31 de outubro de 2015

Baptizado lindo!

Foi uma cerimónia muito bonita e uma festa linda! O meu afilhado mais querido e a mana mais velha, que também foi baptizada estavam lindos e portaram-se lindamente. O facto de ter sido uma cerimónia curta e sem missa ajudou, porque quando se arrastam e demoram muito os mais pequenos começam a ficar impacientes. Estávamos todos felizes, entre amigos e família. A tarde ficou linda e a festa não podia ter corrido melhor. Os meus filhos divertiram-se imenso com as outras crianças, e não houve birras, nem choros de nenhuma das crianças presentes. Eles andavam à vontade e fartaram-se de brincar enquanto nós almoçávamos e disfrutávamos da companhia uns dos outros:) Que dia tão bonito, e eu super emocionada por ter sido escolhida para um papel tão especial na vida do Vasco! 

30 de outubro de 2015

E se virem uma maluca de Havaianas sou eu!!


A madrinha vaidosa veio arranjar as mãos!!

É já amanhã o grande dia, Vasquinho!!

Maldita virose!

Maldita virose que não larga a minha casa. Hoje o mais pequeno também acordou (na nova hora dele, às 6h15) com diarreia. O mais velho tem estado bem num dia e mal no dia a seguir, depois volta a ficar bem e depois volta a fazer diarreia! Que chatice! Antes das 8 da manhã já estava a ligar para a minha mãe para lá ir ficar com eles e depois voei para o supermercado para comprar peixe, cenouras e frango para a canja. No meio de tanta cocozada estavam os dois felizes por ficar o dia todo em casa com os mimos da avó. E eu quando cheguei ao trabalho já tinha mais de 3 horas de correria... Ainda por cima hoje na escolinha deles celebravam o Pão por Deus. Que fiquem bons depressa com os mimos da avó, chá açucarado, peixe cozido e canja de galinha! 

29 de outubro de 2015

Eu gosto de voltar aos sítios onde fui feliz!


Hoje fiz a minha primeira aula de ginástica de preparação para o parto desta gravidez. Ainda não sei bem como vou gerir isto, mas inscrevi-me, fiz uma aula e, semana a semana, organizo a minha vida com o meu marido, com a minha mãe e empregada para conseguir dar esta escapadela duas vezes por semana. (Cada vez mais organizo a minha vida semana a semana e é muito mais fácil de gerir sem me perder) A aula de hoje soube-me lindamente e sinto-me muito bem. E espero que as minhas costas também fiquem mais aliviadas. Gosto muito do centro Pré Pós Parto de Entrecampos, que conheci há 6 anos, quando estava grávida do meu filho mais velho e sinto-me completamente em casa! Hoje reencontrei a minha professora da última gravidez. Ela também estava grávida na altura e agora também está! Frequentar as aulas do Centro faz-me bem ao corpo e à alma, e é também um momento meu para pensar na gravidez, para me focar na nova bebé que aí vem. Quando estamos grávidas mas já temos outros filhos, mais o trabalho e as mil obrigações e correrias do dia a dia nem sempre temos tempo para parar e nos focarmos um bocadinho na nova gravidez. E é importante para mim e para a bebé que aí vem. 

28 de outubro de 2015

Eu e a Francisca viemos a uma formação

E eu aproveito para me esticar um bocadinho na pausa de almoço! 

Para depois aguentar mais 3 horas de formação. A sorte é que adoro esta formadora, uma americana top, vinda directamente da indústria cinematográfica de Hollywood, mas mesmo assim não é fácil estar tantas horas sentada numa maravilhosa poltrona sem pestanejar... E quando ela me felicitou pela gravidez e me perguntou se era o primeiro filho e eu disse que era o terceiro os olhos dela arregalaram-se: oh my good!! How do you manage it with your work and writting projects?!! I don't know how you do it. Eu também não!

27 de outubro de 2015

Só descansei quando o abracei

O meu marido não me atendeu o telemóvel a seguir ao almoço, mas eu pensei que ele estaria numa reunião. Sabia que ele tinha ido a casa almoçar com o nosso filhote, o que eu não poderia imaginar é que ao regressar ao trabalho, ainda na nossa rua, uma senhora resolvesse fazer inversão de marcha sem olhar para mais nada a não ser para o lugar que tinha acabado de ficar vago do outro lado da rua. O meu marido percebeu o que ia acontecer, travou a fundo, mas não tinha para onde fugir porque o carro estava atravessado. Voou pelo ar... Ambulância, polícia, bombeiros, ele imobilizado e uma avó, a minha mãe, que saiu para ir comprar o pão para o meu filho lanchar. Viu aquele aparato todo, viu a moto enfiada debaixo do carro, felizmente o meu marido saltou a tempo, e reconheceu os ténis do meu marido. Diz que não sabe como é que não desmaiou logo ali. O meu marido disse que estava bem, tinha arranhões e nada de mais, mas que o protocolo mandava que fosse para o hospital. Pediu-lhe para não me dizer nada e lá foi a minha mãe aos tremeliques para casa para ficar com o nosso filho, que entretanto estava com a empregada. Falei com ela duas vezes e ela não se desmanchou. Eu saí do trabalho e ainda fui ao Jumbo comprar galochas para os meus filhos levarem para um passeio a uma quinta. Liguei à minha mãe para que ela me visse o número das galochas que estavam cá e já não servem ao grande e estão grandes ao pequeno e ela, sem se desmanchar, diz"ah, estás no Jumbo... " A minha mãe passou a tarde num stress, disfarçando para o meu filho não perceber, pois não tinha mais notícias do meu marido. E só depois das 5 e meia, quando estou a chegar à creche para ir buscar o Afonso é que me liga o meu marido: "não fiques nervosa que está tudo bem." É a pior frase que se pode dizer. Contou-me o sucedido e que estava bem, o chefe dele de trabalho tinha ido ter com ele e estava com ele, e eu que não preocupasse. Está certo, está! Apanhei o mais pequeno na escola, deixei-o na minha mãe e fui para Santa Maria e só descansei quando o abracei e vi que ele estava bem. Já tinha feito os exames todos e só tinha escoriações. Que alívio. Não me queria lá por causa das infeções, mas eu já estava de mascara e dali ninguém me tirava! Trouxe-o para casa. Foi só um susto. Eu sempre tive horror às motos. E sempre lhe disse que confiava nele, e confio, mas não confio nos outros. As pessoas são selvagens a conduzir. Não olham, não respeitam e não querem saber dos outros. A moto foi para a marca, nem ele sabe o estado em que a moto está porque assim que caiu apareceu logo um vizinho médico que já não o deixou levantar nem mexer. E o meu marido contou que o cão do vizinho deitou-se quase enroscado no meu marido - que esteve uma hora deitado no alcatrão meio enfiado debaixo do carro- e esteve com ele até o meu marido entrar para a ambulância, quase uma hora depois. E estava a 2 minutos de Santa Maria... Felizmente não foi nada de grave.

Virose report!

O filhote mais velho passou bem o final do dia e a noite e acordou bem disposto. Não voltou a estar agoniado nem a ter dores de barriga. Está a chá preto descafeinado bastante açucarado e a canja de galinha. Não teve febre, mas apesar disso ficou resguardado em casa. Ficou todo contente por ficar com a avó e com o mimo exclusivo de neto único. O filhote pequeno estava óptimo, mas já dizia que lhe doía a "baguiga" para também ficar em casa. Agora é esperar que tenha sido uma virose passageira e que não faça mais baixas lá em casa. Antes de sairmos ele ainda diz: vou ter mais visitas? Gostava de ter visitas. Não querem vir almoçar a casa? Eu não consigo, mas o pai não resistiu ao convite.

26 de outubro de 2015

Está aberta a época das viroses!

A minha mãe foi buscar o filhote grande para irem ao piano e ele queixou-se que estava mal disposto. Uns minutos antes eu tinha recebido um email da educadora do mais novo a alertar para alguns casos de vómitos e de diarreia na sala. Quando o telefone tocou pensei que era da creche. Mas não. Era a minha mãe. Depois de ir buscar o meu filho seguiram para o piano, ali ao lado e mesmo antes de começar a aula vomitou tudo o que tinha comido o dia todo. Já está a chá açucarado e a canja de galinha. Está todo triste porque amanhã tinha o aniversário de um amigo lá na escolinha e esta semana também há um passeio a uma quinta pedagógica. Para já, está mais bem disposto. Diz que ficou aliviado depois de vomitar. Amanhã a minha mãe fica com ele. Agora é esperar que recupere rápido e que a virose passe ao lado da restante família. E o mano pequeno ao ver o mano mais murchinho só o quer abraçar e beijar... 

