar... Não tinha muito dinheiro, mas sempre que eu lá ia a casa quando era miúda tinha sempre uma nota escondida para me dar utilizando desculpas diferentes consoante a fase da minha vida (para o lanche, para o cinema, para a gasolina...). Contou-me muitas histórias quando eu era pequena e despedia-se sempre de mim com lágrimas. Era um avô piegas e de lágrima fácil. O meu querido avô. Tantas e tão boas memórias. E tantas lágrimas de saudade... 

25 de julho de 2013

Fantástica ideia!

 
Vou fazer isto. Acho fantástico e acho que pode muito bem funcionar. Os miúdos adoram password's e podemos transformar isto num jogo.

Habemus bomba!!

A bomba para eu tirar leite já chegou, acompanhada por um cartão amoroso, e já funcionou duas vezes! O Afonso bebe 6 biberons de 180cc por dia, por isso, nos próximos dias a bomba vai bombar à séria!
 

24 de julho de 2013

Onframe - um projecto para quem adora fotografias!

Este projecto é muito giro e acho que vai fazer as delícias de muitas de nós, que são fãs de fotografias. Eu adorei a ideia e achei ainda mais engraçado podermos ajudar um novo projecto a ganhar vida. Espreitem aqui tudo sobre o projecto Onframe. 

23 de julho de 2013

Muito obrigada a quem tem bom coração...

... E vontade de ajudar, mesmo quem não conhece. Esta querida leitora, que já considero amiga, ao ler o meu desespero em encontrar uma bomba para tirar leite não hesitou em preparar a dela para me enviar por correio azul. Há pessoas fantásticas. Muito obrigada. E um grande beijinho.

Em busca da bomba de leite!

Ando há uma semana a tentar contactar uma técnica do Centro de Saúde para tentar que me emprestem uma bomba para eu tirar leite para o dia em que tiver de ir a Lisboa. Não consegui falar com ninguém e pensava que hoje resolvia o meu problema, mas não. E fiquei chocada com o Centro de Saúde onde fui. Estou habituada à USF do Dafundo, que funciona a 100% em tudo, e fiquei preplexa com o que vi ali (e que, infelizmente, acredito que é o Portugal Real). Ninguém sabe nada, ninguém sabe das enfermeiras, das técnicas. Não estão nos gabinetes... "Se calhar estão de férias ou foram tomar o pequeno-almoço!" Foi uma das respostas que ouvi, mas a melhor foi "Não sei de mim como hei-de saber da enfermeira, que ainda por cima é de um departamento diferente"! Um atraso de vida, portanto. Vá lá que consegui vacinar o Afonso com a primeira dose da Prevenar 13, mas foi porque fiz o trabalho de casa, e ao fim de 20 telefonemas consegui falar com a enfermeira responsável e explicar a situação. Mas em relação à bomba de leite está difícil... E o que irrita mais é que existe o serviço de empréstimo das bombas! Mas ninguém sabe de nada e está tudo de férias... ou fora do posto de trabalho ou sabe-se lá onde. Um aviso na recepção mostra bem o estado em que estão as coisas. Não fotografei, porque me esqueci do telemóvel, mas dizia que a responsável pelo ECG está de baixa de parto desde 6 de Maio e, como tal, até ao final do ano de 2013 não se realizam estes exames! Fogo! Vou continuar a tentar. Não quero ter de dar leite artificial só porque o Centro de Saúde está cheio de incompetentes! Dei o meu número a uma senhora que me pareceu mais eficiente. Pode ser que tenha sorte...

3 meses de Afonso!

Bem vistas as coisas já é um ano de Afonso se somarmos os 3 meses de vida aos 9 meses de gravidez, mas hoje, dia 23 de Julho, faz 3 meses que conhecemos o nosso pequenino, que ficámos mais descansados em relação ao aumento dos rins (que não precisou de nenhuma intervenção e que tem vindo a normalizar) e que vivemos a enorme alegria de ter mais um filho nos braços e no coração. É um filho com mel, como eu costumo dizer. É um doce tranquilo, um bebé muito risonho e bem disposto. Tem refegos (coisa que o mano nunca teve), é mamão, dorminhoco e raramente chora. Em 3 meses deu uma noite difícil que foi na noite em que me subiu o leite. Gosta de beijos e já ri, em especial para o irmão. Palra muito e adora conversa... Uma delícia! Não gostava de chucha, nem a usa para dormir, mas de dia vou-lha dando. Tem os cabelos no ar e o cabelo preto. Olho preto, vivo e expressivo. A roupa para 62cm já começa a não servir e está a desenvolver-se muito bem. Já brinca com as mãos e já sentiu nos pés a areia da praia. Faz uns barulhinhos maravilhosos e cheira a bebé fofinho. Gosta de dormir com a fralda na cara. Tem pés e mãos grandes. É tranquilo e adormece sozinho, mas gosta de colo. Adora andar no sling, que tem sido uma grande ajuda, e ficar ali enroscado a ouvir o meu coração, que ficou mais cheio depois dele nascer.

