30 de novembro de 2015

32 semanas de Francisca!

E cá estamos nós as duas a entrar na 32ª semana de gravidez!


A primeira ida ao cinema!

Com os seus 2 anos e meio o Afonso estreou-se ontem no cinema. Fomos os quatro ver "A viagem de Arlo". Ele estava super entusiasmado e ficou impressionado ao entrar num cinema cheio de crianças. Estava nervoso e expectante. O irmão estava radiante por estar a partilhar aquele momento com o mano mais pequeno. Como é que correu? Eu diria que até correu bastante bem, apesar de no intervalo ele não ter querido voltar a entrar e termos ido dar uma volta nas Amoreiras para regressarmos a 15 minutos do fim...

O filme é muito, muito giro e vale a pena ver.

Mas houve vários aspectos dos Cinema Nos que me desagradaram profundamente, e tenciono fazer chegar uma reclamação.

1. Num filme para maiores de 3 anos dão um anúncio ao Rock in Rio Card, que mete cenas de violência! Um perfeito absurdo!!! 
 

2. E depois de toda a publicicdade e apresentações, ainda puseram uma curta metragem de animação com monstros e deuses  Indus que era perfeitamente desadequada à idade do filme que ia ser visto naquela sala. Houve logo crianças a chorar e a dizer que tinham medo. E os pais sem perceberem o que é que se estava a passar... Estaríamos na sala errada? 

Com apresentações, anúncios e a curta metragem passou mais de meia hora antes do filme começar, o que eu acho um exagero.

O Afonso só perguntava pelos "ssauros" e foi uma alegria quando o filme começou! Ele adorou. E começou a relatar tudo o que estava a ver... Mas claro que quando foi o intervalo, já ele estava farto de estar no cinema... 

Na minha opinião devia haver mais cuidado com o que antecede um filme destinado a crianças com mais de 3 anos.

O melhor do nosso sábado!


Estes dias de sol maravilhosos pedem rua! E no sábado lá fomos para um dos nossos sítios de eleição. Desta vez, as bicicletas ficaram guardadas e foram trocadas pelos Skate, do pai e do filho. O pai redescobriu o prazer de andar de Skate, e foi o seu presente de aniversário, o filho mais velho já começa a dominar a coisa e o mais pequeno vai à pendura! Depois ainda demos um salto aos carrosséis de Alcântara, que eles viram as luzes quando íamos a passar, e ficaram doidos. Eles adoraram, claro, mas é muito fraquinho. E a qualidade dos equipamentos é muito pior do que costumo apanhar em Miraflores ou em Monte Gordo, no verão. Não me inspira segurança nenhuma e estou sempre a rezar para que não haja nenhum acidente.

29 de novembro de 2015

Ementa Semanal

2ª feira

Jantar: Bifes de peru no forno cobertos com molho de tomate caseiro e mozzarela, acompanha com batatas assadas no forno com alecrim
3ª feira
Jantar: Cannelonis de bolonhesa com beringela. Acompanha com salada verde.
4ªfeira
Jantar: Medalhões de pescada assados no forno em cama de batata, cenoura e cebola
5ªfeira
Jantar: Hambúrgueres com puré de batata
6ªfeira
Jantar: Strogonoff de perú com arroz e salada
Sábado
Almoço: Costeletas de vitela grelhadas com batata cozida, regada com azeite e alho
Jantar: A definir, consoante sobras da semana
Domingo
Almoço: Crepes de fiambre e queijo com salada verde
Jantar: Tapas (ovos mexidos com espargos, salada de tomate e mozzarela, tostas mistas...)

O pai é que sabe!

Eu estava com um dilema: tinha frio com a camisa de noite quando me levantava à noite para procurar chuchas, tratar de xixi's ou medir a febre, mas os meus pijamas já não me serviam... Um drama, como imaginam:-)) E o meu marido diz logo: veste as minhas calças de pijama de flanela, são quentes e devem-te servir... E serviram, e são super confortáveis! 

Enganei-o bem!

Na sexta feira disse-lhe que íamos jantar só os dois a um restaurante que adoramos. O que ele não sabia é que ia ter quase 20 amigos à nossa espera! Organizei um jantar pequeno, só com os amigos mesmo especiais, porque queria mesmo aquele restaurante, que tem os melhores risottos e que é divido em salas, permitindo que ficássemos numa sala privativa, em ambiente familiar e de festa! Ele não desconfiou de nada e a cara dele quando entrámos na sala não dá para descrever. Foi o segundo jantar surpresa que lhe organizei e, mais uma vez, correu muito bem! Organizei tudo ao pormenor, com muito amor e sem esquecer o seu bolo preferido... um super duchesse gigante maravilhoso, que encomendei no Califa e que fui levar ao restaurante, a meio da tarde! Ele pensava que ia num date só comigo, mas afinal não!! 

27 de novembro de 2015

As diferentes grávidas...