Acrobacias de mãe!

Quando temos mais que um filho temos que dividir a nossa atenção. E por mais que queiramos ser justas e equilibradas, por mais que façamos um enorme esforço para que nenhum deles se sinta com menos atenção, a verdade verdadinha é que nem sempre conseguimos... ou porque um é mais pequeno e precisa de mais ajuda (para vestir, para comer, para tomar banho) ou porque um deles nos chamou primeiro para uma brincadeira... Seja qual for o motivo e por mais que nos esforcemos é verdade que nem sempre conseguimos dar a mesma atenção, no mesmo momento aos vários filhos (e daí a importância do dia do filho único) e eles reparam logo e chamam-nos a atenção: "Só estás a fazer a brincadeira do mano", "Só lhe estás a ligar a ele"... Há alturas em que não é verdade e que até estamos a conseguir dar a mesma atenção aos dois e é apenas uma passageira crise de ciúmes porque queria a mãe só para ele, mas quando por acaso é verdade (e não é porque não queiramos dar a mesma atenção aos dois, mas é porque eles são dois e nós somos só uma)  aquelas palavras matam-nos! E fazemos o pino com uma mão e uma barriga de 7 meses para garantir que nenhum deles sente, nem por um minuto que é menos importante ou que a sua brincadeira não interessa à mãe! É uma acrobacia diária esta de ser mãe de vários, mas é a melhor de todas! Porque apesar das brigas, das discussões, das rivalidade e dos ciúmes - o meu filho mais velho só agora, 2 anos e meio depois, é que de vez em quando mostra ciúmes do irmão - não há alegria e amor maior que ver os irmãos aos beijos, aos abraços e na macacada e na asneira juntos, numa cumplicidade, amizade e amor que cresce a cada dia!  A nós cabe-nos dar a voltar e desmultiplicar-nos em várias para que cada um deles tenha a mãe que precisa a cada momento e que não é o mesmo que o outro precisa. 

A história dos dos dois gémeos encontrados no parque à noite e retirados aos pais aperta-me o coração

Não vivo com aquela família, ou seja, não sei de todos os contornos da história e apenas sei o que saiu na comunicação social, mas incomoda-me que se retirem duas crianças pequenas à família sem evidências de maus tratos. Claro que as crianças não deviam ter saído de casa sozinhas a meio da noite, mas só quem não tem filhos é que não sabe das loucuras que as crianças são capazes. A mãe estava a dormir, exausta... e com todos os motivos para assim estar. Teve dois pares de gémeos quase de seguida e, o pior, é que não tem ajudas, não tem apoios e nem sequer uma creche para as crianças. Imaginam-se em casa com 4 filhos deste tamanho 24 sobre 24 horas? e a trabalharem por turnos e sem um minuto para descansar ou descomprimir? Eu tenho apoios familiares, tenho empregada, tenho os miúdos na escola - e para já só tenho dois, não tenho 4 - e caio na cama exausta de cansaço. E todos os que temos filhos sabemos que eles conseguem proezas inimagináveis, e que trepam, sobem, arrastam, inventam e fazem trinta por uma linha que só uma criança é que se lembra... O meu filho mais velho se lhe apetecesse conseguiria sair de casa a meio da noite sem problemas. E deixamos a porta trancada, mas as chaves não ficam escondidas até porque se houver algum incidente a meio da noite que exija que tenhamos de fugir e as chaves têm de estar à mão. Mesmo estando muito atenta aos meus filhos já tivemos acidentes, todos por minha culpa... E claro que poderiam ter sido evitados. O meu filho mais velho caiu da escada da antiga casa porque eu, cheia de sono, fechei mal a cancela da escada que ligava o andar dos quartos ao andar de baixo, e o filho mais novo queimou-se num bule de chá a ferver quando eu estava a começar a lanchar e à conversa com uns amigos que tinham acabado de chegar a nossa casa... E sabem o que me disseram na Estefânia, da primeira vez com o mais velho, quando eu estava a ser consumida pelo pânico do estado interno em que ele poderia estar (felizmente foi só um traumatismo craniano sem consequências nem sequelas) e eu só repetia que a culpa era minha? A médica disse-me que a maioria dos acidentes acontecem com as mães em casa porque são elas quem está mais tempo com as crianças, por isso, é a lógica das probabilidades. 
Conseguimos imaginar o estado de exaustão destes país, que já estavam referenciados e que já tinham pedido ajuda? Como é que a segurança social não lhes conseguiu ajudar com uma creche?! Eles não pediam nada de mais, apenas uma creche onde deixar os filhos para poderem ir trabalhar descansados! E só de imaginar o sofrimento dos pais e dos filhos, que de repente e sem saberem como estão longe da família sinto um enorme aperto no coração. Será que as instituições competentes não conseguem ajudar esta família sem lhes retirar os filhos?! Eu quero acreditar que sim e espero que muito em breve esta família tenha a ajuda condigna que merece. Eu assinei uma petição e quem mais se quiser juntar, está na barra do lado direito do blog. 

27 semanas de Francisca❤️

Aqui estamos nós! Chegámos ao sétimo mês de gravidez e entrámos no terceiro trimestre!! E eu continuo a adorar estar grávida, a amar sentir cada pontapé e a sonhar com o momento em que pegarei ao colo à minha filha. Mas não tenho pressa nenhuma, nenhuma que ela nasça, quero aproveitar a gravidez ao máximo e fazer tudo para que ela nasça de termo. Segundo a minha obstectra não há motivo para isso não acontecer (o colo do útero está fantástico), desde que eu não me estique. As dores nas costas ao final do dia começam a incomodar e depois de estar no chão a fazer puzzles ou a brincar com os meus filhotes preciso de um guindaste  - leia-se dois filhos e um marido - para me levantar. Tenho mesmo de me organizar para começar as aulas de ginástica para me ajudarem a fortalecer os músculos das costas e minimizar o desconforto. Tirando isto, estou óptima e sinto-me feliz, feliz!!

Algumas informações relativas a esta fase:
O seu bebé mede cerca de 36,7 cm (comprimento da coroa aos pés) e pesa aproximadamente 870 g.O seu bebé:

25 de outubro de 2015

Ementa Semanal

2ª feira
Jantar: Frango aos pedaços assado no forno com batatinhas e tomate cereja
3ª feira
Jantar: Peitos de frango recheados com requeijão e manjericão, daqui. Acompanha com arroz branco e feijão verde.
4ªfeira
Jantar: Bacalhau à Brás com salada verde
 5ªfeira
Jantar: Estufado de carne de vaca com tomate, daqui. Acompanha com puré de batata.
6ªfeira
Jantar: Bifes de perú no forno com molho de tomate caseiro, cobertos com mozarrela. Acompanha com feijão verde cozido.
Sábado
Almoço: Baptizado do meu afilhado!!!
Jantar: Empada feita com aproveitamento do frango de segunda-feira, que será desfiado e congelado para depois ser transformado numa empada. Acompanha com salada verde.
Domingo
Almoço: Cogumelos frescos recheados no forno.
Jantar: Pizza - massa da Bimby e recheio a gosto.

Compreender a relação entre irmãos

Está na altura de ir reler este livro! Comprei-o quando estava grávida do segundo filho e vou agora relê-lo agora numa outra perspectiva, como mãe de 3! Eu gosto muito da escrita do Brazelton e não me canso de ler os livros dele.

E é exactamente para de hoje a 3 meses, dia 25 de Janeiro, que está prevista a chegada da Francisca, às 40 semanas. E será um momento mágico quando os irmãos se conhecerem. E, tal como no nascimento do Afonso, também desta vez os irmãos terão o privilégio de ser os primeiros a ver e a pegar ao colo à mana, no momento em que nos juntarmos pela primeira vez como uma família de 5! Tanta emoção!!!

23 de outubro de 2015

Boa sexta-feira!

Vamos buscar os manos à escola!!!

Fim de tarde bom no parque

A aproveitar os fins de tarde antes da fatídica mudança da hora... Foi tão bom. Brincámos tanto! A certa altura tirei esta fotografia. Filho mais velho: para que é que é essa fotografia? E eu disse: É para uma espécie de diário que a mãe faz onde escreve as coisas giras que nos acontecem, as nossas brincadeiras... Filho mais velho: É para quando fores velhinha não te esqueceres de nós? Oh, meu amor grande, a mãe nunca por nunca se vai esquecer de vocês. 