22 de julho de 2013

Conquilhas ao final da tarde

Hoje o pequeno Afonso não foi à praia à tarde. Estava a espirrar e a tossir e achei que era melhor ele ficar por cá. Eu levei o mais velho quando ele acordou da sesta e deixei o pequeno a dormir em casa com o pai. Uns mergulhos e beijos salgados depois regressei a casa, deixando o mais velho com a minha mãe que entretanto veio juntar-se a nós, e foi o pai para a praia. E agora, enquanto o doce do Afonso dorme, vou preparar umas conquilhas para o jantar. Eu não como porque estou a dar de mamar e não arrisco, mas os meus homens e a minha mãe vão-se deliciar. Este é um dos sabores e cheiros do Verão cá de casa... Alho, azeite, coentros, conquilhas e limão! Uma maravilha!

O regresso ao trabalho

Estou à espera que me marquem a reunião que me obrigará a ir a Lisboa e passar um dia inteiro longe do baby Afonso. Sempre que vejo o email sinto um frio na barriga... Será que é amanhã que tenho de ir? Ainda por cima não trouxe a bomba de tirar leite (era tanta coisa para trazer e como não estava a pensar afastar-me do meu filho achei que podia ficar) e ando aqui feita maluca a tentar que no Centro de Saúde me ajudem e me aluguem uma bomba, mas ainda não consegui. (E não queria nada ter de dar leite em pó, mas se tiver de ser nem vou pensar muito nisso nem dramatizar). O regresso ao trabalho custa quando temos um bebé pequeno. E eu não contava começar já um novo projecto. Se por um lado quis abraçar logo o novo desafio, que ainda por cima me vai permitir trabalhar em casa e gerir o meu tempo, por outro ainda não me vejo a não estar focada no meu filho 24 horas por dia. A sorte é que ainda tenho tempo para me habituar à ideia. Só começo em Setembro - até nisto tive sorte e deram-me a possibilidade de escolher - e vou poder continuar a dar de mamar e fazer tranquilamente a transição e a adaptação do Afonso à creche. (Claro que me vai custar muito mais a mim do que a ele, mas sei que vai correr bem e que o meu bebé vai ficar bem e que a mim também me faz bem voltar a escrever e a trabalhar no que eu mais gosto).

21 de julho de 2013

A banhos de água quente...

... A água do mar está quente, as hormonas andam mais controladas, as Bolas de Berlim da praia estão de comer e chorar por mais, os amores de verão do meu Don Ruan de 3 anos estão ao rubro, o pequeno Afonso está cada vez mais querido, desperto e sorridente, já andei no carrossel da lagarta e ja fui a Espanha tapear... Estas são algumas das novidades destas vidas...

A banhos de água quente...

... A água do mar está quente, as hormonas andam mais controladas, as Bolas de Berlim da praia estão de comer e chorar por mais, os amores de verão do meu Don Ruan de 3 anos estão ao rubro, o pequeno Afonso está cada vez mais querido, desperto e sorridente, já andei no carrossel da lagarta e ja fui a Espanha tapear... Estas são algumas das novidades destas vidas...

Nome de Código Leoparda

Mais um livro do Ken Follet que me está a fascinar. Sou completamente fã da escrita e das histórias empolgantes deste escritor. E este livro é, mais uma vez, simplesmente maravilhoso. 


19 de julho de 2013

Adopção de verão

Enquanto eu venho para casa com o mais novo parece que a senhora da palhota ao lado da nossa, que já conhecíamos de outros verões, adopta o meu filho quando eu não estou. Hoje deu-lhe bolachas, água e assoou-lhe o nariz enquanto ele jogava às cartas com os três miúdos dela mais as crianças das palhotas vizinhas. Que crescido está o meu menino. Já joga ao peixinho, mas com "cartas sem reis, mãe". E na hora de ir a banhos lá vai o meu Maridão com a criançada toda! Isto é que é uma animação. Esperemos que o fim de tarde não esteja ventoso para eu e o Afonso nos juntarmos à festa!

16 de julho de 2013

Dia bom!!!