Ontem na aula de ginástica, a propósito da conversa do períneo e do esforço que as grávidas fazem e que podem prejudicar o pavimento pélvico, comentávamos: a grávida de primeiro filho é uma deusa, nem um garrafão de água pode levar porque as grávidas não podem carregar pesos. A grávida de segundo filho já carrega com o filho mais velho, que é ainda um bebé de colo, mas ainda evita o garrafão de água e os sacos muito pesados das compras. A grávida de terceiro filho carrega o segundo filho numa mão, o garrafão de água na outra, a mochila do mais velho às costas e o mais que for preciso... e só quando alguém a vê e diz: tão carregada! Olhe o bebé! É que esta mãe se lembra que está grávida!! E acreditem que é mais ou menos isto. E não é por mal, por estarmos menos preocupadas ou amarmos menos este filho, nada disso, o amor é tão grande como é sempre, a questão é que não estamos tão focadas até porque temos outras criaturas igualmente minis que ainda precisam de nós. E esta conversa vinha no seguimento do esforço aumentado que vamos fazendo à medida que vamos sendo mães, esforço esse que vai debilitando e enfraquecendo o nosso períneo... e as costas, também, a lombar e por aí fora... Mas hoje estou muito virada para o períneo!

Ainda se fala pouco sobre o períneo!

Ouvi falar do períneo, há mais de 6 anos, quando frequentava as aulas de ginástica pré parto e fiz o curso e workshops de preparação para o parto. Mas em Portugal fala-se pouco, não é um assunto muito abordado... Partilho aqui um excerto de um texto que me parece muito interessante:

Cuidar da saúde do períneo, artigo completo aqui.

"O períneo desempenha uma função fundamental, em particular na saúde da mulher. É um conjunto de músculos que são especialmente solicitados durante a gravidez e o parto, já que têm a função de sustentar o útero, a bexiga e o reto. Estes músculos encontram-se nas proximidades da uretra, da vagina e do ânus, estando localizados na parte inferior da bacia, entre o osso púbico e o sacro e cóccix.
As alterações hormonais e morfológicas que o corpo sofre durante a gravidez podem levar a problemas graves no períneo, também chamado pavimento pélvico. O ideal é que antes da gravidez ou no primeiro trimestre a mulher realize uma avaliação com um especialista adequado.
A fisioterapeuta, especialista em Uroginecologia, Laira Ramos explica o motivo: «O útero da mulher pesa em média cinquenta gramas, enquanto na gravidez chega a pesar cinco quilos». Isto faz com que este período leve a uma sobrecarga significativa no pavimento pélvico. Daí que, pelo menos três meses antes de se engravidar, seja importante assegurar a capacidade destes músculos suportarem a carga de peso adicional. «É importante lembrar que devem ser músculos avaliados e tratados como quaisquer outros do nosso corpo», frisa.
Incontinência urinária, incontinência fecal, prolapsos (descidas dos órgãos), obstipação, dores pélvicas ou disfunções sexuais são alguns dos problemas, cuja origem se encontra no enfraquecimento ou lassidão da musculatura do períneo.
O período pré-natal
As mulheres devem contrair o seu períneo desde a puberdade e ao longo da sua vida. «Por exemplo, na Índia as meninas fazem isto desde sempre! É um hábito cultural, uma rotina como outra qualquer», afirma Laira Ramos, fundadora do site www.perineo.info. Já no Ocidente, por motivos de índole social e cultural, a esmagadora maioria das mulheres não tem esta consciência corporal ao longo da vida. Como explica, as pessoas geralmente não estão despertas para tal necessidade e muitas das que a conhecem não sabem «onde» e «como contrair».
Segundo a terapeuta, existem diferentes formas de aprender a fazer contração do períneo. São os fisioterapeutas, com formação específica, que geralmente acompanham o processo de aprendizagem. O principal desafio é conseguir que haja, da parte da mulher, a perceção e a sensibilidade para contrair os músculos corretos.
Na consulta, realiza-se o toque vaginal ou introduz-se uma sonda dentro da vagina para ajudar a mulher a ter a percepção necessária para contrair e para relaxar os músculos de suporte do útero, da bexiga e do recto. É assim que, na fisioterapia, se aprende a realizar correctamente os também chamados exercícios de Kegel. O mais importante é que haja, em casa, uma continuidade do trabalho realizado na consulta com o profissional, acrescenta a especialista.
Hoje em dia começam a surgir outras técnicas que ajudam a exercitar o pavimento pélvico no dia-a-dia. É o caso dos cones vaginais, com diversos pesos, que se introduzem na vagina e ajudam na contracção dos músculos internos durante os exercícios.
O períneo e o parto
Em alguns ginásios para grávidas e nos centros de preparação para o parto são também ensinadas estas técnicas de fortalecimento do pavimento pélvico.
Há já profissionais de centros especializados no período da gravidez a ensinar a auto-massagem do períneo e da vagina, com óleos adequados para a mulher. São diversas as vantagens desta rotina no contexto da gravidez, garantem vários autores especializados em livros técnicos: ganho de maior elasticidade dos músculos e dos tecidos da vagina para o parto, aumento do espaço na vagina para a fase de expulsão, redução da incidência de lacerações e diminuição da sensação de mal-estar e ardor na passagem do bebé pelo canal vaginal.
No pós-parto
Após a consulta do pós-parto e com a autorização do médico obstetra, as mães podem procurar um fisioterapeuta especialista para realizar uma avaliação dos músculos do períneo.
A fisioterapia ajuda ainda a aliviar e a tratar eventuais sequelas do parto, como por exemplo as cicatrizes originadas por uma episiotomia. É uma técnica que consiste no corte do períneo para alargar o espaço de saída do bebé, causando geralmente muita dor e incómodo nos primeiros tempos a seguir ao nascimento.
As Recomendações para o Parto da Organização Mundial de Saúde (OMS) consideram, o uso liberal e rotineiro da episiotomia, uma conduta frequentemente utilizada nas salas de parto de uma forma inadequada. Ainda assim, e de acordo com profissionais no terreno, muitas mulheres necessitam de recorrer ao tratamento de cicatrizes da episiotomia ou de lacerações espontâneas. Estes tratamentos têm o objetivo de reabilitar o pavimento pélvico e aumentar a força desta musculatura, tendo em vista a prevenção de patologias posteriores na mulher.
Corrigir a postura, tratar edemas (com drenagem linfática) e promover o bem-estar geral da mãe, num momento de grandes mudanças, são outros recursos que a fisioterapia oferece hoje em dia."