22 de outubro de 2015

"O que é que eu posso trazer aos teus filhos? Não deixas que lhe compre guloseimas..."

Não sou nada fundamentalista, os meus filhos comem guloseimas nas festas de anos - e acreditem que é raro o fim de semana em que não temos uma festa e que chegamos a ter 3 e 4 festas por mês - fazem bolos comigo em casa, comem bolachas, podem beber um sumo nas festas ou num almoço fora, comem gelados e bolas de Berlim no verão... mas, mesmo assim, há quem ache que nós somos extremistas porque digamos que proibimos a avó, a bivó e os tios avós de lhes comprarem guloseimas só porque sim. Ainda esta semana, o meu tio chegou cá a casa, muito desanimado, a dizer que queria comprar uma gulodice para os meus filhos, mas que não sabia o que havia de comprar... É mais fácil e eficaz comprar um chupa ou um saco de gomas, mas eu disse que havia muitas coisas que lhes podia trazer: eles adoram castanhas assadas, adoram nozes, avelãs e pinhões, o mais pequeno adora passas, adoram gelatina, um bolo feito pela bivó ou a marmelada da avó... Por favor, não queiram é entupir os meus filhos com açúcar, já bem basta nas festas de aniversário em que tento deixá-los minimamente à vontade, no resto do tempo vamos libertá-los das guloseimas. Ainda por cima, como o mais velho é magro, magro, magro as pessoas acham que ele pode comer doces à vontade que bem precisa de engordar. Sim, está muito magro, mas não o vou engordar com shots de açúcar! E, além disso, ele está bem de saúde, vamos agora ver o que diz o pediatra na próxima consulta porque como ele deu um grande salto ficou ainda mais esticado, mas desejo e quase que aposto que ele vai dizer o que tem dito sempre: ele está óptimo e é um miúdo cheio de saúde, energia e vida. Preocupo-me é com os miúdos gordos. Parece que em Inglaterra vão criar um imposto sobre o açúcar para combater a obesidade infantil, e se calhar é mesmo a melhor maneira. Já que os pais não conseguem controlar o que os filhos comem, que haja multas e impostos. Pode ser que por cá também façam o mesmo, tendo a coragem de ir contra a indústria alimentar que se alimenta do excesso de açúcar com que vicia as crianças.

Felizmente, foi falso alarme e não é uma otite!

Numa hora pai e filho foram e vieram da urgência de pediatria de Santa Maria e, felizmente, não se confirmou o meu receio de otite. Alguma inflamação e congestionamento devido ao nariz entupido que lhe causou pressão e dor.  Muito soro no nariz, como já fazíamos, o soro é o produto mais utilizado nesta casa nos meses frios e na primavera, Brufen de 8 em 8h e ir vigiando. Às 3 da manhã estávamos preparados para dormir, mas claro que o senhor besnico não quis ir para a cama dele... E não foi. Mas eu durmo tão mal com ele na cama, já me deito de costas para ele para proteger a barriga, mas passo a noite a levar pontapés e encontrões. Enfim, vida de mãe. E o importante é que ele acordou super bem disposto às 8 da manhã a perguntar pelo mano e pela escola. Não tinha febre, não tinha dores e não encontrámos motivos para ele ficar em casa. E lá foram os dois super entusiasmados para a escolinha. Falei com a educadora, contando-lhe o sucedido e dizendo que se houvesse alguma alteração para me ligar de imediato, como aliás sempre fazem. E no Sábado será visto pelo imuno- alergologista e hoje começa a tocar o Singulair, que foi um grande aliado no inverno passado. 

Um bolo de banana e maçã que era para o pequeno almoço

Tinha uma banana e duas maçãs a ficarem passadas e decidi tranformá-las num bolo!


Estudei umas receitas, misturei daqui e dali e a receita que saiu foi esta:

3 maçãs e uma banana
250 gramas de açúcar
4 ovos
180 gramas de óleo
270 gramas de farinha
1 colher sobremesa de fermento em pó

Triturei a maçã e a banana na Bimby, 10 segundos velocidade 7, depois juntei o açúcar, os ovos e o óleo e bati 4 minutos na velocidade 3. Juntei a farinha e o fermento e misturei durante 30 segundos na velocidade 3. Envolvi com a espátula e deitei numa forma untada com margarina e farinha. Foi ao forno. Ficou muito bom e recomendo.

Nunca fui dada a bolos, mas desde que estou grávida da Francisca que faço bastantes bolos e ficam muito bons, o que também não é comum! É de aproveitar.

A intenção do bolo era ser para o pequeno almoço, mas já o encertei enquanto espero que o meu marido chegue com o Afonso da urgência. A tosse deu lugar a um choro desesperante e o meu filhote gritava e soluçava de dores agarrado ao ouvido. Ainda conseguimos que ele dormisse um pouco, depois de tomar ben-u-ron, mas acordou num despespero de dores e decidimos que não valia a pena esperar pela manhã para ser visto. Provavelmente a ranhoca que andava naquele nariz há uns dias foi para os ouvidos... É só um palpite. E lá foram, pai e é filho madrugada dentro para o hospital. Eu que estava a cair de sono despertei e aqui estou eu à espera que regressem. 

21 de outubro de 2015

O outono dos mais pequenos...

Não estou a gostar nada desta tosse que o meu filho mais novo trouxe hoje da creche... Já marquei o alergologista para ver se a coisa não se complica! Com ele (e o irmão) a tomarem o Broncho Vaxon tenho esperança num outono e inverno relativamente tranquilo, como no ano passado, mas nunca fiando que o Afonso desde bebé que tem imensos problemas respiratórios.  Vamos avançar já com o Singulair e ficamos a aguardar que o médico diga qual é o anti histaminico que ele quer que o Afonso tome. E eu só peço que ele não fique doente. Não me esqueço do que vivemos há 2 anos, na entrada para o berçário, e nos dias e noites que passámos a correr para o hospital. E ninguém acertava com a medicação até chegarmos ao que se tornou o alergologista dos meus filhos.

O mais pequeno e a sua paixão por carros e motos!

É a loucura. É capaz de estar uma hora sozinho a brincar com os seus carros e as suas motos. Arruma, estaciona, abre e fecha portas... Nunca sai de casa sem uma moto ou um carro. Herdou quase todos do irmão a quem iam dando carros e motos por ele ser rapaz, mas foi brinquedo que ele nunca gostou nem nunca ligou nenhuma. E lá ficaram numa caixa guardados. E ainda bem. Este filho adora, são os seus brinquedos favoritos! E tem aumentado a colecção sempre que vai a casa de um primo, já adolescente, e que tem uma caixa cheia destes tesouros e, no final, dá-lhe sempre um carrinho... E lá vem ele, apertando o carrinho contra o peito. E sabe todos os carros que foi o primo que lhe deu, primo esse que entrou logo para o número 1 do Top Primos.

É giro como os nossos filhos são tão diferentes. E estes meus as únicas parecenças que têm são físicas, porque a nível de gostos e de comportamentos são bem diferentes. Ah, além das parecenças físicas também adoram os dois fazer maluqueiras como saltar dos sofás!

"Outro??!!!"