E depois da tempestade veio a bonança. Pelo menos, hoje. O dia correu bem e soube a férias. Fui ao pão, tomei o pequeno almoço e deixei o pai e o mais velho em casa, com as recomendações de cremes e afins, tentando ser mais relaxada. Saí com o bebé para a praia. Ele dormiu uma hora e eu li o meu livro. Depois chegaram os outros dois piratas. Ainda fui com o mais velho dar um mergulho. A água estava quente e eu ainda só tinha molhado os pés. Eram 11h e estava na hora de regressar a casa com o pequenote. Vim, dei de mamar e o Afonso dormiu. Eu preparei o almoço. Bem disposta e feliz.   Almoçámos (e o meu filho almoçou bem) e dormimos todos a sesta. Ao final da tarde fui com o mais velho para a praia e rebolámos nas ondas e brincámos com a bomba de água. Foi bom. Muito bom. Depois veio o pai com o Baby, mas estava vento e o Afonso começou a chorar. Agarrei nele e regressei a casa para ele mamar tranquilo. Ainda houve caracóis ao fim da tarde. Tentei não olhar muito para as horas. Começámos a jantar às 22h, mas não correu bem e o meu filho estava ensonado e o pai foi metê-lo na cama sem jantar, mas antes de haver cenas e fitas. Ele estava exausto. Beijoquei-o todo, aninhei-o nos lençóis e espero a sua visita de manhã, quando se enroscar na nossa cama. E o meu marido disse várias vezes ao longo do dia que estava a gostar muito do esforço que eu estava a fazer para estar mais descontraída. E correu bem. Muito bem. E sorri muitas vezes!

E no meio deste caos emocional...

... No meio deste meu dia de emoções ao rubro, lágrimas e hormonas pós parto recebo um telefonema com um convite para um trabalho. Uma encomenda de guiões que pode ser feita a partir de casa. Óptimas notícias, é verdade, mas não estou minimamente preparada para começar a trabalhar. Até porque em Agosto estou por minha conta com os miúdos, sem família por perto, sem creche e sem empregada. Para já, tenho de ir um dia destes a Lisboa a uma reunião... Bem achava que devia ter trazido a bomba do leite. Não sei como vou fazer isto, mas havemos de arranjar uma boa solução. E agora vou-me deitar para ver se amanhã acordo mais relaxada e de melhor com a vida! Porque só tenho motivos para sorrir, mas não o tenho feito.

15 de julho de 2013

Angústia pós parto

Sonhava com estas férias. As primeiras férias a quatro. Imaginava que iam ser as melhores férias de sempre. O meu filho mais velho há meses que pedia para virmos para o Algarve, o meu marido precisava de descansar e de estar em família como pão para a boca e eu queria ter a família de 4 reunida. No entanto, tem corrido tudo ao contrário. As minhas hormonas estão ao rubro e choro quando me zango ou me enervo. O meu filho mais velho não me obedece. Está a medir forças comigo e não faz nada do que eu digo. As guerras para comer estão ainda mais infernais. Eu fervo em muito pouca água. O meu marido, que vinha exausto, antevê umas férias muito problemáticas. Eu e o Afonso temos de ir cedo para a praia, até porque as tardes estão super ventosas e é impossível ir para a areia, mas o meu filho mais velho demora horas para comer o pequeno almoço. E eu em nervos a ver que vou chegar à praia e meia hora depois tenho de voltar para casa. Acabo por arrancar sozinha com o baby. Hoje, na praia estava a dar de mamar quando chamei o mais velho para lhe pôr mais creme protector solar. Ele ignorou-me. Disse que ia contar até três e que se ele não viesse ficava de castigo. Continuou a ignorar-me. Acabei de contar até três e como ele continuou a ignorar-me disse que logo ele não ia jogar matraquilhos depois do jantar. Furioso, levanta-se, e atira com areia para cima de mim e do irmão que estava a mamar. Foi o stress. Fiz uma cena, aumentei o castigo e vim para cima com omitais novo com o meu marido a mandar-me acalmar. Estou desesperada e sem saber como lidar com esta nova fase. A rotina a 4 em Lisboa estava criada, estava a funcionar bem e, de repente, precisamos de encontrar uma nova rotina a 4 que funcione as 24 horas do dia... E não está a ser nada fácil. Eu sinto-me cansada e com pouca paciência para as asneiras e provocações do meu príncipe mais velho e ele deve sentir a falta da mãe dele... E por isso, andamos nisto. Estou stressada com as horas e com as rotinas, não estou a conseguir estar feliz apesar de ter tudo o que preciso para ser feliz... Espero conseguir dar a volta a este mau humor, ansiedade e estado de nervos. Até me já me ocorreu agarrar no Afonso e ir para Lisboa... E só me apetece é chorar. E hoje apetecia-me um cigarro. Desde o nascimento do Afonso, a 23 de Abril, nunca mais tive vontade de fumar, mas hoje apetecia-me ir sentar à beira-mar, sozinha, a fumar um cigarro. Mas não o vou fumar porque sei que faz muito mal ao Afonso. E, neste momento, é com ele que sinto maior ligação. Estou mesmo em baixo. Quem me ouvir deve pensar que sou parva e ingrata... Espero regressar em breve com outras palavras e alegria na voz.