Eu nunca dei grande importância a este assunto. Sempre fiz os exercícios nas aulas de ginástica de grávidas, mas mal saía do centro, nunca mais me lembrava. Mas agora, grávida do terceiro filho, sinto que preciso mesmo de fortalecer o meu pavimento pélvico. E porquê? Porque no outro dia, a meio de um ataque de tosse, senti perda de urina. São umas gotinhas, mas é desconfortável e preocupante. E já voltou a acontecer. Já falei com a professora de ginástica que diz que é frequente isto acontecer, principalmente nas gravidezes de segundo, terceiro, quarto filho... e por aí em diante. Não é normal, não deveria acontecer se o períneo estivesse fortalecido, mas a verdade é que acontece, até porque muitas vezes vamos de uma gravidez para outra, ainda com os músculos enfraquecidos e com bebés de colo... Por isso, agora sempre que me lembro aperto os músculos do períneo para os ir fortalecendo. É uma situação chata, mas tem solução ou durante a gravidez, tentando ainda fortabelcer os músculos ou depois no pós parto com fisioterapeutas especializadas em saúde da mulher. 

Parece que nos países nórdicos todo e qualquer pós parto há consultas de fortalecimento do períneo, comparticipadas pelo estado, porque este é um assunto importante que compromete a qualidade de vida das mulheres.
Por cá fala-se pouco, há muita vergonha associada e ainda é um pouco tabu. Mas eu cá não sou mulher de vergonhas e, acima de tudo, gosto de estar informada e bem de saúde!

Deixo-vos ainda mais um link para um artigo também muito interessante da Pais&Filhos, aqui.

Os recém-nascidos devem ficar em casa?

Li e este post e dei logo a minha opinião. E depois apeteceu-me escrever sobre o assunto. A minha resposta à pergunta de cima é: falem com os pediatras e usem o bom senso. O meu filho mais velho nasceu em Janeiro, um frio de rachar... Ainda me lembro da sensação de saírmos da Cuf, onde estávamos quentes e confortáveis e protegidos, para a rua, para uma casa sem aquecimento central... e com um recém nascido nos braços. Tínhamos feito os cursos todos de preparação para o parto e parentalidade,  que foram fantásticos e uma grande ajuda, mas nada nos prepara verdadeiramente para aquele momento em que nos dizem: "Podem ir. Podem levar o vosso bebé para casa." Há medo em falhar, receio de não conseguirmos. Tínhamos medo que ele tivesse frio, ou muito calor... Enfim. Mas os primeiros dias foram perfeitos. O pai e a mãe em casa a adorarem o menino. Passaram as primeiras semanas e o pai regressou ao trabalho. E eu fiquei. E estava frio. E chegaram as primeiras cólicas. E chovia. E eu semtia-me um pouco perdida e assustada. As melhores horas eram as que passava no centro pré pós parto a fazer aulas de recuperação. Sempre saíamos de casa, mas voltávamos logo depois. Estava frio. Anoitecia cedo. E ali ficávamos os dois muito sozinhos em casa. E depois veio o segundo filho. E eu sempre disse que ia ser um bebé de rua. E foi! E foi tão bom. Tão libertador! Ia comigo levar e buscar o mano à escola, íamos ao parque depois da escola, à padaria, à esplanada, ao mercado... Ele enfiado no sling, balouçava ao ritmo do meu coração, e eu estava feliz por estar a ter uma experiência tão mais positiva. Fizemos a nossa vida na paz e na alegria. E ele sempre feliz e tranquilo. Adorava, como fui reler aqui. Agora vem o terceiro filho. Vai nascer em Janeiro como o mano grande, mas não tenciono ficar com ela fechada em casa. Vai andar bem agasalhada e protegida no sling e vai andar comigo nas minhas andanças e logística do dia a dia, entre a escola dos manos, as actividades, o mercado, as minhas aulas de recuperação pós parto... Não achei nada positiva a experiência de ficarmos fecchados em casa, pode ser muito solitário para uma mãe, especialmente de primeiro filho, estar fechada em casa, isolada com o bebé. É importante estabelecer uma nova rotina que inclua sair de casa, aproveitar os dias em que não chovem para dar um passeio, sair, ver pessoas... Até porque toda a gente já sabe: mães felizes filhos felizes!!

Foi um dia muito feliz, meu AMOR!!

Foi um dia bom, com um almoço a dois, e que terminou com a família toda reunida na nossa casa num grande jantar para te desejarmos o melhor do mundo. Casa cheia como tu gostas, ou não fosses o oitavo de oito irmãos, muita conversa, boa comidinha e bom vinho!