Foi com um "outra vez??!!!" ao qual só faltou uma careta e um "que horror" que no outro dia fui cumprimentada por uma mãe de um antigo colega do meu filho. "A mim chega-me e sobra-me um! Tenho mais disponibilidade para ele e sou toda dele!". Eu limitei-me a esboçar um sorriso amarelo. Quando engravidamos do segundo filho toda a gente acha natural e bom, e é melhor ainda que complete um casalinho para o assunto ficar bem arrumado (Porque quando calha estarmos à espera de outro bebé do mesmo sexo ouvimos as maiores barbaridades, como eu ouvi). Mas quando engravidamos do terceiro filho saltam logo expressões como "foi um acidente?" ou, no nosso caso, "foram à menina, não foram?" ou ainda "vocês são doidos. Grandes malucos!". Ouvimos de tudo mas, felizmente, também ouvimos muitos parabéns e recebemos muitos abraços de alegria. Ter três filhos, nos dias que correm, pode parecer loucura. E há uma dose de loucura, sim, mas de uma loucura cheia de amor! Há instabilidade nos trabalhos e o futuro é incerto... No nosso caso, e por causa da minha doença, a endometriose, nem sabíamos se eu conseguiria voltar a engravidar, e foi um bocadinho "deixa lá ver o que é que acontece." E aconteceu. A Francisca vem a caminho. E não poderíamos estar todos mais felizes. Sempre sonhei com uma família grande e uma casa cheia de filhos e só tenho pena de não ter menos 10 anos... Se temos menos tempo para cada um dos filhos? É possível, mas também conseguimos criar momentos de filho único que são maravilhosos e especiais, para eles e para nós. E, mesmo no dia a dia conseguimos dividir a nossa atenção... ora levando um deles a uma das actividades, ora indo só com um ao supermercado, uma coisa tão banal, mas que pode ser transformada num momento especial com um mimo extra... O dinheiro fica mais curto, no nosso caso fica, mas o que temos chega para que não nos falte nada, claro que as roupas do mais velho passaram todas para o mais novo, que não se ressente e, pelo contrário, sente orgulho de vestir o que há uns tempos era do mano grande, o seu ídolo... de vez em quando também recebe uma roupa nova, a estrear... mas é a excepção, e não a regra... e mesmo a Francisca vai herdar muita roupa dos irmãos, que já está devidamente separada para ela. A escola será sempre pública e quando mudámos de casa há dois anos um dos factores de escolha foi a pertença a um bom agrupamento de escolas públicas. Paralelamente a isso terão actividades extra. Neste momento, o mais velho tem piano, futebol e natação... Mas quando os irmãos iniciarem as actividades equacionaremos para que todos tenham duas actividades. Claro que para isto acontecer temos de nos privar de viagens, mais jantares fora... as minhas roupas não são renovadas a cada estação, nem pouco mais ou menos, e não gastamos dinheiro à toa. Temos a sorte de ter um bom seguro de saúde para toda a família, através da empresa do trabalho do pai, mas mesmo assim quando há urgências vamos ao Centro de Saúde/ USF ou ao hospital, e deixamos o pediatra particular para as consultas de rotinas e assuntos mais específicos. E só tenho a dizer bem quer da USF e dos hospitais onde fui com os meus filhos. Se nos preocupa o futuro com 3 filhos a cargo? Claro que sim. Mas aquece-me o coração saber que eles se terão sempre uns aos outros. Para mim, o apogeu da maternidade é ver a relação dos irmãos, a maneira como se abraçam e também se batem, a maneira como se ajudam, como se olham, como se amam... E, se por um lado dão mais trabalho, por outro entretêm-se a brincar e não precisam de ter sempre o pai ou a mãe junto deles, porque têm a companhia um do outro. Às vezes, naqueles dias em que eles estão mais difíceis e que eu me sinto mais cansada dou por mim a pensar: vou endoidecer com 3! E vai haver dias em que sim, vou! Mas o trabalho e o cansaço serão recompensados pela alegria de uma casa cheia com o riso dos meus três filhos, com as suas cumplicidades e brincadeiras, com eles a crescerem e a fortalecerem os laços como irmãos, como amigos... e tenho a certeza que vamos ser ainda mais felizes, mesmo nos dias em que eles nos enlouquecerem! O orgulho com que o mais velho apresenta o irmão: é o meu mano! Enche o peito para o dizer e os seus olhos brilham! E é a melhor sensação do mundo.

Quase não tenho fotografias desta gravidez:(((

Mas hoje tirei uma selfie antes de começar a trabalhar, aproveitando o vazio do escritório! Bom dia, às 26 semanas e 2 dias!


O vídeo anti-bullying infantil que todos temos de ver com os nossos filhos!


20 de outubro de 2015

E para encerrar o assunto do jardim de infância e da educadora nova

Falei novamente com a educadora e, desta vez, também com a auxiliar que os acompanha há um ano e que os conhece desde o berçário e vamos acreditar que o que se passou aqui foi uma agitação temporária e que pais, educadora e miúdos vamos todos afinar as agulhas... Hoje o dia foi muito bom, o meu filho estava super contente e toda a turma se portou bem... As rivalidades e lutas entre os amigos a auxiliar atribui a questões de liderança... Vou manter-me atenta, como estou sempre, para ir percebendo o estado das coisas, deixando assentar esta poeira e desejando que o ano lectivo decorra bem e com alegria, e esperando que eles encontrem na educadora substituta alguém que os oriente, que os ajude, que lhes imponha regras e lhes mostre o caminho. E que o dia de amanhã traga menos apertos a este coração de mãe.

Ainda a planear o quarto dos meus filhos!

A cama nova já está praticamente decidida... Flaxa do Ikea com gavetão (e não, infelizmente não é um post patrocinado e olhem que bem jeito me dava um Ikeatrocínio para esta remodelação:-)) Agora é estudar como vamos organizar o espaço para o rentabilizar e para ficar mesmo giro! Tirei algumas imagens da net para me inspirar! 






Tantas dúvidas de mãe...

Toda esta problemática na sala do meu filho mais velho tem-me feito questionar como mãe. O meu filho zangou-se com uns amiguinhos? O meu filho assobiou para o lado quando lhe ralharam? Será que andamos a fazer bem o nosso trabalho? Será que o estamos a educar como deve ser? Sempre pensámos que estávamos a fazer o melhor que sabemos, nunca houve problemas na escola, sempre foi super sociável e amigo de toda a gente. Claro que de vez em quando portava-se mal, desobedecia ou esticava a corda, mas a educadora sempre disse que estas "zangas" entre amigos e o assobiar para o lado faz parte da idade, faz parte do comportamento das crianças, faz parte de testarem os limites... e que o papel dela e o nosso era guiarem esses comportamentos, orientarem-nos, ajudarem-nos a controlar... Mas desde ontem, no meio deste caos das bolas vermelhas do mau comportamento, dos filmes que eles viram mas que parece que não era suposto os pais saberem, dos castigos a torto e a direito eu só olhava para os meus dois filhos e para a minha barriga de grávida e pensava: será que vou dar conta do recado com 3 filhos? Será que os vou sempre conseguir ajudar e orientar? Será que eu e o meu marido lhes estamos a ensinar para o bom caminho? Será que eles estão a assimilar os valores que lhes transmitimos? Será...? Será...? Tantas perguntas e tantas angústias de mãe que só quer que eles sejam bons rapazes, bons meninos, bem educados, amigos dos amigos, respeitadores e, acima de tudo, crianças muito felizes que saltam, brincam, pulam, aprendem e crescem em sociedade e em família rodeados de amor e de adultos prontos a ajudar e a orientar, e não a carimbá-los com bolas vermelhas! Acredito nos castigos e uso-os com moderação e quando achamos estritamente necessário, mas acredito ainda mais na educação pela positiva, pela valorização... 

Desabafos de mãe e ainda sobre o post anterior...

Nunca estive tão angustiada em relação à escola dos meus filhos como estou hoje, nem nos dias em que eles foram pela primeira vez para o berçário... A única coisa que me deixa mais tranquila é que a educadora oficial do meu filho já está a par do que se está a passar e garantiu que vai tudo ficar bem... E é a única coisa que eu quero.