13 de julho de 2013

12 de julho de 2013

Outro lado da crise

As empresas e os directores andam a abusar. O meu marido trabalha numa empresa público- privada. Para os entalar numas coisas é pública, para os entalar noutras é privada. E atenção que eu não sou de esquerda, mas há coisas que me irritam. O projecto onde o meu marido está envolvido está a ser um sucesso com cada vez mais empresas (clientes) a requisitarem o sistema que eles fazem e gerem. No entanto, é só ele e um colega neste projecto e não conseguem dar conta do recado. Ou melhor, conseguem à conta de noitadas ( ainda não chegou a casa e entrou às 9 da manhã), férias por gozar e pessoas à beira do colapso. Isto porque, não se pode contratar ninguém no estado. Mas se há trabalho a mais e é preciso formar algumas pessoas e dar-lhes trabalho numa área especializada e com uma dimensão nacional e internacional porque é que não se faz isso? Não! É melhor pedir a quem lá está que dê o couro e o cabelo, mais a licença de paternidade que já adiou várias vezes e ainda que leve o computador nas férias que pode ser preciso uma emergência!! Raios parta! Estou danada. E estou a libertar a fúria aqui para quando ele chegar eu estar mais calma! Eu sei que é preciso dar o melhor e segurar os trabalhos, mas porra! O que é que querem fazer às pessoas?! À conta desta treta já não tenho o meu marido de licença no fim de Agosto e vou ter de ficar sozinha com os dois miúdos! Acreditam que o meu marido ainda só gozou uma semana dos 20 dias da licença inicial, mas é sempre... " não se preocupe que não fica com nenhum dia por gozar". Andam a empurrar e a adiar a licença e as férias com a barriga!! Nervos! Que nervos!! Mal gozou o filho pequeno.... Estou mesmo enervada. E sabem o que irrita mais? É que no fim, ninguém agradece e à mínima dão-nos um pontapé no rabo como me fizeram a mim! 

Optimus Alive

Ao contrário do que o meu filho disse aqui, não comprei bilhete para o Alive, mas esta noite vou-me deitar com música ao vivo! E aquilo por lá deve estar animado. O público está ao rubro!!

Bebés e cabeleireiros

O meu pequenino Afonso anda sempre comigo. Andamos sempre os dois felizes e contentes e ele adora andar comigo para todo o lado. Mas hoje, coitadinho, abusei e marquei cabelo, depilação, mãos e pés no cabeleireiro e ele não gostou nada! Estava lá calor, barulho e ele ficou irritado. Fiz depilação com ele deitado ao meu colo a mamar e, quando estava a arranjar os pés, já era novamente hora de mamar. E ele chorava. Irritado. Enervado. Detesta estar no ovo e eu não consegui levar a alcofa. E pior, quando ele chorava, as meninas do cabeleireiro, que são umas queridas, abanavam o ovo. O pior é que este meu bebé não gosta de ser chocalhado. Felizmente consegui acalmá-lo, dar-lhe maminha e adormecê-lo. E também consegui fazer tudo o que tinha marcado para amanhã ir de férias. Yupi!

Confissões de mãe...

... O segundo filho tem outro sabor.

Quando o meu filho mais velho tinha um ano e meio eu e o meu marido decidimos ter o segundo filho. Engravidei logo, para meu grande espanto, e na altura pensei se seria possível amar outro filho como amava aquele meu bombom. Era um amor tão, mas tão intenso... Infelizmente a gravidez não evoluiu como era esperado, mas a vontade de ser novamente mãe continuou a crescer dentro de mim. Quase um ano depois nova gravidez. O entusiasmo de aumentar a família foi enorme. Infelizmente, a natureza pregou nova partida e a gravidez não evoluiu. Graças a Deus, poucos meses depois o pequeno Afonso instalava-se dentro de mim e eu já tinha a certeza absoluta que no meu coração caberia mais um, dois ou três filhos...

Hoje. Quase 3 meses depois do meu pequenino nascer sei que este meu segundo filho tem um sabor especial. O sabor da serenidade e do aproveitar bem estes momentos. E a certeza que tudo aconteceu para eu ter este meu Afonso nos braços. O bebé mais doce e a sorridente que eu já vi. 