És um homem maravilhoso, o melhor marido do mundo, o melhor pai que os nossos filhos podiam ter e um genro, irmão, cunhado e tio exemplar! Os teus amigos só te tecem elogios porque és mesmo amigo, e aquele "gajo porreiro" - palavras deles - de sorriso e boa energia contagiante que toda a gente gosta. (E logo havias de casar com uma mulher com mau feitio:-))) AMO-TE, meu maridão!! E que possamos comemorar juntos e felizes, por muitas e muitas décadas, o teu aniversário e o nosso amor, junto da família que tanto amamos!!


25 de novembro de 2015

Adenda ao post anterior...

Entre o Natal e a chegada da Francisca ainda há uma data muito, muito especial!!!

Dia 4 de Janeiro, faz 6 anos que o meu filho mais velho, o meu doce Alexandre, nasceu e mudou para sempre a minha vida!!

Em dupla contagem decrescente!!!

Falta 1 mês...
Faltam 2 meses...

... para a data prevista para a Kika nascer!

"Sabem quem faz anos amanhã?"

"Sabem quem faz anos amanhã?", perguntei eu aos meus filhos.

- O pai, diz o mais velho!
- Boa, é festa! Gomas, pupas (chupas) e tudo!, diz o mais pequeno


É isto, maridão! Amanhã vais ter umas guloseimas para não defraudar as expectativas do guloso lá de casa!

Sangrar das gengivas na gravidez

Sempre sangrei das gengivas na gravidez, é até um dos meus primeiros sintomas do meu novo estado de graça, mas desta vez tem sido um exagero. Estou com as gengivas completamente arruinadas, a sério, é assustador... Recomendaram-me esta pasta, Pasta Dentes Arthrodont Classic 75, e vou ver se funciona... Se não vir melhorias nos próximos dias tenho de ir ao dentista!

A posição da Francisca na minha barriga!

Eu sei que a Francisca ainda tem tempo para dar a volta, mas de vez em quando lá me recordo que ela ainda não deu a volta e continua atravessada. Hoje encontrei este artigo da Pais&Filhos, que postei abaixo, e que veio confirmar o que eu já tinha falado com a médica e com a minha professora de ginástica do Centro Pré e Pós Parto. Na quarta feira tenho a última ecografia e vou saber mais pormenores sobre a posição da bebé, mas acho que vou adoptar a moda de andar de gatas lá em casa... e vou deixar de cruzar a perna enquanto trabalho, até porque a minha filha detesta, tal como os irmãos detestavam, e dá-me logo um pontapé! Não me quero stressar, mas irei fazer tudo o que estiver ao meu alcance para que a princesa dê a volta para nascer de parto normal e não de cesariana. Bem sei que não se comparam as gravidezes nem os filhos, mas por esta altura os manos já tinham dado a volta!!

Posições do bebé na barriga

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Dentro da barriga, nem sempre o bebé adota a posição mais indicada para o parto. Mas é possível ajudá-lo a dar a volta.

1 - Qual a melhor posição em que o bebé pode ficar?
A melhor posição é a ocipito-púbica (anterior), o que quer dizer que a cabeça do bebé está a apontar para baixo, as costas estão coladas à barriga da mãe e a face está voltada para a coluna vertebral (da mãe). Esta posição permite uma passagem mais suave pelo canal de parto uma vez que a parte mais pequena da cabeça do bebé atinge o colo do útero (parte baixa do útero) em primeiro lugar. A maioria dos bebés adota naturalmente esta posição antes do nascimento.

2 - Quais as outras posições em que o bebé pode estar?
O bebé pode ficar na posição ocipito-sagrada posterior (quando a parte detrás da cabeça e as costas ficam junto à sua coluna vertebral), na posição transversal (quando se posiciona ao longo da pélvis com a cabeça de um lado e as nádegas do outro) e em apresentação pélvica (longitudinalmente no útero, com as nádegas ou os pés junto do canal de parto).

3 - Como posso ajudar o meu bebé a adotar a posição mais adequada?
Existem alguns exercícios, desenvolvidos pela parteira neozelandesa Jean Sutton, denominados OFP (‘optimal fetal positioning’). O truque passa por se manter ativa durante a gravidez, o que influencia o bebé a adotar a posição mais correta no útero. Também é importante que passe algum tempo por dia na «posição de quatro» (quatro apoios, dois joelhos e duas mãos no chão) e que rode as ancas.

4 - Existem provas que a OFP resulta?
Não existem muitos estudos sobre a eficácia da OFP. No entanto, um artigo publicado pela base de dados Cochrane (organização independente e sem fins lucrativos que disponibiliza informação sobre saúde) revelou que passar dez minutos por dia com as mãos e os joelhos no chão pouco influenciava a posição do bebé. Outro estudo revelou que, quando os bebés estão na posição occipital posterior durante o parto, se a mãe passar pelo menos 30 minutos ‘de quatro’, ao fim de uma hora o dobro dos bebés adoptam a posição occipital anterior. Quando Jean Sutton foi promovida a chefe de parteiras numa maternidade da Nova Zelândia, graças aos seus exercícios conseguiu que a taxa de partos com a ajuda de fórceps descesse de três a quatro por mês para dois a quatro por cento ao ano.

5 - Qual é o problema da posição costas-contra-costas?
O trabalho de parto pode ser mais demorado e desconfortável caso o bebé esteja na posição occipital posterior e a grávida pode ter mais dores nas costas, uma vez que a cabeça do bebé está a fazer pressão na sua coluna vertebral. Ele vai ter de rodar 180 graus antes de nascer e pode ser doloroso. As contrações vão ser a dobrar para dilatar o colo e de forma a posicionar o feto. Caso o bebé não vire, pode ser necessária a intervenção de fórceps ou ventosa para o ajudar a nascer.