A importância de uma boa educadora de infância

Eu adoro a educadora do meu filho mais velho, desde sempre, desde o primeiro dia, há já 5 anos, que gostei imenso dela, da calma dela, da maneira como lida com os miúdos, do cuidado com que fazem os trabalhos, da maneira como fala com eles, como não levanta a voz e impõe respeito, da maneira como os miúdos a adoram. Para mim, ela personifica tudo o que uma educadora deve ter e ser. Em Julho esta querida educadora teve de ir de baixa por causa da sua gravidez, em Outubro nasceu uma bela princesa e, entretanto, a escola contratou uma educadora, de fora da instituição, para vir substituir a educadora na licença de maternidade. A coisa foi tranquila, os miúdos gostaram logo dela e parecia que ia correr tudo bem... É um ano difícil, de transição para o primeiro ano, de organização da viagem de finalista, do fim da sesta... e eu estou com a sensação que a educadora não está a conseguir lidar com o grupo e com as "malandrices" da idade. Eles são crianças e o papel da educadora é levar o grupo a bem, e não afixar um quadro com bolas de comportamento... Ontem toda a sala teve bola vermelha! Eu, na reunião de início do ano, com as duas educadoras presentes, levantei as minhas questões em relação às bolas de comportamento, até porque acho que se deve educar pela positiva e não pela negativa... nunca lá na sala houve este tipo de coisas, mas o quadro manteve-se... com a garantia da educadora substituta que o ia utilizar pela positiva.Todos com bola vermelha? Algo está errado, não? Questionei-a sobre o que se tinha passado e ela disse que tinha "havido uma apresentação de fora e que eles estavam muito excitados"... E daí? Não consegui que me dissesse mais nada. E há ainda outra questão, que me deixou incomodada, e que foi saber que na mesma semana eles tinham visto 4 filmes, dois de cada vez... Não achei nada bem. Acho que podem ter uma ou outra sessão de cinema pontual, mas meter os miúdos a ver filmes... fiquei com a sensação "agora ficam aí quietos e calados..." Questionei-a e percebi que ela não tinha gostado. Mas eu tinha de dizer. Ela disse que foi pontual por causa do entusiasmo dos miúdos que depois de terem visto o primeiro filme começaram a trazer filmes para ver. E ela não soube gerir os filmes e toca de põr todos de seguida. Não é para isto que estão na escola. Sempre achei a escola deles uma mais valia, um espaço privilegiado de aprendizagem e estou muito decepcionada. Decepcionada e angustiada. E o meu filho chegou triste a dizer-me: tu e a mãe do XYZ foram dizer dos filmes e agora disseram que por causa disso não há mais filmes para ninguém!!! Dormi mal esta noite por causa disto. Sempre senti a educadora do meu filho (e do mais pequeno também, mas agora estou a falar sobre este problema específico) como um prolongamento da família, sempre agimos em cooperação, sempre participámos em actividades da sala e numa harmonia perfeita e não sei lidar com isto e isso angustia-me, a mim e a outras mães... Há todo um ano lectivo pela frente, a educadora só deve regressar em 5 meses e a única coisa que eu quero é que o meu filho continue feliz na escola, como sempre foi.

19 de outubro de 2015

Uma criança de 4 anos com telemóvel?

Sim, é verdade. Ontem, na festa de anos de um dos meus sobrinhos uma das amigas da escola levou o telemóvel dela para a festa e andava com ele na mão e não parava de lhe mexer. A minha cunhada ia-lhe tirando o telemóvel, dizendo que o guardava para a miúda brincar à vontade. Mas passados poucos minutos lá estava ela a pedir o telemóvel. E passaram a tarde nisso. Que impressão que me fez. Aos 4 anos agarrada ao telemóvel. Ela é filha de uns famosos com um divórcio muito conturbado e foi o pai que lho deu. Como os pais não se falam a criança precisa de telemóvel para comunicar com um deles, quando está com o outro. Que horror! Coitada desta criança, que nem criança a deixam ser. 

26 semanas da Francisca❤️

E hoje entrámos na última semana do segundo trimestre de gravidez! Faltam 14 semanas para a minha princesa nascer. E é tão bom senti-la mexer-se dentro de mim... É amor em estado puro! O pai já sentiu os pontapés da filhota, agora só faltam os manos sentir a mana. Até lá, vão beijocando a barriga.

18 de outubro de 2015

O meu marido sentiu os primeiros pontapés da Francisca!

Às 25 semanas e 6 dias o meu marido sentiu os pontapés da filha, enquanto víamos um filme e eu comia umas bolachinhas de chocolate... O que ela gostou das bolachinhas! Ela e eu. E o marido consolou-se a sentir a filha mexer pela primeira vez. 

Bom domingo!!


17 de outubro de 2015

Fim de semana...

O fim de semana passado, sem programas nem compromissos, soube mesmo bem. Bolos no forno, chá, livros, revistas e descanso. É que os nossos fins de semana são uma verdadeira roda viva e uma canseira. Entre os programas fora de casa, cuidar dos miúdos, brincar e orientar as refeições fico muito mais cansada ao fim de semana do que a trabalhar! É que além dos programas familiares típicos de uma família numerosa, que incluem lanches de domingo só porque sim, aniversários (tenho 13 cunhados e 7 sobrinhos) e encontros no parque ou em casa para os 9 primos brincarem e os adultos porem a conversa em dia temos ainda os jantares e programas com os nossos amigos, a maioria deles com filhos, e as tão famosas festas de aniversário dos amigos da escola! Até agora o pequeno ainda não teve festas de amigos, os coleguinhas celebraram o aniversário apenas na escolinha, como ele também fez, mas o mais velho já tem muitas festas dos amigos da escola. E ele adora ir, claro. E nós permitimos que ele vá. Sei que há pais que são mais selectivos nas festas de anos e só permitem que os filhos só vão a algumas, mas o miúdo adora ir às festas, e é tão importante para o aniversariante ter lá os amiguinhos! Claro que se formos passar o fim de semana fora não deixo de o fazer porque há uma festa, mas tentamos sempre organizar-nos para que ele possa ir às festas dos amigos. Para os presentes tenho um orçamento mais ou menos pré estabelecido e tento não fugir a isso. Gosto que seja o meu filho a dar-me as dicas dos presentes: o J. gosta de dinossauros, o F. gosta de carros, etc... porque eles gostam de dar presentes que os amigos gostem de receber, como todos nós. A manhã de hoje foi passada numa festa. O pequeno também foi convidado, delirou e portou-se lindamente. Já o mais velho, e devido ao espaço pequeno e tendencialmente barulhento que faz com que eles entrem numa roda de excitamento, no final lá se desentendeu com um amigo. Foram quase 4 horas de festa e no fim já estavam muito cansados, transpirados e dados a ser implicativos. Mas faz parte, já se sabe. E comeram pizza como eles adoram e brincaram. Não fossem aqueles 3 minutos finais e tinha sido perfeito... E o mais ridículo é que os dois começaram a discutir e à luta dentro daquelas piscinas de bolas, todas fechadas com rede, e nenhum dos pais conseguia lá chegar para os separar... Saíram de lá os dois esgatanhados, parecia que tinham andado a lutar com gatos, depois da funcionária da festa lá ter entrado para os separar...  Amanhã nova festa, desta vez de um primo, que fez esta semana 5 anos. 

E este fim de semana duas festas! Uma no sábado de um grande amigo da escola - que convidou também o mano pequeno e que vai adorar ir - e uma no domingo de um primo! 

16 de outubro de 2015

No dia do pão

E enquanto apanho uma seca do meu marido que está super atrasado para o nosso jantar já devorei quase uma cesta de pão e broa!! 

E o que eu gosto de pão e broa quentinha com manteiga de ervas!!

A entrada para o primeiro ciclo: "Ficar mais um ano no pré-escolar pode ser a melhor opção"

"Ficar mais um ano no pré-escolar pode ser a melhor opção"Para os pais este é muitas vezes visto como um ano perdido, mas os professores, o pediatra e uma mãe psicóloga com quem o DN falou não veem as coisas desta maneira. Pelo contrário, acreditam que ficar no pré-escolar pode ser a chave para o sucesso dos alunos. Esta questão não se coloca com o meu filho mais velho (nem se colocará com os restantes devido às datas de nascimento) que é de 4 de Janeiro e que vai entrar para o Primeiro Ciclo quase com 7 anos, fazendo o percurso que começou no berçário e termina este ano como finalista do Jardim de Infância, mas sei que o assunto abordado neste artigo preocupa muitos pais. O que fazer quando as crianças são ali de Outubro / Novembro / Dezembro? Rezam-se a todos os santos para que entrem no público, vão para um colégio particular onde entrarão sem qualquer problema relativo à idade ou esperam mais um ano no Jardim de Infância? Não são perguntas fáceis de responder, mas podem encontrar algumas respostas neste artigo. Falar com as educadoras das crianças e com os pediatras também é sempre uma mais valia, mas quem conhece melhor os seus filhos são sempre, em última análise, os pais.

A preparar a chegada da mana!

Para o mais velho, a mana é a Francisca. Para o mais novo, a mana é a Kika. É engraçado como cada um deles é diferente, chama a irmã de forma diferente e terá, certamente, reacções diferentes em relação à chegada da mana. 

O mais velho: Está feliz e contente e muito consciente do que significa ter um irmão. É repente nesta matéria e diz que a coisa melhor do mundo é "ter manos". Será um protector da sua mana e não prevejo ciúmes, até porque reforçaremos a importância dele como guardião (palavra que ele adora e remete para o universo dos heróis que ele tanto gosta) da mana mais nova e da responsabilidade de ser irmão mais velho, sendo que mantém o papel dele como filho e, como tal, tem direito a muito mimo, atenção e exclusividade. Claro que posso estar enganada e a reacção dele não ser esta que esperamos, mas acredito mesmo que vai correr tudo muito bem.