  A minha calma, a experiência e o à vontade na dinâmica da maternidade permite-me desfrutar muito mais deste filho do que desfrutei do mais velho enquanto era tão bebé. 

Eu digo que o Alexandre chorava mais. E chorava. Porque teve imensas cólicas e, acima de tudo, porque eu entrava em pânico com o choro dele. E ele, claro, sentia a minha ansiedade e ainda chorava mais. O Afonso não só teve a sorte de quase não ter cólicas como quando chora eu consigo perceber o que ele precisa e acalmá-lo em poucos segundos ou minutos. 

São tão diferentes estes dois manos. Fisicamente são muito parecidos, apesar de um ser a versão loura e outro a morena, mas de feitios parecem-me muito diferentes. Mas eu também sou uma mãe diferente para eles. A mãe que o Alexandre teve quando nasceu não é a mesma que o Afonso tem agora. Só uma coisa é igual. O amor que sinto por eles.

11 de julho de 2013

Que crescido que está o mais velho!

Hoje foi a reunião de final de ano com a educadora do mais velho. Como ela faz jornais mensais com as actividades e momentos especiais de cada um e da turma a reunião foi curtinha e serviu, acima de tudo, para nos dizer que o ano tinha corrido muito bem, quais as principais conquistas do grupo e que este ano deixavam a creche para integrarem o jardim de infância em Setembro. Falámos das novas rotinas que vão ter e a educadora agradeceu confiar-mos-lhes os nossos filhos. E eu agradeci em voz alta (e com uma ponta de emoção na voz porque quem meus filhos ama minha boca adoça) à educadora e às auxiliares por fazerem um trabalho tão bom com os miúdos. Eles são  verdadeiramente felizes naquela creche. Adoram ir para a escola. A educadora é fabulosa em termos humanos e pedagógicos. Toda a gente conhece os miúdos, sabem quem eles são, se gostam de salada ou se são pastelões a comer... Esta proximidade familiar é fabulosa. A atenção que lhes é dada não tem preço e o trabalho que fazem com eles é de grande qualidade. Para casa, vim com o coração cheio e com a pasta linda com os trabalhos feitos pelo meu amor mais velho durante o ano. E amanhã, último dia antes de irmos de férias, o meu filho despe a bata azul e despede-se da creche... E fica mais próximo do jardim de infância. E parece que foi ontem que o deixei no berçário, com 9 meses, pela primeira vez... Pareço velha ao dizer isto, mas desde que sou mãe sinto que o tempo não pára e que é impressionante a velocidade a que os nossos filhos crescem.

O cartão do cidadão e os bebés

O mais velho fez o cartão do cidadão já com 6 meses (nunca mais me vou esquecer, pois foi das últimas vezes que estive com o meu pai e foi ele que fez macacadas para o meu filho manter os olhos abertos), mas o baby ainda não tem 3 meses e já tem o seu cartão porque precisava de número de contribuinte para a creche. Se vissem a cena que foi! Ele que nem chora estava rabugento porque estavam 40 graus em Lisboa e ele queria dormir e nós precisávamos que ele tivesse os olhos abertos. Podia pegar-lhe, mas ao longe que eu não podia aparecer, mas o meu filho ainda não se endireita sozinho muito bem. Ele que nem gosta de chucha queria a chucha, mas a chucha não pode aparecer na fotografia. Estávamos os dois sozinhos e todas as senhoras da repartição a querer ajudar, mas só o enervavam mais. Quando conseguimos que não chorasse e que tivesse os olhos abertos o sistema rejeitou a foto. Toca a repetir tudo. Eu já estava doida da vida com todas as senhoras funcionárias a querer pegar porque sabiam um truque... Finalmente lá conseguimos uma foto! Está maravilhoso o meu pikachu de cabelos em pé, mas foi uma epopeia!

Em contagem decrescente

O meu filho todos os dias pergunta se é nesse dia que vamos para o Algarve, apesar de estar a fazer com ele a contagem decrescente. Está quase, mesmo quase e as malas já semi feitas fazem sentir que estamos quase de partida. Nestes últimos dias tenho andado num tétris no congelador para conseguir que caiba tudo o fiz para levarmos para baixo (é uma sugestão que deixo a quem vai para férias para apartamento. Planear com muita antecedência as comidas para se levarem refeições feitas e congeladas). E no sábado é a vez do meu marido jogar ao tétris para conseguir enfiar tudo na nossa carrinha. É a primeira viagem grande a 4 e vamos por 3 semanas. Tanta bagagem.... E temos a sorte de na casa lá do Algarve haver todos os acessórios infantis como berços, banheiras, cadeiras da papa, carrinhos e afins. É outra das vantagens de uma família grande que partilha a casa. O que poderia ser muito confuso, afinal são 7 irmãos e respectivas famílias, tornou-se muito simples graças a um calendário de férias onde no inicio de cada ano cada irmão marca as semanas em que lá quer estar. Quem quiser ir com outros irmãos e cunhados está à vontade, mas quem quiser ir só com os seus tem esse direito. E assim tem funcionado esta partilha da casa por tanta gente. Geralmente, cada um tem uma época preferencial e vai quase sempre nas mesmas semanas não interferindo com as férias dos irmãos. E uma coisa mesmo boa... A água da praia para onde vamos tem estado a 30 graus!! Yupi!!