6 - E se o bebé não der a volta?
Nos casos em que o bebé está em posição transversal ou em apresentação pélvica, os médicos optam pela cesariana para evitar complicações para a mãe e para a criança. É uma das poucas situações para as quais a cesariana está indicada.

7 - Se não é habitual, por que razão o meu bebé está nesta posição?
Segundo Jean Sutton, assistiu-se nas últimas décadas a um aumento significativo de bebés na posição occipital posterior. Tal pode ser explicado pelo estilo de vida sedentário das mães. Permanecer muito tempo sentada pode fazer com que o bebé se posicione contra a sua coluna devido aos movimentos da pélvis. Ao contrário, se permanecer ativa e de pé, tal irá aumentar as hipóteses do bebé adotar a posição occipital anterior.

8 - Será que a cabeça do bebé não vai ‘encaixar’ se estiver na posição posterior?
Os bebés em posição occipital posterior têm menos probabilidade de se posicionarem corretamente antes de começar o trabalho de parto. No entanto, de acordo com as recomendações do Instituto (britânico) Nacional para a Saúde e Excelência Clínica (NICE) este não é um problema. «Quando o trabalho de parto começa, a cabeça molda-se um pouco e a pélvis cede perante as contrações uterinas. A combinação destes fatores facilita o processo».

9 - Em qual das etapas da gravidez o bebé começa adotar a melhor posição para nascer?
O bebé começa a mover-se desde o início da gravidez e muda de posição à medida que vai crescendo. No final da gestação, com o espaço reduzido ao mínimo, vai descer até à pélvis e adapta-se à posição em que irá nascer. Isto acontece por volta das 35 semanas.

10 - O que posso fazer para encorajá-lo a ficar na posição correta?
Adotar o hábito de ver televisão ajoelhada no chão, não cruzar as pernas (uma vez que diminui o espaço na parte da frente da pélvis) e manter-se ativa durante a gravidez pode ajudar o bebé a adotar uma posição correta.

11 - Será que há problema se dormir de costas?
Os especialistas não aconselham as futuras mães a dormir de costas, especialmente nos últimos meses de gravidez, devido à pressão que é colocada no útero, o que restringe o fluxo sanguíneo.

12 - O que posso fazer se o meu bebé já estiver na posição posterior?
Exercite as ancas quando estiver ajoelhada duas ou três vezes por dia, cinco minutos de cada vez. Yates, professora de Shiatsu, recomenda gatinhar porque, além de encorajar a posição occipital anterior (OFP), é um bom exercício para os músculos abdominais e das costas. Além de gatinhar para a frente e para trás, sugere que se espreguice como um gato. «Pela minha experiência, se a mulher adotar a posição de quatro desde o início da gravidez e se trabalhar estes exercícios, se o bebé estiver na posição posterior dará a volta em 99 por cento dos casos». Yates recomenda ainda às mães com bebés transversais para adotarem estas posições e, assegura que na maioria dos casos o bebé muda de posição.

13 - E se nada disso resultar?
Tente não se preocupar. Alguns bebés estão determinados a ficar numa certa posição. No entanto, lembre-se que a maioria dá a volta durante o parto.

14 - Estou com 32 semanas e, neste momento, o meu bebé está pélvico. É um problema?
Cerca de 15 por cento dos bebés são pélvicos (com os pés ou as nádegas junto ao canal de parto) às 32 semanas. A maioria irá dar a volta nas próximas quatro semanas, com apenas três ou quatro por cento a permanecerem na posição pélvica à medida que o nascimento se aproxima. Se o bebé não der a volta às 36 semanas, poderá ter de marcar uma consulta de forma a discutir as várias opções do nascimento.

15 - Quais as opções de parto mais prováveis?
Se o bebé não tiver dado a volta às 37 semanas, o obstetra pode tentar uma técnica denominada Versão Externa. Realizada em meio hospitalar, sob monitorização fetal contínua, um obstetra experiente administra um relaxante muscular uterino, no sentido de facilitar a manobra, coloca as mãos na sua barriga e empurra de forma firme para tentar guiar o bebé a dar a volta. Não é doloroso, mas pode ser desconfortável e resulta em 50 a 70 por cento dos casos. Se o bebé não mudar de apresentação, pode ser sugerida uma cesariana.

16 - Será que há algo que possa fazer para ajudar o bebé a dar a volta?
Algumas pesquisas sugerem que o ato de levar os joelhos ao queixo pode ajudar a deslocar o peso do feto (coloque-se com as mãos e os joelhos no chão, apoiando os antebraços no chão, de forma que o rabo fique mais elevado).

Pensamento positivo!

Hoje os meus pensamentos e o meu coração estão com a minha querida mãe. 


24 de novembro de 2015

A mala da maternidade está quase pronta!!