O mais novo que vai deixar de o ser: É o que mais me preocupa. Apesar dele ser muito afectuoso com a minha barriga, por iniciativa própria e de forma espontânea, dá beijinhos e fala com a mana, ele não tem a noção do que é ter um bebé em casa... Espero conseguir gerir tudo de modo a que quando ele sair da escola eu estar muito disponível para ele e para o irmão, para irmos ao parque e para brincarmos. Espero que a Francisca colabore e que seja uma bebé fácil, como o Afonso era, e que eu acho que ajudou muito à adaptação familiar, porque raramente chorava, dormia muito e eu conseguia estar completamente focada no Afonso até ir buscar o irmão à escola, e depois dedicava mais tempo e atenção ao mais velho. Agora vou ter de ginasticar um bocadinho mais para conseguir ser uma mãe atenta e presença para os três, mas estou muito confiante que vou conseguir.

Deixo-vos alguns posts que escrevi quando estava grávida do Afonso e preparava o Alexandre para a chegada do irmão. 

http://vidasdanossavida.blogspot.pt/2013/04/mums-boss.html

http://vidasdanossavida.blogspot.pt/2013/02/a-chegada-do-segundo-filho-maternidade.html

http://vidasdanossavida.blogspot.pt/2013/02/maternidade-preparar-chegada-do-mano.html

Na altura fiz um coaching com a Magda Dias, Mum's the Boss, que me ajudou imenso e me deu dicas fantásticas. A mais valiosa de todas foi a apresentação dos irmãos... Assim que o bebé nasceu o pai foi buscar o mano mais velho para o levar para a maternidade para conhecer o irmão. Só nós os quatro. O núcleo duro familiar. E ele sentiu esse privilégio. (Acho que até hoje a minha mãe não compreendeu o que ela considerou ser "deixada de fora", foi a segunda a depois ir lá ter, mas eu achei crucial e faço tenção de repetir. Outro aspecto que eu achei fundamental foi o pai ter ficado com o mais velho nas duas noites em que eu estava na maternidade. Foram jantar fora e fizeram programa de homens. E ele sentiu-se especial. 

Na mala da maternidade, juntamente com tudo o que eu e a Francisca precisamos, vou levar dois presentes, um para cada filho oferta da mana, e levo também uma moldura com a foto dos meus filhos mais velhos, para quando eles chegarem virem que a mãe os tem ali em fotografia junto dela e junto da mana. Depois das mãos bem lavadinhas vão poder pegar-lhe ao colo. O mais velho já perguntou se podia pegar-lhe ao colo de pé, que já era mais crescido, mas eu expliquei que não, que os recém-nascidos são muito pequeninos e que é preciso ele estar bem sentado e confortável para a mana também estar confortável. Mas deixo-os pegar e cheirar a irmã, todas as crias são "lambidas" e esta também vai ser. 
E, mais uma vez, vou limitar as visitas da maternidade ao máximo. Sou uma chata, eu sei, mas depois do festival que foi quando nasceu o meu primeiro filho fiquei vacinada e tornei-me implacável: avós, tios (os nossos irmãos) e os nossos amigos mesmo íntimos e, mesmo assim, tendo em conta que o meu marido é o 8º filho já podem imaginar a quantidade de gente, agora imaginem o que foi quando nasceu o mais velho e além destas pessoas ainda vieram os tios avós da criança, mais as primas infinitas da minha mãe e o diabo a quatro, porque ela estava tão excitada por ser avó que ligou a toda a gente e achou que todos os que vinham de coração eram bem-vindos. Chegámos a ter 10 pessoas no quarto ao mesmo tempo!!! E isto das 10 da manhã às 9 da noite. Para terem noção quando a médica nos foi dar alta viu-nos tão cansados que não nos deu alta para ficarmos a dormir mais uma noite no hospital, sem visitas e sossegados, porque como as pessoas achavam que já tínhamos ido para casa não iam ao hospital... e foi o que nos valeu. Vivendo e aprendendo e da segunda vez já não cometemos o mesmo erro! À terceira vamos pelo mesmo caminho. E para as mães de primeira viagem que não queiram ser invadidas de visitas, beijos e perfumes fortes que deixam os nossos recém-nascidos a cheirar à tia avó digam que preferem que as visitas sejam em casa, depois do primeiro mês. Se não quiserem parecer indelicadas digam que o pediatra do vosso filho não gosta de visitas nos primeiros tempos e já podem ficar sossegadas com a vossa cria e com o vosso marido a adaptarem-se à nova família que acaba de nascer.

O que em breve será o meu filho do meio

Apesar de ser ainda pequenino e, na minha opinião, ainda não perceber verdadeiramente o que se irá passar quando a mana nascer, a verdade é que o meu filho, que tem sido o bebé da casa até agora, já se está a agarrar demasiado a mim, como se quisesse garantir o lugar dele no meio colo, e não o quer partilhar nem com o irmão nem com o pai. É só mãe, mãe, mãe... Não dá beijos ao pai, nem deixa que ele se aproxime dele (a não ser quando quer algo em troca como sentar-se na moto ou quer que o pai o atire ao ar nas brincadeiras com o mano) e só me quer a mim para tudo. Durante a noite, se chama por mim e eu não ouço - é verdade, sou uma sortuda e lá em casa quem dorme de ouvido aberto desde sempre é o pai e não a mãe - o pai vai lá e é mandado embora. A mim parte-me a alma assistir a isto e o meu marido sofre com esta rejeição. Nem o beijinho de despedida antes de sairmos para a escola lhe dá. "É só a mãe!". Nós conseguimos gerir muito bem a chegada dele com o irmão mais velho, que nunca teve ciúmes, mas estou um bocadinho sem saber como fazer esta gestão. Sei que o Afonso vai ser mais pequeno do que o mais velho era quando teve o irmão. O Afonso ainda não vai ter 3 anos (a mana nasce em Janeiro e ele faz 3 no final de Abril) e o Alexandre tinha 3 anos e quase 4 meses quando teve o irmão. E, além disso, nunca foi tão bebezão como este é. Temos andado aqui a pensar na forma de agilizar a chegada da mana fazendo com que o Afonso também se assuma como mano mais velho e não como bebé (como agora se intitula). Vamos tratar de o mudar para uma cama de crescido, guardando a cama de grades, e vamos continuar a felicitar a autonomia dele, como temos feito, e que passa por o encorajar a despir sozinho, a ir arrumar e buscar os sapatos à sapateira, a ir deitar a roupa suja no saco da roupa suja... Além disso, vamos promover programas exclusivos de pai e este filho para criar mais laços. Esta semana o meu marido foi buscá-lo à escola e diz que ele ficou radiante quando o viu, que o abraçou e que foi maravilhoso, e vamos tentar que estes momentos aconteçam mais vezes. É que ainda por cima é tão injusto para o meu marido, que é um super paizão, que dá banhos, muda fraldas, fica de vigília enquanto eles mamam e eu não consigo ter os olhos abertos de tanto cansaço, embala noites a fio, tira as licenças de paternidade e faz tudo o que é preciso, é o que os come com beijos, brinca, salta, faz macacadas, que vai de noite pôr a chucha, que torna os banhos de imersão divertidos, que adora ir ao cinema ver desenhos animados, faz legos e pistas de carros... E está tão triste com esta rejeição do Afonso. Eu hoje tentava animá-lo dizendo que era uma fase, e ele respondeu: "diária..."

E vão 7... 7kg!!!!

Ahhhhhhhhhhhhh!!! Não sinto esse peso extra, mas a verdade é que eles estão cá! 7kg em  25 semanas e 3 dias! Houve ali dois meses, antes da anterior consulta em que não engordei nem um grama, mas no último mês e meio foram 4kg. A médica disse que estava nos valores normais e dentro da curva esperada, que pelo olho clínico dela eu estava bem, mas a verdade é que é preciso ir com calma, que ainda faltam 3 meses. As análises estão boas tirando a hemoglobina e tenho de começar a tomar extra ferro porque estou com anemia. Tirando isto, está tudo perfeito. A Francisca está óptima e pude consolar-me com ela na ecografia, que olhou bem para nós como que a dizer: olá!! Como o colo do útero está perfeito e o risco de parto prematuro é mínimo - desde que eu não me estique e não faça loucuras - vou fazer uma ginástica. Não tanto pela questão do peso, que é uma ginástica que não emagrece, mas pela questão da postura. É que ao fim da noite começo a sentir algum desconforto nas costas devido ao peso extra (maminhas e pança) que carrego à frente e nada como uns alongamentos e um reforço muscular ao nível lombar para me sentir melhor. Tenho de ir visitar o meu centro pré pós parto preferido para me inscrever. Vou precisar de uma ginástica extra para encaixar umas aulas no frenesim dos meus dias, mas vou conseguir. E deixar uma sugestão. Neste centro têm babysitting no pós-parto, para deixarmos os bebés quando vamos às aulas, mas não têm no pré-parto e faz alguma falta a quem, como eu, tem de pensar como é que se vai organizar e com quem é que vai deixar as crias mais velhas! Após telefonema para agendar o meu regresso soube que já tiveram este serviço, mas que era logisticamente complicado devido às diferentes idades das crianças e diferentes necessidades, e compreendo. Mas eu já tenho uma solução.