10 de julho de 2013

As crianças e as notícias

Ontem ao final da tarde eu dava de mamar a ver a SIC notícias enquanto o mais velho brincava. A emissão estava em directo no Parlamento com uma intervenção de Paulo Portas. E enquanto ele brincava Portas falava da questão das armas na Síria.
Filho : (excitadissimo) ele disse armas, mãe! Armas!
E apesar de continuar a brincar, sempre que ouvia a palavra Armas olhava. É fascinado por tudo o que é bélico. Armas, espadas, pistolas... Que se juntam aos dragões, dinossauros, castelos, piratas e princesas que precisam de ser salvas!

Pulseira "Estou aqui" parte 3

A pulseira de localização "Estou aqui" estava esgotada na esquadra aqui perto, mas como indicam no site enviei um email a pedir e passado três dias tinha a pulseira na esquadra que eu escolhi. Fantástico! Já explicámos ao mais velho o porquê da pulseira e o que tem de fazer caso se perca de nós (esperando que isso nunca aconteça) e agora é ir aqui ao site e activar a pulseira para associar o número da pulseira aos pais.

8 de julho de 2013

O ice tea vai para as maminhas?

O meu filho mais velho bebia um ice tea e eu roubei-lhe um golo.
Filho: mãe, o ice tea vai para as maminhas?
Mãe: sim. Tudo o que a mãe bebe ou come vai para o leite.
Filho:toma! Bebe mais! O mano tem sorte!! Ele vai gostar muito!

E obrigou-me a beber a lata quase toda de ice tea. Nunca o tinha visto tão mãos largas com o seu ice tea que ele adora!

Do nosso fim de semana...

Para não cozermos nesta linda casa que na sexta feira chegou aos 37 graus fugimos para Sesimbra para casa de uma grande amiga e madrinha do mais novo. Amizade essa que nasceu, nesses mesmos apartamentos do Porto de Abrigo há mais de 20 anos. Adoro voltar lá. É sempre uma emoção e adoro o regresso ao local onde fui muito, muito feliz. Passava lá os verões inteiros com os meus pais e recordo o meu pai com saudade e o seu tom bronzeado, as horas marcadas para chegar a casa, as primeiras saídas à noite, os amores de verão, as conversas à beira da piscina... E hoje em dia é giro reencontrar essas amizades e vê-los com os seus filhos...

E agora não sou só eu que sou feliz ali. O meu marido adora aquele sítio, o meu mais velho adora a piscina e a rambóia que as idas a Sesimbra garantem e o pequeno estreou-se nas sombras da piscina... E sinto uma onda de felicidade tão intensa, mas tão intensa... Em nenhum outro sítio sinto o coração tão cheio de alegria e de boas memórias, que agora se transformam em memórias novas ainda mais felizes!

E enquanto o mais velho andava em versão pinga amor pela piscina nadando atrás das meninas bonitas a dar beijinhos e a chamar-lhes princesas (vai dar um trabalhão, este dom ruan de 3 anos) ou a saltar da prancha, o pequeno Afonso conquistava tudo e todos com o seu sorriso fácil e delicioso. E foi tudo tão, mas tão bom!! Nem o trânsito infernal que apanhámos à meia noite e meia para chegar a Lisboa me tirou o sorriso da cara da alegria de dois dias tão bem passados. 

5 de julho de 2013

Quentinho, não acham?

Era assim que estava o meu carro quando lá chegámos para ir à ginástica! Coitadinho do meu filho! Começou aos gritos quando o pus lá dentro. Devia achar que a mãe o estava a meter no forno.

E com ele no sling e sem me conseguir sentar no lugar do condutor tive de o colocar no ovo e só depois é que consegui ligar o ar condicionado. 

4 de julho de 2013

Os bebés e a televisão

O pequenote cá de casa, a meio dos seus dois meses de vida, já quer ver televisão e está sempre a virar a cabeça para ver o que está a dar. E se eu deixar, lá fica ele a olhar para lá. Eu, como é óbvio, não deixo.
Mãe: não podes ver televisão, Afonso.
Filho mais velho: não faz mal, mãe. Estes não têm maus!!!