Comecei a preparar as roupas da Francisca para ver os conjuntinhos que ia levar para a maternidade e para ver se me faltava alguma coisa. A roupa do primeiro dia é toda nova, mas ainda me falta um casquinho cor de rosa, e também preciso de mais uns colants cor de rosa para o segundo dia:)) sim, estou apanhadinha pelo rosa!! Sempre adorei e estou encantada!! No segundo dia, vai vestir o coeiro que o irmão mais velho vestiu, troquei a fita de cetim azul por uma fita de cetim cor de rosa! E ficou um amor. No terceiro dia vai vestir uns calções de lã com peitilho que foram a primeira roupa do mano Afonso. E ainda preparei mais um conjunto para o dia 4, não vá a estadia no hospital prolongar-se. E em cada um dos dias estreia sempre um peça novinha em folha!!
A primeiro roupa vai no saco de pano que a minha mãe deu ao filho mais novo quando nasceu, mas a restante vai nos sacos de congelação. São super práticos, transparentes e a roupa fica impecável. Os que comprei este ano são de 3L e os conjuntos couberam lá lindamente. E a roupa fica muito bem arrumada. E depois os sacos dão imenso jeito para a roupinha suja dos recém nascidos, eu andava sempre com um destes sacos na mochila de saída dos meus filhos.
Falta só escrever dia 2, dia 3 e dia 4 nos respectivos sacos. Além disso, levo um saco com quatro babygrows, que podem dar jeito para a minha boneca dormir, que durante o dia gosto de ver os bebés com roupinha querida. 

As roupas estão praticamente prontas, e depois falta a parte da higiene. Como vou para um hospital privado só preciso de levar a lima das unhas, que tudo o resto é dado no hospital. E levo também as chupetas, que já foram testadas e aprovadas pelo mano Afonso. Levo ainda uma mantinha para a saída da maternidade. E falta a minha mala, mas essa não tem graça nenhuma!! 

Febre vai e vem... Vai e vem!

O mais velho anda com uns picos de febre desde sábado. Tem um pico de febre, toma bem u ron e fica bem, volta a ter febre quando passa o efeito... Ontem esteve bem o dia todo, mas ao fim do dia a febre voltou, e à noite também. De manhã acordou bem, mas foi para o mimo da avó e da bivó por precaução ... Foi um pequeno rei o dia todo, com muito colo e até teve direito a croquetes feitos pela bivó, que adorou ter a companhia do bisneto grande o dia todo. E ele esteve lindamente e feliz!! " e a avó fez-me bifes com um molho delicioso!" Não teve febre nenhuma o dia todo e está bem. Amanhã regressa à escola. Vamos ver. O inverno e o frio tem estas desvantagens, mas que podem ser transformadas em dias especiais cheios de mimo:)

A fada dos dentes

Depois da história da noite, que metia fadas pergunta o meu filho mais velho: Diz-me a verdade, mãe: as fadas não existem, pois não? A verdade, mãe! E eu disse o que sei: nunca vi nenhuma fada, mas gosto de acreditar que elas existem. Tu não gostas? E ele diz: gosto, mas quando me cair um dente és tu e o pai que põem os presentes, não é? E eu disse que os pais continuam a tradição das fadas para garantir que os meninos e meninas recebem o seu mimo quando perdem um dente... 

Eu gosto que eles mantenham a inocência das crianças e que acreditem nas fadas, no pai natal e no coelhinho da Páscoa, mas não minto, até porque eu acho que esta conversa vinha só pedir uma confirmação de algo que tinha ouvido... E não lhe disse que não existiam, dizia só que eu nunca tinha visto... Mas adorava que elas existissem! 

23 de novembro de 2015

Fui desafiada!

Fui desafiada pela autora do blog Corrida de Obstáculos para escrever um pouco sobre mim e sobre o meu blog. Para participar tenho de: 1. Responder às perguntas realizadas por quem te nomeou; 2. Podem criar 10 perguntas diferentes ou apenas algumas ou usar as mesmas; 3. Marcar 3 a 10 pessoas para responderem a essas perguntas e, claro, avisá-las da nomeação. Eu estou com muito pouco tempo, por isso, vou aceitar as 10 perguntas que me foram feitas. E são elas:

1. Gostavas ou vês-te a viver do blogue? Não me vejo a viver do blogue, mas já não me vejo a viver sem ele! Mas não me importava que o blog me desse uns rendimentos extra, que em dois meses nasce a minha terceira filha e dava um jeitão mais uns trocos... !! 
2. Os olhos também comem? Vais parar a um blogue. Fechas assim que percebes que o layout não te agrada, ou ainda lês os conteúdos? Sim. Não consigo ler um blog que seja de difícil leitura e que não seja visualmente atractivo.
3. Se tivesses tempo e orçamento ilimitado, como seria o teu blogue? Compraria uma boa máquina fotográfica e fazia um curso de fotografia para depois poder aliar a fotografia aos meus textos. E depois também aprenderia a costurar, comprava uma máquina e fazia roupas giras para os meus filhos. E partilhava os moldes e o resultado final!
4. Se pudesses trocar o blogue com alguém, com quem seria. O meu blog é o meu cantinho, o meu diário, onde desabafo sobre as minhas angústias e onde partilho as minhas alegrias. Não trocava nada com ninguém, porque este é que é o meu espaço. É um espaço muito anónimo porque poucas pessoas das minhas relações pessoais o conhecem e todas, tirando o meu marido, cá vieram parar por acaso ou por um descuido da minha parte... Ou porque chegaram até mim através do blogue.
5. O que mais gostas de ler num blogue? Aventuras de outras mães, ideias giras para fazer com as crianças, receitas boas e práticas para o fim de semana... 
6. Gostavas de conhecer pessoalmente os autores dos blogues que segues? Algumas, sim. As que nomeei para o desafio, por exemplo, gostava de as conhecer a todas. 
7. (Já agora aproveito para tirar nabos da púcara) Define o meu blogue em meia dúzia de palavras... ou uma vá! É um blog feliz, onde encontro as história do dia a dia de uma mãe como eu, como as minhas amigas... 
8. Quais as 5 características mais irritantes que vês em blogues nos dias que correm? Acho que me vou ficar por uma: É o excesso de publicidade. E não critico. Porque se as marcas que eu gosto me vestissem as crianças, a mim própria e ainda me oferecessem fins de semana e brunchs eu também agradeceria e escreveria sobre isso (e eu já recebi alguns mimos de algumas marcas e também o fiz), mas há alturas em que no mesmo dia temos 10 blogs a falar sobre determinado tema e é um bocado enjoativo. Porque quando os blogues não tinham tanta publicidade eram mais genuínos... mais verdadeiros. Líamos um post e ok: este creme deve ser mesmo bom! Agora já não é tanto assim... 
9. Qual a tua maior fonte de inspiração para escrever no teu blogue? A minha vida, a minha família, a conciliação do meu trabalho com as exigências da maternidade, a gestão do meu dia a dia, as peripécias de uma mãe de dois que está prestes a tornar-se mãe de três!
10. Que características te prendem a um blogue? Criar empatia com quem escreve, gostar da maneira como escreve, da graça com que escreve... Nos blogues de receitas é apresentarem receitas simples, com ingredientes simples e nossos, sem extravagâncias nem palavras que me exijam dicionário:) E que sejam receitas que saem sempre bem.

E como tenho que nomear, aqui vai: O meu blog de receitas preferido, As Minhas Receitas, da Joana Roque (paracozinhar.blogspot.pt); A Marta Moncacha do blog Dolce far Niente (http://marta-dolcefarniente.blogspot.pt/) porque a acho uma inspiração, já troquei alguns emails com ela e simpatizo com ela, mesmo sem a conhecer, e porque é uma mulher de sorriso contagiante que, segundo sei, é assim no blog e na vida; e a Maria do blog Seismaisdois (http://seismaisdois.com/) porque adoro o blog dela, a postura descontraída dela como mãe de quatro filhos, a criatividade dela e porque tem um blog que apetece mesmo ler... 

E é mais ou menos isto!! 

A natação com o jardim de infância!

Há três anos lectivos que o filhote grande vai com a escola para a natação. Antes disso, ia com o pai. para as aulas de bebés de adaptação ao meio aquático. 

Começar a ir com a escola foi óptimo em termos de logística e, até este ano, funcionou lindamente. A piscina é a mesma onde sempre andou e ele evoluiu imenso, tanto que no ano passado em vez de fazer a aula com a turminha dele fazia com os do ano a seguir, que estavam mais avançados. Este ano fiquei logo com a questão: como é que vai ser? Ele já sabe nadar e os amiguinhos não. Veio o recado que estava tudo tranquilo, mas eu não me tranquilizei, até porque começaram a vir também recados de que o grupo se portava mal, que queriam era piscinar e brincar... Falei com o meu filho e ele disse: oh, mãe, eu já sei aquilo tudo... Percebi logo. Como está mais à frente desliga e quer é macacada porque não está a ser estimulado com novas aprendizagens. E isto tem-me ficado aqui a matutar na cabeça. No sábado íamos levar o Afonso à primeira aula de natação e encontramos a primeira professora do Alexandre, que lhe fez uma enorme festa... E lembrava-se de mim, grávida do Afonso! Começámos a conversar e eu expliquei as minhas angústias... Ele não está a evoluir, não pago natação para ele brincar e ficarem de castigo, quero que ele aprenda a nadar bem... E ela disse-me que por mais cómodo que seja para os pais (e em alguns casos compensa financeiramente porque pagam de acordo com o escalão da IPSS) não tem nada a ver as aulas de grupo de escola (e ela também tem várias turmas destas) com aulas em que eles estão "desgarrados" dos amigos e estão agrupados por nível e não estão tão à vontade para a palhaçada. Era tudo o que eu precisava de ouvir. Funcionou durante 2 anos, foi óptimo, agora muda o esquema e somos nós (que é como quem diz, sou eu) que o passo a levar. Claro que esta parte é mais chata, implica ainda mais uma gestão semanal, mas vamos optar por uma vez por semana em vez de duas o que até o liberta um bocadinho... e o preço? Vou passar a pagar menos. Não só porque vou reduzir de duas para uma vez por semana (que segundo a professora vai render mais esta vez que as duas que ele ia com o grupo da escola) mas também porque como nós estamos num escalão elevado da IPSS pagamos mais para outros meninos da sala poderem ir sem pagar. Claro que o meu filho não adorou a ideia, mas ele ouviu bem a nossa conversa com a professora e percebeu que era um assunto que não estava aberto a discussão. Ele anda na natação para aprender a nadar e para evoluir, se for divertido, melhor ainda, mas quando é só brincadeira não faz sentido. E ele também quer evoluir para chegar ao verão a nadar melhor para acompanhar os primos mais velhos. Foi um encontro mesmo perfeito. E até teve graça que um minuto antes ele tinha perguntado ao pai pela professora X... E ela surgiu à nossa frente e disse-me o que eu queria ouvir.