15 de outubro de 2015

Para as mães de rapazes!

É tão verdade!! Os meus dois filhos, principalmente o mais pequeno, na perigosíssima idade dos 2 anos e meio está sempre a inventar, a ir mais longe... e o mais velho "ajuda", claro! No outro dia, cheguei ao quarto e o mais pequeno estava empoleirado em cima de duas caixas de lego e a saltar, super divertido.
- O que é que se passa aqui?
- Oh, mãe, ele já sabia saltar só de uma caixa e agora estou a ajudá-lo a aprender a saltar de cima das duas!!!

Diário de uma grávida# 55 - E hoje vou ver a minha boneca!!

Tenho consulta de rotina com a minha obstectra para ver se está tudo bem comigo e com a minha princesa. Eu sinto-me lindamente, não tenho estado nada cansada esta semana (foi muito bom ter estado a descansar o fim de semana passada, entre bolos e bolinhos, sofá e mimo), a barriga está grande e viçosa (como se quer) e eu sou uma grávida feliz. Adoro estar grávida. Mesmo nos dias em que me sinto mais cansada, como na semana passada, sinto-me sempre em estado de graça. E exibo sempre a minha barriga com muito orgulho. Adoro mesmo estar grávida, e como sei que esta será a minha última gravidez acho que ainda me estou a consolar mais do que das outras vezes... Sou uma grávida mesmo vaidosa:))) 

Cada criança é única!

Este artigo da Pais&Filhos diz que " Chucha trava aquisição da linguagem". Ao que parece: O uso da chucha perturba o processo de aquisição da linguagem por parte do bebé, garantem investigadores canadianos. Ao impedir a utilização livre da língua, a chupeta impede que a criança imite alguns dos sons que ouve, fazendo que o desenvolvimento da expressão oral atrase, de acordo com os especialistas da Universidade da Columbia Britânica. Não sei, para mim é mais um estudo. E o que não faltam hoje são estudos e estudos sobre tudo e mais alguma coisa, muitos deles contradizendo-se uns aos outros! O que eu sei, e o que eu tenho aprendido é por observação e por ser mãe de dois filhos (a Francisca ainda não fala). Os meus dois filhos são miúdos de chucha. O mais velho largou quase aos 5 anos, depois de várias tentativas falhadas desde os 2/ 3 anos, mas com 1 ano e meio falava tudo eloquentemente, só lhe faltava recitar os Lusíadas. Era mesmo impressionante o grau e o nível de linguagem, a riqueza de vocabulário, a forma como se exprimia. O mais novo tem 2 anos e meio e é um trapalhão do pior. Começou a falar tarde e apesar de percebermos tudo o que ele diz, tem uma linguagem própria e poupada, cortando sempre as palavras. Se é a chucha que condiciona tudo isto?! Não creio. E os meus dois filhos são educados e estimulados da mesma maneira, nunca por nunca ouve linguagem de bebé lá em casa com popós e titi's, mas tiveram os dois desenvolvimento de linguagem muito diferentes. 

Muffins de Banana e Manteiga de Amendoim

Tinha duas bananas a escurecer na fruteira e decidi fazer um bolo em que as pudesse aproveitar. Depois de muito pesquisar optei por estes Muffins de Banana e Manteiga de Amendoimda autoria da Joana Roque, deste blog, E sabem o que é que aconteceu? Ficaram perfeitos!! 


Super fofos por dentro, torradinhos por fora. Uma verdadeira delícia, e um pequeno almoço perfeito!


Experimentem!

14 de outubro de 2015

Nem tudo o que vem com o Outono é chuva...


E eu já me tenho consolado com estas duas frutas maravilhosas! Tão, mas tão bom!!!!

Se não é um filho é outro...

Mas é rara a manhã em que acordamos só eu e o meu marido na cama. Ou é um pesadelo, ou um despertar muito cedo que faz com que eu convide a mais uns minutos na cama dos pais, ou um xixi que não foi a tempo... Comprámos há uns anos uma cama grande, de 160x202, que adoro, mas dizia no outro dia o meu marido, quando tivemos uma invasão dupla: se soubesse ainda tinha comprado uma cama maior!

Como fazer disparar um coração de mãe!

Recebi um sms de uma auxiliar da escola dos meus filhos, que em tempos já me ficou a tomar conta deles em casa, a dizer que tinha sabido o que tinha acontecido com o meu filho e que esperava que não fosse nada de grave. O meu coração disparou! Não sabia de nada, não me tinham ligado. A tremer e a sentir o coração saltar-me do peito liguei-lhe a saber o que se passava. Do outro lado, uma alma aflita... pensava que me tinham ligado, mas era porque o meu filho devia estar melhor. Eu queria saber o que se tinha passado! Ia ligar para a escola. Ela, aflita, a pedir para não o fazer que a ia colocar em xeque... Ela tinha ouvido comentarem no almoço. Ele tinha sentido uma forte dor de cabeça, tinha ficado tonto, mas não tinha chegado a desmaiar... Eu a hiperventilar deste lado. Precisava de saber o que se passava! Queria falar com a educadora do meu filho, mas também não queria colocar a senhora numa situação complicada. Desliguei com a garantia de que a auxiliar ia descobrir o que se tinha passado. O pânico. 30 segundos depois novo telefonema. Entrou para a escola este ano um menino com o nome igual ao do meu filho, não era ele que tinha passado mal. O meu estava bem. E de facto, tinham ligado à mãe do menino em causa. Mas não era eu. O alívio. A aflição do outro lado, pedindo desculpas pela situação. Não faz mal, está tudo bem e é o que importa. O meu mundo a voltar a girar como deve ser... Espero que o outro menino esteja bem. Já uma vez me tinham ligado a dizer que o meu filho estava com febre. Não era o meu. Era este menino. É que até este ano, ou seja, até há dois meses atrás, não havia mais nenhuma criança com o nome dele... e sempre que falam no nome dele, associam ao meu. E foi isto. Um susto, mas nada mais que um susto. Ter filhos é mesmo viver com o coração fora do peito... Ainda estou a recuperar. (mãe do J. que vens aqui ao blog, não comentes nada na escola, please. Depois falamos. Bjs. e parabéns ao teu filho pelo dia de hoje.)

O quarto dos meus 3 filhos!

Andamos às voltas a pensar nas soluções para o quarto dos nossos filhos. Há uns tempos andei a ver beliches / treliches, podem espreitar este post aqui, mas depois de muito ver decidimos que a ser um beliche, neste caso treliche com 3 camas será este do Ikea, que permite ter três camas, a de baixo é de gaveta.

Vi uns lindos, com escadas em forma de gavetas, com escorregas... mas os bons custavam quase 3 mil euros. E eu não vou dar esse dinheiro por um beliche. E depois se quero mudar o esquema do quarto? Para nós, e para o nosso orçamento e prioridades, é demasiado dinheiro. E este é giro. Temos dois destes na casa do Algarve e são cómodos e simples. Umas colchas giras e coloridas e toda a decoração do quarto e ficam impecáveis. E como são beliches, fazem a loucura dos mais pequenos. E é esse o meu problema... Tenho lá em casa um alpinista! Que adora subir para a parte de cima do beliche. E para mim é um desassossego. A hipótese é não colocar logo a escada e ficam a servir-se unicamente das duas camas de baixo. 

Mas depois não ficámos ainda totalmente convencidos...  E vimos também cama com gaveta, ficando os dois rapazes na cama nova... (na imagem falta a cama gaveta).

Mas não nos perdemos de amores por ela.

Já o berço da Francisca é uma loucura! Veio dos primos para o Afonso e agora vai ser para a boneca lá de casa. É amoroso, tem rodas, que não aparecem na imagem, e guarda-se tipo harmónio. Tem um design lindo!