Digam lá que não é uma ternurinha...

2 de julho de 2013

Lista de compras do meu mais velho

Hoje de manhã enquanto tomava o pequeno almoço o meu filho mais velho pegou no meu bloco de notas e, como eu faço, fez ele também a lista de compras.
Filho: mãe, tens de comprar yoggi de morango liquído, douradinhos, canja, chocolatinhos, gelados, Bongo e fiambre! 
E estendeu-me a lista. Maravilhosa. Amei!!

Lágrimas hormonais

Hoje chorei porque...

... O meu marido chegou super tarde a casa para sair logo a seguir para ir jogar. Logo, os 45 minutos que esteve em casa foi com as minhas lágrimas e reclamações...

... Eu e o meu marido não temos tido tempo para falar, para decidir sobre a lista de convidados do baptizado do nosso bebé, sobre se avançamos para a mudança de casa, sobre o dia a dia de cada um...

... No trabalho do meu marido aquilo está a loucura. Sei que temos de dar todas as graças a Deus por ele ter trabalho numa altura como esta, mas ele anda a trabalhar mais de 12 horas por dia nuns projectos com uns prazos loucos, não gozou a licença de paternidade inicial ( dizem que ainda há-de gozar este ano), mas apenas uns dias,  traz trabalho para casa e quando finalmente se senta ou se deita cai para o lado... Exausto, cansado, preocupado... Até a dormir, enquanto eu dou de mamar, já o ouvi falar de fórmulas e soluções lá do trabalho dele...

... O meu filho mais velho ficou a dormir na avó e eu estou cheia de saudades dele. Ver o quarto dele vazio à noite incomoda-me. Sinto falta dele. Do cheiro dele. Da história de boa noite. Do seu riso e dos seus abraços. Sou mesmo uma mãe galinha cheia de hormonas e hoje chorei porque ele não está...

... E quase que chorei, e se calhar devia mesmo ter chorado, com esta desgraça política em que o nosso país está. Estamos entregues aos bichos. Não há ninguém decente para nos governar. E este é o nosso país. O país dos nossos filhos. E eu que só quero tudo de bom para os meus filhos gostava que eles tivessem um país bem governado, focado no que é importante, onde os assuntos sérios fossem tratados como tal, onde a justiça existisse, onde a natalidade, as crianças e os jovens fosse valorizados. Onde todos pudessem ter acesso a um bom sistema de saúde (como eu tenho a sorte de ter na USF do Dafundo). Onde o bom ensino fosse importante e a educação valorizada. Onde houvesse trabalho para todos os que querem trabalhar. Onde os nossos impostos fossem usados de forma justa. E onde o que os portugueses têm de melhor fosse optimizado. 

O meu mais novo e a rambóia!

Que o mais velho quer andar sempre na rambóia não é novidade nenhuma, mas a grande descoberta de hoje é que ficar em casa também não é para o mais novo. Desde que ele nasceu que andamos sempre na rua. Aulas e workshops no Centro Pré Pós Parto, almoços com o pai, ir buscar o mano à creche, parque ao final da tarde, casa dos tios e dos amigos, jardins, supermercados, passeio, compras, consultas médicas, jantares, lanches, brunches e afins... Pois hoje que não tínhamos nada na agenda decidi que era bom ficarmos em casa. Precisava de tratar de umas burocracias e aproveitava para ler, navegar na net e dormir em frente à televisão... Mas o meu pequenote não gostou nada da ideia e não dorme nada de jeito. Este bebé que só acorda geralmente para mamar e para estar com o pai e com o mano ao final do dia hoje não quer saber de sestas para nada. Quer atenção, quer conversa e chora mais do que é habitual, que costuma ser nada! E chora porque tem sono. Está com sono, mas falta-lhe o barulho da rua, o embalar do carro e do sling, a confusão do dia na cidade...

A amamentação e os remédios

Amanhã vou arrancar o tal siso que tanto me incomodou na gravidez. Não tem doído, mas está com uma cárie e é bom tirá-lo antes que volte a doer. Como o meu Afonso mama em exclusivo liguei para a SOS Amamentação para colocar a questão da compatibilidade entre a anestesia e dar de mamar. Não tem problema nenhum, a dose da anestesia é muito fraca, mas de qualquer forma deram-me um site (que uma amiga também já tinha utilizado por indicação do pediatra dos filhos) onde se coloca o nome ou o composto do medicamento e, desta forma, sabemos se é compatível ou não com a amamentação. O e-lactancia é uma ferramenta muito útil a quem amamenta e por isso resolvi partilhar aqui. Apesar da anestesia que eu vou levar não ter contraindicações para quem está a dar de mamar o leite pode ficar com um sabor um pouco alterado. Por isso, vou hoje tirar um pouco de leite. Na SOS Amamentação ensinaram-me ainda a fórmula para calcular quanto é que o nosso bebé ingere: peso do bebé*150= quantidade diária/ 8= quantidade por mamada. Mais uma vez de dizer que as voluntárias da SOS Amamentação são fabulosas e tenho recorrido aos seus ensinamentos e experiência várias vezes. Relembro ainda que o leite materno deve ser descongelado ao natural e aquecido em água quente debaixo da torneira e nunca no micro-ondas.