31 semanas da Francisca

Bom dia!!

22 de novembro de 2015

Ementa semanal

2ª feira

Jantar: Massa com frango assado e legumes assados no forno com molho de leche evaporado, que faz a vez das natas mas com muito pouca gordura
3ª feira
Jantar: Cannelonis de carne e beringela. Acompanha com salada verde.
4ªfeira
Jantar: Arroz de peixe com espinafres, daqui.
 5ªfeira
Jantar: O meu maridão faz anos! Parabéns!! Sai uma Feijoada para 30 pessoas (irmãos, cunhados, sobrinhos, mãe e avó), a pedido do aniversariante. Vou adaptar esta receita aquiA entrada vai ser este pão recheado e queijinhos, os doces traz a minha mãe e as cunhadas. 
6ªfeira
Jantar: Vamos jantar fora. Para as crianças faço uma massa cotovelinhos com ovo e fiambre, que eles adoram.
Sábado
Almoço: Costeletas dos Açores grelhadas. Acompanha com batata cozida e salada
Jantar: (sobras da semana, transformadas)
Domingo
Almoço: Empada de frango com salada verde
Jantar: Tostas mistas e salada de tomate com mozzarela e manjericão

Roma!

Há um ano estávamos acabadinho de chegar a Roma, na primeira viagem a dois depois de termos sido pais. E foi tão bom!! Foram 5 dias maravilhosos:-)) muito passeio, muito namoro, comida deliciosa, reencontrar amigos de sempre... 
Adorámos!! As saudades apertaram, mas os miúdos ficaram lindamente com a minha mãe e nós recarregámos baterias e vivemos sem horários e sem obrigações parentais... Ah... e conseguimos começar e terminar as refeições sem nos levantarmos 20 vezes para limpar rabos e dar ralheres! Foi mesmo bom!!!!

A minha agenda!

Uso a agenda do google com o calendário partilhado com o meu marido para organizarmos as nossas vidas e não marcarmos coisas em simultâneo, tenho acesso a ela no telemóvel e no computador, mas não dispenso a minha agenda de papel. Este ano ainda estive tentada a comprar uma muito gira, mas era cara, e optei por uma super básica e barata e com o interior como eu gosto: uma visão única da semana. E passar as datas e os aniversários de uma agenda de um ano para o outro é um ritual que eu gosto.


O nosso calendário do Advento

Nos últimos anos tenho sempre estado tentada a fazer o nosso calendário do advento, mas depois nunca se concretizou. Eu sou uma nódoa a trabalhos manuais e acabei sempre por não passar da ideia à prática... Até porque não gosto de deixar as coisas a meio e não queria estar a começar uma coisa que, de antemão, não sabia se ia conseguir levar até ao fim. Mas este ano cruzei-me com ideias tão simples e tão giras que fiquei com vontade de avançar. Depois, era preciso concretizar... e eu não tenho jeitinho nenhum, mas depois vi esta ideia... e achei que era simples e gira! Adaptei e a nossa ficou assim:

Mais simples, impossível. Cartolina vermelha e cartolinas verdes, em dois tons. Um molde para as árvores (utilizei esta imagem) e umas tachas douradas. Na parte detrás das árvores escrevi as mensagens. E fiquei muito contente com o resultado. O filho mais velho e o pai ainda ajudaram:-) e foi bom para perceber que temos de treinar os recortes com o mais velho. Partilho convosco as nossas mensagens do nosso Calendário do Advento:
Dia 1 - Hoje é dia de ir ao correio levar as cartas ao Pai Natal .
Dia 2 Hoje é dia de receberem uma moeda para o mealheiro.
Dia 3 - Hoje é dia de irmos à Igreja dizer olá ao Jesus.
Dia 4 - Hoje é a noite de irmos pela cidade ver as luzes de Natal.
Dia 5 - Hoje é dia de tratar dos enfeites de Natal.
Dia 6 - Hoje é dia de fazer panquecas.
Dia 7 - Hoje é dia de comer chocolates de natal.
Dia 8 - Hoje é dia de colorir um desenho com o presépio.
Dia 9 - Hoje é dia de receber uma moeda para o mealheiro.
Dia 10 - Hoje é dia de escolher um brinquedo para doar.
Dia 11 - Hoje é dia de receber meias novas.
Dia 12 - Hoje é dia de escrever um postal de Natal para enviar a um amigo.
Dia 13 - Hoje é dia de fazer bolachas para levar para os amigos da escola.
Dia 14 - Hoje é dia de receber uma história de Natal.
Dia 15 - Hoje é dia de tirar fotografias divertidas a desejar bom Natal. 
Dia 16 - Hoje é dia da festa de Natal do Afonso. 
Dia 17 - Hoje é dia de fazer recortes.
Dia 18 - Hoje é dia de deitar 30 minutos mais tarde.
Dia 19 - Hoje é dia de ver um filme de Natal e comer pipocas.
Dia 20 - Hoje é dia de fazer um bolo e convidar a família e os amigos para um lanche.
Dia 21 - Hoje é dia de ler uma oração sobre o Natal.
Dia 22 - Hoje é dia de pintar uma estrela.
Dia 23 - Hoje é dia de ouvir uma música de Natal.
Dia 24 - Hoje é dia de dar muitos beijinhos e abraços e abrir os presentes de Natal.
Dia 25- Hoje é dia de festejar o dia em que o menino Jesus Nasceu.