Tirando o berço da Francisca, tudo o resto está meio no ar... Andamos nisto, sem saber muito bem o que escolher e como organizar o quarto das crianças. Nos primeiros 6 meses a Francisca ainda fica no nosso quarto, mas está na hora do Afonso saltar da cama de grades do Ikea, que irá para arrecadação até o berço ficar pequeno para a Francisca. Sim, porque eles dizem que este berço é até aos 4 anos, mas os meus filhos não são grandes e não couberam lá até depois do ano.

Mas vais misturar os rapazes com a mana? Os três filhos no mesmo quarto? já me perguntaram muitas pessoas. E eu respondo que sim, é essa a nossa ideia. Temos mais um quarto, que é o nosso escritório e que poderia ser o quarto para a Francisca, mas eu e o pai achamos muito mais giro e divertido, pelo menos nos primeiros anos, estarem todos ao molho! O quarto é enorme e com beliches ou cama dupla e outra cama ainda sobra muito, muito espaço para brinquedos, jogos, livros, a cozinha do Ikea, pistas de carros... e ainda lá vão caber as bonecas e pirosadas cor de rosa! Se depois virmos que é melhor separá-los, logo o fazemos... Mas para já, esta é a nossa ideia. E quando o mano mais velho, que entra para o próximo ano lectivo na primária, tiver de estudar vai ser promovido e vai passar a poder usar o escritório dos pais para fazer os seus trabalhos. 

O presente de baptismo do meu afilhado

Não é um presente tradicional, mas é algo que o acompanhará ao longo dos próximos anos. Muitos anos. Foi a minha sugestão de presente, mas dei total liberdade à minha amiga comadre para escolher este ou pedir outro que fizesse mais falta. Mas a minha amiga adorou a sugestão. Ela sabe que somos completamente fãs destas cadeiras Tripp Trapp da Stoke, cada um dos meus filhos tem uma, que são super cómodas, seguras e, acima de tudo, não são um mono de plástico como grande parte das cadeiras de bebés. E vão-se ajustando até à idade adulta. Em casa dos meus cunhados, com os meus sobrinhos já todos adolescentes, estas continuam a ser as cadeiras de refeição. Sei que não é um presente de baptismo convencional, mas é algo que o meu afilhado querido vai já começar a usar - para já no adaptador estilo ovo - e que o acompanhará à medida que crescer, tal como eu como madrinha irei fazer!

Vejam o vídeo, se ainda não conhecem a cadeira. 


E não, não é um post patrocinado, com grande pena minha, que a única desvantagem destas cadeiras é o preço, mas a qualidade paga-se e é uma cadeira que dura para a vida!

13 de outubro de 2015

"Bebés “cantam” na barriga da mãe"

Quando saí do trabalho e entrei no carro pus a música alta e cantámos os dois!! O artigo da Pais&Filhos, aqui.

O meu filho mais velho já me ditou a carta ao Pai Natal

E eu hoje encontrei umas ideias giras de enfeites de Natal, para se irem fazendo com calma. Ao clicarem nas imagens vão para a página do FB de onde retirei as ideias.







Uma imagem vale mais que mil palavras

Sofri três abortos espontâneos, dois deles logo nos primeiros dias em que soube que estava grávida, mesmo antes de ter uma eco a confirmar a gravidez, e um outro no qual o médico não encontrou batimento. Foram todos muito ao início, todos no primeiro trimestre. A dor, está lá, claro. Custa sempre. Custa muito. E quando começamos a ser repetentes, ainda dói mais. 

Mas se eu faria esta fotografia

Acho-a linda e muito emocionante, mas no meu coração, dentro de mim, não materializei os meus abortos em filhos que não nasceram, mas mais em estrelinhas no céu... 

Mas acho a imagem muito forte, muito bonita, até porque é interessante ver que cada vez mais deixa de ser tabu falar sobre os abortos, as perdas, a dor que sentimos quando uma gravidez é interrompida abruptamente... Estas perdas são parte de nós, ficam gravadas dentro de nós e a mim sempre me ajudou falar abertamente sobre isso, sem vergonha...

12 de outubro de 2015

O meu vendedor preferido!!

Hoje era o dia do meu filho, e mais uma coleguita da sala, estarem na banca improvisada a venderem os bolos que trouxeram de casa. Eu e o meu filho fizemos ontem à noite um bolo de iogurte bem fofinho e coberto de smarties, que fez as delícias dos meninos da escola, assim como o bolo da colega de bancada que era de cenoura com cobertura de chocolate. E ao mesmo tempo que angariavam dinheiro para a viagem de finalistas aprendiam a lidar com os trocos e a fazer contas, com a supervisão e ajuda da educadora. Uma óptima maneira de aprender não só matemática, mas que é preciso trabalhar para conseguirmos o que queremos. As coisas não caem do céu e para irem à viagem de finalistas terão de angariar o dinheiro que precisam. Uma coisa é certa: eles estão felizes e super motivados. E esta iniciativa (uma das muitas que pais, filhos e educadora estão a organizar) veio tornar as segundas feiras muito mais doces e divertidas!

Para os fãs da Lego

Para quem é fã da Lego e porque nem tudo se limita a acontecer em Lisboa ou no Porto. Desta vez a maior exposição da Lego vai às Caldas da Rainha.

Programa de noite à noite: pizza, crianças a dormir e nós os dois enroscados no sofá a ver um bom filme!

Ontem vimos um filme do princípio ao fim, sem interrupções, sem adormecermos no sofá... Foi perfeito! Tínhamos visto a apresentação do filme no ano passado, numa altura em que tínhamos estipulado que iríamos todas as semanas ao cinema, com o alto mãetrocínio da minha mãe que ficava com as crianças, mas cumprimos o plano apenas algumas semanas e este filme, tal como tantos outros, ficaram por ver. Ontem encontrámos o DVD em casa da minha cunhada e trouxemos para casa, cheios de vontade de o vermos logo nessa noite. E vimos. Depois de uma pizza em família, deitámos as crianças e enroscámo-nos os dois no sofá. E gostámos imenso do filme!


Ando a saltar semanas de gravidez!

Devo estar a ficar choné o que não dá jeito nenhum com duas/ quase três crianças a cargo, mas a verdade é que nesta gravidez já não é a primeira vez que salto semanas. E acho sempre que vou mais à frente, do que realmente vou. Na segunda feira semana passada achei que tinha entrado na 25 semana. Dei essa indicação nas análises e na urgência do Santa Maria. Mas estava enganada. Hoje é que faço 25 semanas.
E até fui tirar uma foto rápida (e manhosa) para registar o momento.

11 de outubro de 2015

Ementa Semanal

2ª feira
Jantar: Esparguete com legumes de verão, daqui.
3ª feira
Jantar: Batata doce recheada com bolonhesa de frango
4ªfeira
Jantar: Mimos de pescada com puré de batata, adaptada daqui.
 5ªfeira
Jantar: Perninhas de frango com alho e alecrim, daqui. Acompanha com feiijão verde.
6ªfeira
Jantar: Bacalhau com natas, coentros e cenoura. Acompanha com salada verde.
Sábado
Almoço: Temos uma festa
Jantar: Peito de frango com pesto e tomate e mozzarella. Uma receita mesmo, mesmo simples e deliciosa, que partilho aqui com vocês. Cobrir um pirex com peitos de frango fininhos. Barrar com pesto, tomate chucha às rodelas e muito, muito madurinho e cobrir com queijo mozzarella. Forno e em 20 minutos já está pronto. É delicioso. Não necessita de mais nada, nem sequer sal, além do que eu referi. É uma maravilha.
Domingo
Logo decido, consoante as compras (dos frescos) da véspera no mercado. 

10 de outubro de 2015

Momento de filho único!

Fui com o mais velho ao cinema, só nós dois!  O pai ficou em casa com o pequenino que dormia a sesta e depois construíram legos!! Foram duas horas com mimo exclusivo para cada um. 

O que o meu filho adora estar à janela a ver os carros e a chuva a cairlá fora!

Bom sábado!

Cores acabadas de trazer do mercado para alegrar o nosso fim de semana. Este dia escuro e de chuva faz com que me apeteça estar na cozinha... Cogumelos recheados a sair para o almoço. Depois de tantos fins de semana no laréu está a saber-me mesmo bem um fim de semana de chuva para estarmos sossegados em casa, em família!

E estou cada vez mais rendida à qualidade das frutas e legumes que compro no mercado de Benfica!