Sugestões de leitura

Quem por aqui costuma passar sabe que a leitura é uma das paixões da minha vida e é frequente ir sugerindo alguns livros. Só sugiro livros que me marcaram e é muito bom receber comentários e emails de leitoras a dizer que adoraram o livro que eu sugeri. Claro que não podemos gostar todos do mesmo e o que é fantástico para mim pode ser uma seca para outra pessoa. Ainda assim, quero partilhar uma lista de alguns livros que acho que merecem ser lidos. Sei que a maioria das pessoas aproveita as férias para ler mais e, por isso, aqui fica a minha sugestão de leituras.

1 - "Diz-me quem sou" de Júlia Navarro

2 - "A Queda dos Gigantes", de Ken Follett, Trilogia O Século, Livro 1

 3 - "O Inverno do Mundo", de Ken Follet, Trilogia O Século, Livro 2

4 - "Uma casa de Família", de Natasha Solomons

5 - "O planalto e a Estepe", de Pepetela

6 - "A arca", de Victoria Hislop

7 - "O tempo entre costuras", de María Dueñas

8 - "O Menino de Cabul", de Khaled Hossein

9 - "Os Pilares da Terra", de Ken Follet. Volume 1
  "Os Pilares da Terra", de Ken Follet.  Volume 2

 10 - "Norwegian Wood", Haruki Murakami


Havia muitos outros livros para sugerir, mas ao olhar para a estante estes foram os que me chamaram logo a atenção. Tenho o hábito de quando gosto de um livro ir ler tudo o que há sobre esse autor e, regra geral, não fico desiludida. Por isso, espreitem os outros títulos dos autores aqui sugeridos. Boas leituras. E se tiverem livros que vos marcaram e que gostavam de partilhar, deixem um comentário. Estou sempre à procura de novos autores e novas histórias.







Os vouchers irritam-me, ou melhor...

... Quem me irrita são os donos dos sítios que aderem aos vouchers, mas que depois não querem aceitar quem tem vouchers a não ser que não tenham ocupação nenhuma. Há, e tal venha em Dezembro quando está mesmo bom para a Piscina e para as praias aqui da zona. Estou mesmo irritada. Ontem havia uma óptima promoção no Lifecooler e antes comprar o vouchers para um sitio giríssimo, na Comporta, o meu marido enviou um email a saber se tinham um quarto com as características do vouchers. Sim, senhor, foi a resposta. Que tinha havido uma desistência. Por favor, fazer o pagamento de x€ correspondente a metade do valor da estadia. Nessa altura o meu marido informa que tem um voucher. Despede-se até sexta feira, obrigado e cumprimentos. Eis que vem novo email a dizer que com voucher afinal não dá. Tem clientes habituais em stand by. Terá de ficar para outra altura! Não diz quando, claro. Que agora vem aí a época alta e não queremos cá vouchers!!!

O meu mais velho

Estava eu a colocar uma roupa do mais velho num saco quando ele entrou e me viu a arrumar os ténis nesse mesmo saco.
Filho: onde é que os meus ténis vão?
Puxei-o para mim e sentei-o ao meu colo.
Mãe: a mãe está a preparar este saco para amanhã ires dormir a casa da avó.
Filho: onde é que tu vais?
Mãe: a lado nenhum, filho.
Entra o meu marido no quarto.
Filho: onde é que vais, pai?
Mãe: nós não vamos a lado nenhum.
Filho: então porque é que vou dormir a casa da avó. Não quero ir!

Que é como quem diz: se não precisam de ir a lado nenhum, não me empandeirem para outro lado. Achei uma graça à perspicácia dele e à associação de ideias. Lá lhe expliquei que estava cá a minha irmã que gostava de estar com ele. Que tinha saudades dele e por isso ele ia dormir com a avó e com a tia. Não ficou nada entusiasmado. E a primeira coisa que me disse de manhã foi que não queria ir dormir à avó. Mas eu sei que depois ele gosta de lá estar e dos mimos todos que recebe.